Minha Alma tem o Peso
Na minha caminhada
levo o peso do amor falso,
das metas não alcançadas,
da ressaca não curada.
À noite, na boemia,
não tenho sono
e ando de mãos dadas com a lua,
empurrando as estrelas para o noroeste,
nos meus sonhos de bêbado acordado.
Peso.
Por que peso?
Essa é a pergunta que não se cala na minha mente,
Talvez o fato de eu não sair pra mim divertir,
Mais não culpo meus pais,
Nunca fui de socializar com pessoas.
Sempre morei recuado,
Talvez seja isso...
Talvez seja esse o problema ou
Será eu?
Será eu o problema de todos se afastarem?
Todas as noites mim pego chorando...
E vendo toda merda que mim culpam...
Será a culpa toda minha?
Um simples erro eles vem trazendo 7 pedras...
Oque eu fiz de errado?
Escrevo essas palavras em forma de poema,
Pois em falas sou um fracasso...
Talvez seja por isso que os professores quase nunca mim escolhem,
Eu tento melhorar, mais parece em vão,
Até pros meus pais...
Eu mim sinto igual a rapunzel...
Só queria conhecer o mundo lá fora...
Mais nem isso eu posso.
É como se eu tivesse presa
Em um lugar onde não tivesse saída...
A final quem sou eu?
É como se eu não soubesse quem sou,
E quanto mais tento descobrir mais difícil é...
Como poeta sou um fracasso
Por que quando antes era poemas de alegria...
Hoje são de tristeza.
A tristeza se instala, como um nó na minha garganta,
Um peso que me impede de respirar, de sorrir, de amar.
A tua imagem, está na minha cabeça,
Me mostrando, o que não posso ter, o que me faz chorar.
Ultimamente carrego muitas bagagens
Isso retarda a minha partida
O peso do amor ancora-me donde estou
Carlos Moreno
”O Peso da Carência”
Estou no auge da minha carência. É como se bastasse alguém me olhar por dois segundos, alguém puxar assunto, alguém visualizar um status… e pronto: minha mente já cria uma história, uma conexão, um laço que nunca existiu. Eu me iludo fácil. Me jogo inteiro por migalhas. Me envolvo com o que nunca foi. Me perco nas minhas próprias criações.
É exaustivo viver assim, desejando o impossível, esperando ser visto por quem nunca vai me olhar. Mas é isso: eu não sei mais o que é real ou invenção, o que é desejo ou esperança. Só sei que estou cansado de viver implorando por um amor que nunca chega.
Minha estante de memórias está clamando por mais peso. Mais uma vez a submissão da vida pressiona meu âmago com seu peso divino. Pego uma caneta e uma carta e anoto o instante que se passou desde minha última anotação. Ao terminar de escrever está na hora de preencher minha estante de memórias. Pego um isqueiro e incendeio a carta. Minha estante de memórias está sendo preenchida com mais cinzas e brasas. No momento em que coloco fogo ouço a ponte se quebrar mais uma vez. Volto a caminhar ainda com a carta em chamas. Não há nada mais gratificante do que ter o futuro iluminado pelas chamas do passado.
O peso da culpa por te magoar é um fardo que carrego, e minha determinação é transformá-lo em força para te fazer feliz
Eu sei que eu tenho um coração inconstante e uma amargura,
E um olho errante e um peso em minha cabeça.
Se minha amada compreendesse o peso e a profundidade de cada sentimento que lhe escrevo, desejaria, em desespero,
refugiar-se no calor do meu abraço.
Invalidando a minha palavra ao dizer a verdade, o ímpio sofre o peso e o trauma da sua incredulidade, que pela própria consciência, traz na alma os infortúnios da sua reputação alheia.
Tirei o peso dos meus ombros e me senti mais leve;
Nutri a minha sabedoria para que eu pudesse evoluir, no qual me coubesse;
