Minha Alma tem o Peso
Quando puder me mande um nude (...),
da tua alma,
Se não puder, me mande dos teus olhos.
Se não quiser, tenha sempre neles
o teu melhor sorriso.
Serve também um nude da tua voz,
ou se preferir me conte um segredo,
como fez quando me falou da sua
vontade de voar.
Me diga se quer conhecer estrelas,
se ainda tem sonhos de infância,
ou se tens desejos de mulher.
A agitação da alma, a recusa à quietude e a incompletude, características inerentes à condição humana, foram amplificadas pela pós-modernidade, através de suas rápidas mudanças sociais, culturais e tecnológicas.
CANTO II
Janela d'alma, visão
Íris líquidas pingantes
Longe, longe, coração
Ah, distâncias distantes.
Na ronda teu juízo
Envolto em madeira e terno
No bosque paraíso?
Na floresta inferno?
Se com luz,
Voo alto
Asas de Ismália.
Se na cruz,
Não falto
Mortalha.
Entre a bruma da incerteza,
onde o amor se oculta e surge,
navega a alma inquieta,
carregando o fardo do desejo,
sem regras a seguir, sem mapas a traçar,
ele simplesmente acontece,
como uma canção silenciosa,
tecendo laços invisíveis,
no carinho mútuo que floresce.
Oh, linda canção,
declaração infinita,
tua melodia é o ar que respiro,
e o momento sempre juntos,
a paixão que permanece,
um sentimento eterno,
raízes profundas,
alimentando o amor que cresce,
cada verso um anseio,
cada nota um suspiro.
Escrevi-te, amor, em dias de paixão,
quando o coração ardia,
tratando da dificuldade,
de me entregar plenamente,
sentindo o peso da incerteza,
desejando a plenitude.
O primeiro verso é um reflexo,
do desejo mais profundo,
muito mais um sonho que realidade,
lembranças de um tempo,
onde a tristeza era companheira,
a mais triste canção que já escrevi,
ecoando em meu ser.
Não me acostumo sem teus beijos,
sem teus abraços, não sei viver,
aprendi que o tempo é relativo,
meu mel, por um momento ao teu lado,
faria qualquer coisa nesta vida,
para sentir-te mais uma vez.
Amor, tu és a canção inacabada,
que ressoa em meu peito,
esperança persistente,
de que o desejo se torne realidade,
um amor pleno e verdadeiro,
que supera a incerteza,
e nos une para sempre.
Empatia, caridade, sensibilidade e discernimento, é saber enxergar a alma do outro, sem julgar a sua aparência e condição, é respeitar o espaço e o tempo de cada um, também compreender que as dores têm intensidades diversas e a manifestação de sentimentos difere entre as pessoas.
Nem sempre o que é fácil para você vai ser para o outro, também as oportunidades não são as mesmas.
Então, antes de falar, criticar e julgar, às vezes é melhor silenciar, para não aumentar a dor, nem o sofrimento de ninguém.
*A Tempestade da Alma*
Tempestade que se aproxima,
Com raios que iluminam a noite,
E trovões que ecoam na minha alma,
E me fazem tremer de medo e de dor.
Meu coração é um navio à deriva,
Que se perde no mar da minha consciência,
E a tempestade é o vento que o impulsiona,
E me faz questionar a minha existência.
Mas na tempestade, há uma beleza,
Uma força que me faz sentir vivo,
E um poder que me faz questionar,
A minha própria força e a minha própria vontade.
Então, eu me deixo levar pela tempestade,
E me perco no mar da minha consciência,
E encontro a minha própria força,
E a minha própria vontade.
A mente tenta esquecer
O coração não esquece
Os olhos podem não ver
Oque a alma padece
A vida do sonhador
É uma eterna prisão
Viver longe do amor
Morando em seu coração
"Quem se transparece não apenas mostra a carne, mas oferece sua alma para ser julgada, validada ou descartada." Dan Mena.
Sucesso no Processo!!!
Porque sua melhor versão,
você só encontrará no profundo...
da sua alma, do seu íntimo, do seu mundo!!!
Sem vc não sou nada,
Só restos pelo chão.
Sem vc sou só metade,
De uma alma sem corpo,
Sem rumo, sem direção.
Pois Teu amor é o fruto,
Que fortalece o meu ser,
E q me dá sustentação.
O que é a alma?
Diante o esquecimento!
Seria o grito de desespero um ato do espírito,
Alucinação o corpo sem alma,
Seria o resquícios de um corpo vazio...
Sem regras o espírito é ditador sem alma.
O conhecimento não te faz ser um limitado num mundo de possibilidades...
Do abismo, o legionário sai vitorioso com uma alma de pedra. Aqueles que pensam que podem derrotá-lo, e aqueles que pensam que podem comprá-lo, em breve, mas tarde demais, chegarão a conclusão que estão terrivelmente enganados!
Calma para ouvir a alma, ela sabe o caminho. Aqueles que ninguém vê, apenas você.
Silêncio inconfessável e inexplicável, quantas verdades inatas você tem a dizer.
Consciência imortal, intensamente proposital, para fazer ver, o que no escuro tem se mostrado ser.
O clamor faz perder a ação implacável de se autoconhecer.
+ Calma para ouvir a alma
O amor é feito de pequenas coisas que alimentam nosso coração e enchem nossa alma de alegria, até não aguentarmos mais e explodir pra fora do peito e sair pela boca em forma de um despretensioso eu te amo 🥰
Quando a maldade está impregnada na alma e a pessoa não gosta de vocē , ela só se senti feliz quando consegue te ver triste .
Frankenstein: Combustão da Alma
Na solidão que em mim atinge, ecoa,
Um ser melancólico, um mar em mim que entoa.
Frankenstein, meu nome, carrego com pesar,
Aberração ou não, quem pode julgar?
Uma mistura de emoções a escrever,
Palavras entrelaçadas, meu ser a se perder.
Orgulho, meu tormento, que queima e fere,
Mas é também a chama que em mim persiste, austero.
Quero ser o melhor, mas o preço é alto,
Uma batalha constante, um caminho exaltado.
Desistir, às vezes, parece tentador,
Mas meu orgulho é forte, um leão em meu interior.
A combustão do orgulho me faz sentir vivo,
Uma labareda ardente, um fogo que incentiva.
Dor de ser queimado vivo, consome-me devagar,
Espelho, espelho meu, quem mais pode igualar?
Nessa busca por sentido, na trama da existência,
A dualidade persiste, uma eterna resistência.
Entre a melancolia e a busca pela excelência,
Teço versos de uma vida, de uma essência.
A incerteza paira, até quando suportarei?
Como um poeta perdido, meu destino desvendarei.
No espelho, busco respostas, um reflexo de verdade,
Na dança das sombras, descubro a minha própria realidade.
Alma Velha, Coração Novo
Nas costas curvadas, a dor dolorida,
Um fardo pesado, a alma oprimida.
Carrego um mundo, qual Atlas cansado,
Quanto tempo suportarei, ao peso ligado?
Sussurros ao lado, demônios ou anjos?
Quem julgará esses seres estranhos?
Sou um demônio com sorriso encantador,
Ou um anjo de coração podre, sem fulgor?
Em versos perdidos, noite após noite,
Peço socorro, na escuridão açoite.
Será que alguém vê, entre rimas e letras,
O ser que sofre por trás destas feridas abertas?
Um poço sem fundo, ou alma profunda,
Cada verso um grito, uma ajuda profunda.
Enxergará alguém meu ser aflito,
Através das palavras, meu sofrimento descrito?
Meu maior pecado, talvez seja a fraqueza,
No diálogo interno, a dualidade que atravessa.
Desculpa aos que esperam força em mim,
Alma velha, sangue novo, caminhando assim.
Em busca de descanso, de ombro amigo,
Entre sorrisos, risadas, meu fardo antigo.
Reconheça, por favor, meu pedido sincero,
Em cada verso, há um coração verdadeiro.
