Minha Alma tem o Peso
Respira, respira e respira....apenas três segundos para escutares o que o outro está dizendo e o tempo necessário para julgares melhor!
Tem dias que a gente acorda com medo do escuro,
Tem dias que a gente dorme sente-se inseguro,
Então quando a gente acorda e acende a luz pra ver,
Percebo que já tenho tudo e só falta você,
A cor do mar, o céu azul e o vento lá sopra pro sul
E a cor da areia se confunde com seu corpo nú.
A fé verdadeira em Cristo é a confiança sem limites de um coração convencido do pecado e que tem a Cristo como seu todo suficiente salvador; é a combinação da cabeça, da consciência, do coração e da vontade humana. Essa confiança é geralmente tão fraca que aquele que a tem, não é convencido disso. Ainda assim, como a vida na criança recém-nascida, sua crença pode ser real, genuína, redentora e verdadeira. Esse momento em que a consciência se convence do pecado, a cabeça olha para Cristo como o único que pode salvá-la e o coração e a vontade seguram a mão que Cristo conserva, é o momento em que há uma fé salvífica. Nesse momento, o homem crê.
Inclusão é quando todos têm a oportunidade de ser ouvidos, respeitados e valorizados, independentemente de suas diferenças.
Em meu jardim.
Se cada flor tem seu tempo eu aceito florescer no apropriado momento. Rego meu jardim com lágrimas, meu sorriso muitas vezes nutri as flores da minha vida tal qual os raios solares nutrem uma flor , espero que meu solo( mente e alma) voltem a ser férteis, que as folhas e galhos secos e as ervas daninhas( algumas pessoas) sejam retiradas . Que no jardim da minha vida, eu possa florescer, que meu pólen
( palavras) possa ser espalhado para nutrir a alma de muitas "abelhas".
"Há uma grande diferença, também, entre o homem que confia em Deus quando tem tudo o que precisa, e aquele que confia em Deus quando nada possui. Também, uma coisa é confiar em Deus quando a vida está segura, livre de perigos, e outra quando há perigo iminente de destruição. Penso que aqueles que vivem em perigo contínuo de morte chegarão a se cansar desta vida e desejar morrer para estarem sempre com Deus no Céu, porque nossa presente condição mortal é, na verdade, somente uma morte contínua, um exílio da glória para a qual fomos criados”
A moral da história é que uma carreira pode desaparecer num segundo. Tudo o que você tem neste mundo são as pessoas que ama.
Quando uma pessoa tem sua energia bloqueada para seu próprio uso, ela deixa de ser plenamente senhora de si. Perde sua capacidade de autorregulação.
Todo existir tem um só vetor: buscar a perfeição do seu bem, o seu maximum de perfeição com o minimum de dispêndio.
O ABC do Sertao
Lá no meu sertão pros caboclo lê
Têm que aprender um outro ABC
O jota é ji, o éle é lê
O ésse é si, mas o érre
Tem nome de rê
Até o ypsilon lá é pissilone
O eme é mê, O ene é nê
O efe é fê, o gê chama-se guê
Na escola é engraçado ouvir-se tanto "ê"
A, bê, cê, dê,
Fê, guê, lê, mê,
Nê, pê, quê, rê,
Tê, vê e zê.
Capim Novo
Nem ovo de codorna,
Catuaba ou tiborna
Não tem jeito não
Não tem jeito não
Amigo véio pra você
Tem jeito não
Amigo véio pra você
Tem jeito não, não, não
Esse negócio de dizer que
Droga nova
Muita gente diz que aprova
Mas a prática desmentiu
O doutor disse
Que o problema é psicologico
Não é nada fisiológico
Ele até me garantiu
Não se iluda amigo véio
Vai nessa não
Essa tal de droga nova
Nunca passa de ilusão
Certo mesmo é
Um ditado do povo:
Pra cavalo véio
O remédio é capim novo
Dezessete e Setecentos
Eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Dezessete e setecentos!
Dezesseis e setecentos!...
Mas se eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Porque dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...
Mas se eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...
Sou diplomata
Freqüentei academia
Conheço geografia
Sei até multiplicar
Dei vinte mango
Prá pagar três e trezentos
Dezessete e setecentos
Você tem que me voltar...
É dezessete e setecentos!
É dezesseis e setecentos!
É dezessete e setecentos!
É dezesseis e setecentos!
Mas se eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...
Mas olha aqui
Se eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...
Eu acho bom
Você tirar os nove fora
Evitar que eu vá embora
E deixe a conta sem pagar
Eu já lhe disse
Que essa droga está errada
Vou buscar a tabuada
E volto aqui prá lhe provar...
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
É dezessete e setecentos!
É dezesseis e setecentos!...
Mas se lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Porque dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...
Mas rapaz olha aqui
Se eu lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas é dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...
Mas se lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Porque dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...
Não, pera aí
Mas se lhe dei vinte mil réis
Prá pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos!
Mas porque
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...
Mas olha aqui rapá
Dezesseis e setecentos!
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Mas não é dezessete e setecentos?
Dezesseis e setecentos!
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos!...
Então deixa
É por isso que não gosto
De discutir com gente ignorante
Por isso é que o Brasil
Não "progrede" nisso...
Ovo de Codorna
Eu quero um ovo de codorna pra comer
O meu problema ele tem que resolver (bis)
Eu tô madurão
Passei da flor da idade
Mas ainda tenho
Alguma mocidade,
Vou cuidar de mim
Pra não acontecer
Vou comprar ovo de codorna
Pra comer
Eu quero um ovo de codorna pra comer...
Eu já procurei
Um doutor meu amigo
Ele me falou
"Pode contar comigo"
Ele me ensinou
E eu passo pra você
Vou lhe dar ovo de codorna pra comer
Eu quero um ovo de codorna pra comer...
Eu andava triste
Quase apavorado
Estavam me fazendo
De um pobre coitado
Minha companheira
Tá feliz porque
Eu comprei ovo de codorna pra comer
Eu quero um ovo de codorna pra comer
O meu problema ele tem que resolver
Inquietação
Tem uma raiz se expandindo
Com um caule já à mostra;
Breve uma flor há de nascer
Neste teu coração de concreto.
Nesta vida industrial
Onde tudo tem prazo de validade
Onde pessoas são ferramentas
Onde objetos tem sentimentos
Todo mundo é substituível
Descartável, útil ou inútil
Apenas um produto a ser fabricado
Comprado. Consumido.
Depois jogado no lixo.
Toda empresa tem uma "razão social" para existir, mas geralmente a maioria utiliza e a mesma para colocar o sobrenome do dono apenas.
