Minha Alma tem o Peso
Quando o vi dançar, fiquei fascinado. Descobri o que eu queria fazer pelo resto da minha vida. (sobre James Brown)
Estou fazendo isso porque finalmente conheci alguém com quem quero passar o resto da minha vida. Nunca pensei que aconteceria comigo.
Não é que deixei de sonhar. Apenas percebi que tenho que fazer da minha vida a extensão do meu sonho, e não fazer da minha vida um sonho. Transportar meus sonhos para a realidade e os realizar. Me permitir ter mais e mais com o que tenho e fazer sempre o melhor, assim terei o suficiente.
Tudo o que eu sonhei está a minha frente..Está em nossas mãos, é a nossa vida.Cada escolha sempre determina o que vem em seguida.
Eu não vou atacar sua doutrina, nem sua crença, contanto que elas não mexam com a minha liberdade. Se elas acharem que pensar pode ser perigoso, se elas acharem que questionar é um crime, então eu as atacarei, uma a uma, porque elas escravizam a mente dos homens.
Um dia talvez. Daqui um ano, ou um século. Você vai aparecer na minha porta e me deixar te mostrar o que o mundo tem a oferecer.
Saudades... Saudades que não sai da minha vida,
Deita comigo e não me deixa dormi,
vou trabalhar e ela vem junto do meu lado,
tento mudar o meu pensamento,
mas é a saudade que vem em todos os momentos...
Não aguënto mas sentir saudades,
Deixa eu matar ela para que ela não me mate,
Deixa eu tiver para eu me sentir melhor
Eu ti adoro!!!
Há Vida na Morte.
Uma rosa, uma oração.
A paz no meu silêncio.
Minha profunda gratidão.
Um adeus, uma ida sem volta.
A permanência da ausência.
O estar longe dos olhos,
Mas tão dentro de mim.
Uma vida, na morte.
Uma partida, um choque.
Lágrimas que se vão... Solidão.
Imagens que se dão,
Memórias... Amplidão.
Saudades que fica.
Relembra vidas, libera emoção.
Silêncio!
Há vida na morte.
Vagueia, toca e chega,
Beija e se vai.
Agradeço por tua existência,
Mesmo que da morte te espreita,
Tu em mim,
Tens grande certeza,
Não morrerás jamais.
Cada átomo de sua carne me é tão querido quanto a
minha própria; na dor e na doença, ainda seria querida. Sua mente é o meu tesouro, e se se fosse, ainda seria o meu tesouro: se você enlouquecesse, seriam
meus braços que a segurariam, e não uma camisa-de-força... o seu aperto, mesmo
em fúria, teria um encanto para mim: se se lançasse selvagemente contra mim,
como aquela mulher se lançou hoje de manhã, eu a receberia com um abraço, pelo menos tão bondoso quanto restritivo. Eu não me esquivaria de você, repugnado, como me esquivei dela: em seus momentos de calma, não teria outro vigia ou
enfermeiro além de mim; e eu me curvaria sobre você com incansável ternura,
mesmo que não me desse nenhum sorriso em troca; e jamais me cansaria de olhar dentro de seus olhos, mesmo que não mais tivessem um raio de reconhecimento
para mim.
Jamais subestime minha inteligência, não sou apenas um rostinho bonito! Sou feita de amor, humildade e ótima personalidade! Carrego em minha bagagem uma capa protetora, chamada de sabedoria e muita fé.
Devocional
Hoje, uma palavra na minha devocional me atravessou. Não como conforto imediato, mas como espelho. Ela trouxe à memória cenas de injustiças — aquelas que vemos acontecer entre pessoas, aquelas que nos atingem diretamente e até aquelas que apenas assistimos à distância. Cobranças excessivas, falácias disfarçadas de verdades, julgamentos lançados com facilidade. E quase sempre reagimos com indignação. Achamos absurdo. Injusto. Condenamos quem condena.
Mas, nesse movimento, algo me foi revelado: eu esqueço de olhar para a pessoa que mais me julga.
Sou eu.
Sou eu quem mais me cobra. Quem mais aponta meus erros. Quem revisita falhas antigas como se fossem sentenças eternas. Sou eu quem, em vez de reconhecer qualidades, insiste em enumerar defeitos. Quantas vezes fui carrasca de mim mesma? Quantas vezes fui juíza severa, algoz silenciosa, aplicando penas sem direito a defesa?
Eu não me deixo descansar. Não me concedo pausa. Não me permito respirar antes mesmo que qualquer ataque externo exista. Muitas vezes, o tribunal já está armado dentro de mim, e a sentença já foi proclamada antes que alguém diga qualquer coisa.
Carrego um dilema interno diário: julgo como erro aquilo que talvez seja apenas humanidade. Trato processos como fracassos. Transformo aprendizado em culpa. E vivo me antecipando à dor, como se isso me protegesse — quando, na verdade, só me cansa.
Essa reflexão não nasce para me absolver sem consciência, mas para me lembrar que justiça também começa no modo como me trato. Que misericórdia não é permissividade, é entendimento. E que talvez o maior ato de fé seja aprender a silenciar essa voz acusadora e permitir que a graça — inclusive sobre mim — tenha espaço para existir.
Hoje, mais do que apontar injustiças no mundo, eu escolho observar como tenho sido comigo. Porque, muitas vezes, a batalha mais dura não é contra os outros — é contra a forma como aprendi a olhar para mim mesma.
13 de Janeiro 2026
Sei que a tua boca já beijou a outra que não a minha. Sei que já amou a outros quando não me conhecia. Mesmo assim, teu carinho me tomou o peito, e hoje sem você não mais consigo ser do mesmo jeito.
