Minha Alma tem o Peso
O perdão é o alento que sua alma anseia para a restauração de seu espírito, ou você o pede ou o aceita para voltar à vida.
O que está escrito aqui, meu ou de Ângela, são restos de uma demolição de alma, são cortes laterais de uma realidade que se me foge continuamente. Esses fragmentos de livro querem dizer que eu trabalho em ruínas.
Eu sei que este livro não é fácil, mas é fácil apenas para aqueles que acreditam no mistério. Ao escrevê-lo não me conheço, eu me esqueço de mim. Eu que apareço neste livro não sou eu. Não é autobiográfico, vocês não sabem nada de mim. Nunca te disse e nunca te direi quem sou. Eu
sou vós mesmos. Tirei deste livro apenas o que me interessava – deixei de lado minha história e a história de Ângela. O que me importa são instantâneos fotográficos das sensações – pensadas, e não a pose imóvel dos que esperam que eu diga: olhe o passarinho! Pois não sou fotógrafo de rua.
Já li este livro até o fim e acrescento alguma notícia neste começo. Quer dizer que o fim, que não deve ser lido antes, se emenda num círculo ao começo, cobra que engole o próprio rabo. E, ao ter lido o livro, cortei muito mais que a metade, só deixei o que me provoca e inspira para a vida: estrela acesa ao entardecer.
Não ler o que escrevo como se fosse um leitor. A menos que esse leitor trabalhasse, ele também, nos solilóquios do escuro irracional.
Se este livro vier jamais a sair, que dele se afastem os profanos. Pois escrever é coisa sagrada onde os infiéis não têm entrada. Estar fazendo de propósito um livro bem ruim para afastar os profanos que querem “gostar”. Mas um pequeno grupo verá que esse “gostar” é superficial e entrarão adentro do que verdadeiramente escrevo, e que não é “ruim” nem é “bom”.
Acorde a vida tirando os sonhos da gaveta,leve sempre uma prece no coração.
Vista se de alma e vá viver tranquilamente transmitindo amor e toda a forma de GRATIDÃO .
TRES PROFUNDEZAS DA ALMA.
Há emoções que não se anunciam. Elas chegam como uma névoa espessa, silenciosa, cobrindo os contornos daquilo que antes parecia sólido. O coração, então, perde sua linguagem comum e passa a pulsar em um idioma antigo, feito de ausências, reminiscências e pressentimentos. Sentir, nesse estado, já não é apenas reagir ao mundo. É ser atravessado por ele.
O abismo não se abre sob os pés. Ele se revela dentro. É uma fenda íntima, cavada ao longo dos anos por tudo aquilo que foi silenciado, negligenciado, adiado. Ali repousam os afetos não correspondidos, os gestos que não retornaram, as palavras que nunca encontraram voz. Quando o homem olha para esse lugar, ele não vê apenas dor. Ele vê a si mesmo, sem as máscaras que o protegeram e o aprisionaram.
E então surgem as lágrimas. Não como um gesto, mas como uma rendição. Elas descem sem pedir licença, traçando no rosto a cartografia de uma história que não pôde ser dita de outro modo. Cada lágrima é uma ruptura com a rigidez, uma recusa em continuar fingindo força onde só há exaustão. Elas não explicam. Elas revelam.
Há um instante, raro e devastador, em que emoção, abismo e lágrimas se encontram. Nesse ponto, o homem não pode mais fugir. Tudo o que ele evitou o envolve com uma clareza quase insuportável. E ainda assim, há uma estranha dignidade nesse encontro. Porque ali, no fundo mais escuro, algo começa a se reorganizar. Não como consolo fácil, mas como verdade incontornável.
Poucos permanecem nesse lugar sem se fragmentar. A maioria retorna às distrações, às superficialidades que anestesiam. Mas aquele que suporta permanecer, ainda que ferido, descobre uma forma mais austera de existência. Uma vida que não se sustenta em ilusões, mas em consciência.
E quando finalmente as lágrimas cessam, não por ausência de dor, mas por esgotamento do engano, resta um silêncio diferente. Não mais o silêncio do vazio, mas o da compreensão. Um silêncio que não consola, mas sustenta.
Porque há dores que não pedem alívio. Pedem apenas que sejam vividas até o fim. E é nesse fim, tão íntimo quanto inominável, que o ser se reconhece, não como queria ser, mas como verdadeiramente é.
Tenho tudo pronto dentro de mim e uma alma que só sabe viver presentes. Sem esperas, sem amarras, sem receios, sem cobertas, sem sentido, sem passados.
RARIDADE TE CONHECER.
Quanto mais percebo a voz de sua alma mais valorizo tua expressão de pura necessidade de ser ouvido(a) e aprecio sua conversa mesmo que seja com desabafo de suas particularidades ainda assim vc confia na lealdade e no apoio de amigo.
° ೋ✿ ° findando este dia maravilhoso de alegrias e bençãos , de sorriso no rosto e alma leve , que possamos evoluir diante das nossas dificuldades , levando no coração somente o bem que nos fez florescer as emoções de hoje ! ° ೋ✿ ° Hora de serenar e agradecer a Deus por sua proteção ° ೋ✿ °
Chega aqui, para eu poder examinar o seu rosto com as minhas mãos e ver mais fundo na sua alma do que alguma vez seria possível para uma pessoa com visão.
“A arrogância, irmã gêmea da mediocridade, é o veneno mais contundente da alma e do espírito, ela pode ferir sua vítima, mas seu dano maior será para si próprio no decorrer de sua miserável existência”.
ALMA GÊMEA
Alma Gêmea...
Chega de repente, como uma luz
para iluminar sua vida
A energia que te faz vibrar
O coração disparado à pulsar
O brilho nos olhos é evidente
O sorriso no rosto é transparente
A certeza de que o amor aconteceu
História de AMOR
que foi vivida e interrompida
A vontade de estar juntos novamente,
a sintonia que se faz presente
AMOR vivido intensamente
São emoções, sentimentos,
que não há como definir,
somente sentir!!
Não é preciso explicar,
o coração entende, sente e transcende!!
"A alma é uma coleção de belos quadros adormecidos envoltos pelas sombras. Vez por outra, entretanto, defrontamo-nos com um rosto - não precisa ser um rosto inteiro, basta uma música na voz, uma maneira de olhar, ou um jeito de tocar com a mão... - que, sem razões, faz o belo quadro adormecido acordar. Quando isso acontece, somos possuídos pela certeza de que esse rosto é o que procurávamos desde toda a eternidade... O corpo estremece...
Saudade é quando o coração quer correr de volta a um lugar
que não existe mais, embora à alma pareça que tudo ainda esteja lá.
