Minha Alma tem o Peso
numa pedra deixei minha vida
tantos sonhos
irmã beba meu sangue
deixe me ver a eternidade,
nunca deixarei de tocar teu coração frio...
seja forma tocar uma musica de acorde,
beba minha alma perdida,
abandonei a luz
me abrace na escuridão,
não quero ver céu azul,
sinto minha alma viajar na eternidade,
não faça promessas,
pois ninguém voltará a vida
depois que escuridão chegar,
o sangue alimentará tua alma perdida,
veja escuridão nos meus olhos.
escute essa musica,
que ela tocou os laços da eternidade,
ninguém é um herói,
a vida só tem sentido quando chega ao fim
beba meu sangue seja minha para sempre.
Um dos segredos da minha vida: podem roubar tudo da sua vida, mas jamais conseguirão roubar o reflexo da sua alma [seu sorriso]. Se permitir sorrir, é o mesmo que se permitir existir. Abra um sorriso e liberte suas lamentações.
A alma de um ser
Ando vagando na imensidão
Minha alma entristecida com essa ingratidão
A espera do renascimento do meu coração
Estou aqui preso na ilusão
Mas cada alma pura
Se livra de ilusões escuras
Então parece a mim a solução
Uma lição ... É a minha redenção
Humor renovado
Um cálice de momentos gravados
Minha alma não esta mas calada
Se expressa no novo mundo sem precisar ser selada
Os ventos me levam até você
As vezes é difícil de crê
Que as verdades
São ofuscadas por uma eternidade
Uma mistura de elementos encantados
Em versos nosso futuro é recitado
A alma de ser
Pode desobedecer os sentidos da vida mas ela nunca ti deixa um amor esquecer
Alma Gêmea
Alma gêmea de minha alma
Busco-te sedenta, ressequida.
De amor necessitada
Muita mais que de comida.
Muito sofro de saudade
Minha sina é padecer
E não tenho outra verdade
Senão te amar e querer.
A saudade do teu cheiro
Só aumenta o meu penar
Eu percorro o mundo inteiro
Somente pra te encontrar
Nos sonhos eu te vejo
Entre um abraço e beijo
Ouço chamar-me meu bem
E assim vou prosseguindo
Nas horas que vão caindo
No dia que nunca vem.
EU SONHADOR
Olho pelo retrovisor da minha alma
E revisito com estranha calma
Meus momentos saboreados
Quando ainda, eu cheirava
A tinta fresca da vida.
Tinha, então, apurado o senso da alegria
E meus dias transbordavam de ternura
Entornava meus sons de amor por onde percorria
Da própria aventura
De ser gente.
Minhas noites eram carregadas de magia
Postada à porta uma imagem luzidia
Talvez fosse meu Anjo,
E me servia.
De espelho ali na minha frente.
Indecifrável e inteligente.
Que me guardava de mim mesma.
Onde está agora aquele ser
Quando mais dele preciso?
Por onde anda, por que não está mais comigo?
Não volta mesmo que eu implore de joelhos
Morreu?
Creio que não, apenas desistiu dos risos.
E perambula por ai tonto à espera.
De um final senão feliz, ao menos
De um sofrer menor.
Quem era?
Era o meu outro Eu, o sonhador.
Letargia
Laço apertado. Nó gigante. Amarrou a minha
Vontade de partir.
Buscar o quê?
Estática. Fico fitando nada.
Uma estranheza de não saber o que deixei passar
Sem pegar. Requisitar e nomear de meu.
E o vento chega enredando que é tarde.
Que nada volta pro lugar
Tudo é dinâmico.
Só a minha languidez é eterna
Meu estado de hibernação
Não desemboca
Pra nenhum acordar de esperança.
Se estou sem riso e sem siso
Também estão enxutos os meus olhos.
De lágrimas inexistentes que não rolam mais
Em face desfigurada e envelhecida
A viuvez de amores
Visitou-me e se instalou definitiva.
Na minha alma, no meu querer, na minha vida.
Só sei e sinto muito
Que a letargia me engoliu
Total. Inteira.
ALMA SELVAGEM.
Oh! Minha liberdade!
Dessa estrada longa e comprida vida!
Porque me prendeste?
Porque não me deste a liberdade dos pássaros, para que eu pudesse imprimir meus cantos livres e soltos. Voar, suavemente, ao sabor dos sopros dos ventos, sob os raios do sol, sob os pingos das chuvas e as brisas das brancas nuvens do céu.
Porque não me deste a liberdade de um potro selvagem, alimentando-me da verde relva, singrando, livremente, os pântanos, prados e planí¬cies, em galopes flutuantes e sem medos dos desertos da vida.
Enfim, a liberdade e a força dos animais, na busca de alimentar e realizar a vida de sonhos de alegrias, de vontades e de amores, sem o compromisso de se sentir presos pelo destino.
Oh! Liberdade!
Hoje, alquebrado pelo tempo, desgastado pelo vento, já não me resta mais tempo.
Tu vida o levaste!
Hoje, de um passado distante, só resta o lamento da liberdade que não me deste e do tempo que se foi e que, só agora percebi, passou.
Oh! Doce e querida vida!
Porque não me deste a liberdade dos livres animais, para voar como os pássaros e galopar como um o potro xucro pelas pradarias orvalhadas ou pelas areias desérticas, com a minha alma selvagem.
Mas se tudo já estava previsto e escrito que se cumpra o meu destino. É a vida!
A Namorada
Eu flutuo em uma imensa calma
E minha alma,
Pasmem é namorada do poeta.
Pessoa, Melo Neto, Varela.
E vários outros que beijo na boca
Nas noites insones e insossas.
E se eu fosse ave me casaria com um Falcão
Ou um Condor, ou mesmo um beija-flor.
Seja como for.
Meu sobrenome não rima com a dor
Que afugenta cada vez mais minha vez de ser feliz.
Perdi a vontade de brincar de faz-de-conta
Estou tonta e não vejo razão pra mentir.
Não ceifei o mal pela raiz.
Ele retorna incessantemente
Pra me desnudar das minhas esperanças.
E não sou mais criança.
Apenas um ser obscuro
Ainda com medo do escuro.
Teu abraço alimenta minha alma
Me mantém mais viva, me acalma
Se eu pudesse dele não sairia
Ficaria nele toda hora, todo dia
Ah teu abraço!
Quanto mais me falta, mais eu quero
Quanto mais longe, mais desejo
por perto
Quanto mais difícil ter, mais meu coração implora
Quanto mais tarda, mais desejo no agora
Quanto mais me foge, mais eu corro atrás
Quanto mais escasso, minha alma pede mais
Ninguém tem o abraço que você tem
Ninguém me abraça tão bem
Teu abraço me eleva e me leva pra outro lugar
Sem ser preciso me mover pra lá.
"Desperta-me deste sono em que dormente, minha alma leva-me aos céus como meu guia, vagando e perdida vou cegamente, da vida e dos amores, já esquecida."
Quero Atenção, apenas isto.
Interiorizo-me logo minha alma fala, em sussurros chama por ti, a tua falta que tormento provoca, anseios e mais anseios são gerados em torno de ti, infortúnio que traumatiza, vazio que se eterniza, cobiço por tua presença, possuir-te me basta, vem e me preenches, quero me expor, sem reservas, sem limites , sem pudor, antidoto és para minha solidão, esteja comigo clama meu coração, quero você agora, apenas você, preciosa atenção.
Quem sou eu ?
Sem mascara, mas nada oficial, minha alma é clandestina, mudo em minutos ,
vivo a espreita, me descubro a cada segundo,
sou estranho ? sou louco ? sou eu?
vivo no ápice, a superfície não me fascina , vou voando, permito-me voar, alçar voos eminentes cada vez mais, não me entendo, uma incógnita é isso que sou , desconhecido que perambula, andando nas veredas , tentando saber a verdade e os detalhes fragmentados de quem sou.
