Minha Alma tem o Peso
Já tinha ouvido falar de alma quando crescera o suficiente para se arrepender por algo.
alma ceifada: quando sentimos uma agulhada nas costas travada é a foice da morte ceifando uma alma ...
Se você não sonhar e realmente acreditar de alma em seus sonhos, vai ser só um momento e na pior situação você desiste, então ame seu sonho para que um dia esse amor proporcione liberdade e você olhe para trás e veja que valeu a pena aprender com os obstáculos.
Peça pro teu anjo guardião te cuidar. Mas carregue na alma a sensação de gratidão, bondade e gentileza.
Não peça da boca pra fora. Peça de coração aberto.
Tenho certeza de que ele irá lhe proteger..
Algumas recordações nos trazem os sorrisos mais límpidos e sinceros que existem na alma. Alguns carinhos nos confortam e algumas palavras simplesmente nos abraçam e acolhem! E eu, do lado de cá, é claro que sorrio agradecendo por tantas bençãos que me rodeiam.
O Derramar de uma lágrima, não significa a fraqueza da alma, mas a fortaleza de um leão, que embora sempre pronto a lutar e de tanto se auto superarar, acumula dentro de si essas mesmas lágrimas, que em meio a uma tormenta, tende as liberar suas emoções, como se fosse a comporta de uma represa que já está em seu limite pronta a estourar.
Átila Negri
Olhar para experiências negativas pretéritas machuca a alma, e pode trazer consequências negativas para o futuro.
Desalmado
O homem escraviza a sua alma, em prantos luta Contra as rotas escolhidas, e na contra mão da estrada da vida, perde a direção capota e morre.
Porém a sua alma fica congelada no meio das trevas, e como um espectador da própria vida observa a desgraça que se tornou.
Essa é a pior parte de um ser humano perdido sem direção, são os conhecidos desalmados, entregues às suas convicções e as suas incertezas, dominados por vícios, vontades, e nada evoluem ao longo de suas vidas.
Muitos já vivem sem saber se estão vivos, os desalmados e amputados espirituais, pois suas escolhas errôneas os levaram ao rumo incerto.
O desalmado, soberbo, morre cotidianamente, tornando-se um zumbi, vivendo a vida sem razão de ser, esperando somente o momento da verdadeira partida.
Infelizmente nesse mundo temos um exército de milhares de pessoas, que já estão mortas, e vivem por viver, pois a morte da alma é a pior morte que o homem pode ter.
Ressuscite, torne-se humano novamente, reconheça suas fraquezas e se conserte para que Aquele que é o dono da nossa vida possa te dar uma nova esperança e a chance de mudar a sua história.
Deixemos as vaidades da vida, e vivamos como pessoas que pratique o verdadeiro amor, construindo novos caminhos para si, caminhos pautados em virtudes, sementes que deêm bons frutos , não os venenosos que matam alma.
Por isso, Desperte desse sono profundo, desate as feridas e se apegue ao que é bom para vida, ressuscite e seja feliz.
Atila Negri
—"Sede da própria alma."
Voe anseiamente!
Desapegue de tuas quimeras.
Escute isso,
incoerente morcego.
Morda-me!
E faça de minha essência,
Relevância à estranheza
Voe inevitavelmente!
Enlouqueça!
Arda pela tentação.
Voe pelo breu vasto da carência.
Mostre tuas asas
trêmulas à degustação!
Desperte-se pelo deserto
de vastos lírios
da provocação.
Seduza os pobres
espíritos que
anseiam de obsessão.
Enojado de discrepâncias,
Logo,
Deves estar efêmero à tolerância.
Termino tua sede,
Vivido à
conscientizar tua arrogância.
(Autora; Sther de'Lavíe)
“Fé é Caminho”
Fé não é ver com os olhos da face,
É enxergar com a alma em silêncio.
É crer quando o mundo desaba
E confiar, mesmo em meio ao indenso.
Fé é andar quando os pés já cansaram,
É sorrir sem saber o porquê.
É seguir mesmo quando os ventos
Insistem em te fazer ceder.
É semente em terra vazia,
É luz que não se pode apagar.
É muralha contra a agonia,
É abrigo quando tudo faltar.
Não se compra, não se mede em peso,
Não se explica em palavras vazias.
Fé é abraço que vem do invisível
Nos dias de noites frias.
Ela é ponte sobre o abismo,
É milagre em forma de paz.
É certeza no improviso,
É o que fica quando nada mais faz.
Quando faltar chão sob os pés,
E o medo quiser te calar,
Fecha os olhos, respira profundo —
Deus já está a te amparar.
“Mesmo Sem Ver, Eu Vou”
Quando tudo ao redor escurece
E a alma quase se desfaz,
É a fé que, quieta, aparece
E sussurra: “Ainda és capaz.”
É no abismo da incerteza
Que a esperança cria raiz.
Mesmo ferida, a fortaleza
Dentro do peito não diz “desisti”.
Resiliência é fé com cicatriz,
É seguir mesmo sem chão.
É saber que o tempo fere,
Mas também estende a mão.
Fé não exige entender,
Só pede que não se desista.
É o passo sem saber onde pisa,
É confiar na estrada imprevista.
Há dias que pedem coragem,
E outros só pedem ficar.
Mas há força até na espera —
Na vontade de recomeçar.
Resiliência é quando a dor
Não te faz negar o amor.
É cair, e ao invés de parar,
Decidir se reconstruir devagar.
Então segue… mesmo com medo,
Mesmo em prantos, mesmo só.
Pois quem caminha com fé no peito
Nunca está, de fato, só.
“Depois da Queda, Asas”
Já chorei por quem não viu,
Já dei tudo a quem partiu.
Confiei de alma aberta,
E encontrei porta deserta.
Doeu…
Como só dói o que é real.
Mas até na dor mais cruel
há algo essencial:
A decepção não é o fim,
É um início camuflado.
É o corte que ensina o sim,
É o chão que firma o passo.
Aprendi que nem todo abraço
vem com amor de verdade.
Que nem todo sorriso sincero
é sinônimo de lealdade.
Mas também aprendi a mim mesma.
A me ouvir, me acolher, me bastar.
Descobri que a dor é professora,
Mas que eu posso levantar.
Hoje, sigo com menos peso,
com mais fé e coração em paz.
Não esqueço o que me feriu,
mas não deixo que isso me desfaz.
Resiliência é isso:
ter sido partido e ainda ser inteiro.
É olhar pra trás com coragem
e dizer: “Eu cresci primeiro.”
E se vier outra decepção,
que venha… já aprendi:
Não me perco por quem vai,
me reencontro em mim — e prossegui.
Fé Inabalável
Quando tudo escurece e o chão desaparece,
Quando o mundo desaba e a alma enfraquece,
É aí que a fé, silenciosa, aparece —
Não como fuga, mas como quem permanece.
Fé não é ausência de dor ou de pranto,
É caminhar, mesmo trêmulo, em meio ao quebranto.
É crer que a luz, ainda que distante,
Brilhará firme no olhar de quem é constante.
Já caí mil vezes, me feri no caminho,
Mas nunca estive, de fato, sozinho.
A cada tropeço, Deus me ensinava:
A dor que machuca é a mesma que lava.
Não me curvo ao medo, nem à solidão,
Minha força vem da oração.
Superar é verbo que nasce na alma,
É guerra travada com fé e com calma.
Hoje eu sou prova viva e pulsante,
Que a fé que não quebra é a que segue adiante.
Pois mesmo em ruínas, um novo começo
Se ergue mais forte, com brilho e apreço.
CANTO DA VITÓRIA MAIS DIFÍCIL
No silêncio da alma ferida,
Quando o mundo virou suas costas,
Lutei com as armas da fé escondida,
Na trincheira das horas mais tortas.
Não foi glória com luzes e palmas,
Foi suor, foi joelho no chão,
Gritei com a dor presa na calma
E ouvi meu próprio coração.
Cada passo, um abismo vencido,
Cada noite, um choro contido,
Cada “não” que o mundo gritou
Foi semente que em mim floresceu.
Me chamaram de fraco e caído,
Mas não viram o que renasceu:
Um gigante forjado em segredo,
Que caiu… e depois se ergueu.
Essa vitória não tem medalha,
Não tem faixa, nem multidão,
Mas carrego no peito a muralha
Que ergui com cicatriz e oração.
Por isso, se ouvir meu canto,
Saiba: é de guerra e de amor,
É da dor que virou acalanto,
É da cruz que virou esplendor.
Hoje canto a vitória mais rara,
Não a fácil, comprada ou banal —
Mas aquela que nasce na cara
Do fundo… e termina imortal.
“Entre Silêncios e Muralhas”
No espelho da parede, um vulto se ergue,
Sereno e firme, mas a alma não sossega.
Olhos que falam de lutas caladas,
De noites em claro, de estradas cansadas.
Na pele, o tempo talhou sua marca,
Mas no olhar — um aço que nunca se quebra.
Não há vaidade, há essência contida,
Feita de escolhas, perdas e vida.
Um guerreiro sem espada empunhada,
Luta com o verbo, com a dor disfarçada.
Diante do muro, não recua nem teme,
Pois sabe que a alma é o que mais o sustenta.
Camisa escura, semblante fechado,
Mas dentro — um universo guardado.
Reflete no branco a própria missão:
Ser inteiro, ser ponte, ser chão.
E mesmo sozinho, na dobra do tempo,
Há fé nos seus passos, há sol no silêncio.
Pois quem já caiu, mas decidiu levantar,
Carrega no peito o poder de mudar.
“Entre Cachos e Sorrisos”
Num vestido claro, brilha a essência,
Olhar sereno, alma em presença.
Nos cachos longos, dança a poesia,
Feitos de sonhos, luz e harmonia.
O sorriso acende a noite calma,
Como quem fala com a alma.
É farol em tempo nublado,
É flor que resiste ao passado.
Seu semblante guarda doçura,
E na postura, a fé mais pura.
Mulher de força e de ternura,
Espalha encanto, cura e altura.
Na moldura simples do lar,
Brota um céu particular.
Pois onde ela passa, floresce
Tudo aquilo que a vida enobrece.
