Minha Alma tem o Peso
Queridos irmãos e amigos, sobre esse tema “Nova Ordem Mundial” que tem perturbado, mesmo tirado o sono de muita gente, principalmente por estarmos vivendo o que o Apóstolo Paulo disse: “Nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos”
(II Timóteo 3:1)
Eu gostaria de compartilhar minha visão sobre tudo isso :
“Quem tem o SENHOR não teme, ele busca sabedoria e entendimento espiritual mas não nos homens segundo suas interpretações da palavra. Só o Espírito Santo pode nos ajudar a compreender, paulatinamente, os mistérios da palavra, na medida que o SENHOR permitir.
A confiança e esperança e fé são mais importantes e necessários que buscar, agora, ver além do marco”
Em nome de Jesus Cristo, amém !!!
Ney P. Batista
Jun/14/2021
“Não desista da sua viagem porque a estrada tem buracos, nem fique o tempo todo desviando deles, mude de caminho”
Ney P. Batista
Jul/15/2021
“Em geral, quando se tem tudo não se tem nada, porque nada tem real valor, tudo são apenas números que o mundo pode subtrair. Ao contrário disso - quando não se tem nada, mas se tem tudo, tudo que o mundo não pode tirar, a vida é abundante em virtude, alegria e satisfação…”
Ney Paula B.
Nem tudo que parece simples, é!
A maioria das criaturas, que tem conhecimento dos reinos de glória, almeja alcançar o reino celestial e para isso vive esforçando-se para viver, desde já, as características que definem os seres qualificados para esse reino ou grau de glória, sem no entanto se dar conta de que o querer, é necessário, mas nem sempre significa poder.
Não há dúvida de que é importante ter como meta alcançar o mais alto grau de glória, mas até onde vai sua consciência disso, se na maioria das vezes fazemos o que não queremos… e o que queremos fazer… não o fazemos ?
Portanto a coisa não é tão simples assim.
Quero dizer que: fundamental é que cada um de nós, primeiramente, busque o seu autoconhecimento visando otimizar sua maneira de identificar a si mesmo, de ver a vida e principalmente de como se relacionar com seus próximos. Depois disso é viver a vida tentando agradar ao SENHOR porque o próprio Salvador Jesus Cristo nos ensinou: “O Pai está sempre comigo, porque eu faço tudo o que lhe agrada.”
De resto, é preciso entender que a decisão para onde iremos após a “segunda vinda” é somente do SENHOR nosso Deus, não é nossa! Porque só ELE tem essa prerrogativa.
Ney Paula B.
Posso te dizer o que é “amor”?
Amor, assim como “amar”, tem sua raiz no termo em latim “amare”, creio eu que não é por acaso que “amar” traz com ela o substantivo “mar” senão para lembrar sua imensidão e profundidade.
O verdadeiro amor vive um sentimento de entrega incondicional.
É bom quando acontece um retorno desse mesmo amor, mas o amor verdadeiro não exige isso. Nunca faz exigências de retorno.
Para viver um amor assim é preciso preparo, treinamento prévio, para que não haja sofrimento, frustração e decepção.
É preciso entender bem alguns valores que são requisitos realmente básicos para esse amor pleno:
-Ame a Deus de todo o coração, alma e mente.
-Autoconfiança: para que a inveja e o ciúme nunca roubem a paz da união. Você precisa confiar e acreditar na sua capacidade de se fazer amar
- Perdão: quem não erra?
-Paciência: fruto da consciência de que o ser humano é único…
-Respeito: principalmente pelas diferenças.
-Empatia: coloque-se sempre no lugar do outro diante de divergências...
-Providência: que não falte nada – responsabilidade, apoio, atenção, elogios, reconhecimento, carinho e zelo.
-Compaixão: sofrer junto, ajudar a carregar o fardo do outro – aliviando sua dor.
-Sinceridade: a verdade é fundamental, mas quando tiver que falar, primeiro embrulhe, como se fosse um presente, e depois entregue. Para que você tenha uma grande chance de essa verdade ser aceita.
Enfim, amar é nutrir um sentimento que vai além dos planos..., esse tipo de amor tem propósitos eternos.
Ney Paula B.
Entre a conversa de dois homens, existe uma disputa em um sobressair-se ao outro. Homens perdem tempo se autoafirmando, ao invés de conquistando.
Tem gente que diz para não desistirmos nunca. Discordo. Prefiro dizer: persista com coragem e comprometimento, mas aprenda a desistir com inteligência.
O que Deus tem para você é grande, menina! Não se apavore, não estremeça, persista! Confia que você é forte, que você consegue, que há propósito no que o seu coração te pede. Escute o seu íntimo, a sua essência. Não se desvie do reto e saiba que nessa caminhada Deus está ao teu lado!
Levanta a cabeça, olha a vista! E não para de andar, de persistir e de lutar. Teu passo pode até ser devagar, mas saiba que sairá vitoriosa, porque és testemunho de fé do altíssimo!
Dias melhores virão, minha pequena flor, e você sairá vencedora.
Ainda há muito o que se viver, aprender e se lutar. Força! Persista e confie nos planos de Deus.
Confie nos planos de Deus, menina. Tudo tem um porquê, mas não te cabe decifrar os motivos e sim viver. Confie!
@keylak.holanda
Tá escutando? São os gritos das mulheres que se libertaram e que agora têm voz, são os gritos pela igualdade e o fim do chicote das palavras e das agressões.
Te incomoda? Desculpe, mas não vamos mais parar!
8 de março, é no olhar do ser que se vê o futuro.
Parabéns, a todas as mulheres!
@keylak.holanda
Bússola…
Imagine que a vida é como um grande navio navegando em alto-mar. Cada um de nós tem uma bússola interna, calibrada com nossos valores e princípios, que nos guia através das tempestades e calmarias.
Se começarmos a seguir a direção indicada por bússolas de outros navios, que apontam para polos diferentes dos nossos, corremos o risco de nos perder em águas desconhecidas e perigosas.
Assim como um capitão que confia na sua própria bússola, devemos ouvir apenas aqueles cuja direção ressoe com a nossa essência. Afinal, não é sobre a rota que os outros traçam, mas sobre a jornada que escolhemos fazer.
Boi de piranha…
A expressão "boi de piranha" tem sido pronunciada com a leveza de quem acredita tê-la compreendido por completo. Ela é evocada, muitas vezes, como um atalho linguístico para justificar decisões pragmáticas, friamente calculadas, em que um indivíduo ou elemento de menor "utilidade" é sacrificado em prol do avanço do coletivo. Porém, será que essa interpretação trivial esgota sua complexidade? E mais: será que a escolha do "boi" realmente denuncia sua suposta inutilidade ou, paradoxalmente, expõe a fraqueza daqueles que permanecem protegidos pela margem, à espera de um ato que os poupe da voracidade do mundo?
Imagine o cenário: um boi é conduzido ao rio infestado de piranhas, um animal que, na narrativa popular, é descartável, o elo mais frágil da corrente. Ele é jogado, destinado a ser devorado, enquanto os outros atravessam em segurança. Essa imagem inicial, aparentemente óbvia, esconde uma inversão que poucos ousam considerar: o verdadeiro sacrifício não é do boi, mas da própria dignidade dos que o escolhem. Pois, ao dependerem de um estratagema tão sórdido, esses sobreviventes revelam não uma força meritocrática, mas uma debilidade moral que os torna incapazes de enfrentar os próprios predadores.
E o boi? Esse, ao ser lançado à correnteza, não é apenas um peão descartável, mas o pilar que sustenta a travessia. Ele, na verdade, carrega o peso da incapacidade alheia, da covardia disfarçada de estratégia. Será que o boi é descartável? Ou será que ele é, em última análise, o único elemento da equação que realmente cumpre sua função de maneira plena? O sacrifício do boi não denuncia sua inutilidade — pelo contrário, é justamente sua utilidade que o torna sacrificável. Afinal, a escolha recai sobre aquele que, de alguma forma, ainda tem algo a oferecer, mesmo que seja sua carne. E quem resta na margem, a salvo, o que oferece?
Agora, observemos o outro lado da questão: e se o sacrifício do boi não for mais do que um artifício para mascarar a mediocridade coletiva? Se o "boi de piranha" é necessário para que o grupo avance, isso não implica que o grupo, em si, é incapaz de avançar sem ele? O gesto de apontar um para o sacrifício não seria, então, o reconhecimento tácito da própria insuficiência? No fundo, quem são os verdadeiros inúteis? Os que atravessam, carregados pela ausência de mérito, ou aquele que, mesmo ao ser condenado, cumpre seu papel com a dignidade de quem sustenta o avanço dos outros?
Há, portanto, uma ironia subjacente na metáfora do boi de piranha. Ela não apenas questiona a relação de valor entre o indivíduo e o coletivo, mas também expõe uma verdade incômoda: muitas vezes, o sacrifício de um não é a evidência de sua menor importância, mas a demonstração de que o restante não tem outro meio de prosseguir sem recorrer a esse ato. O boi, em sua morte, é mais útil do que a soma dos que vivem às suas custas. E o que isso diz sobre nós, enquanto seres sociais, quando dependemos de uma perda para justificar nossa continuidade?
Ao fim, resta a dúvida que inquieta a mente: o sacrifício é mesmo uma questão de utilidade ou inutilidade? Ou é apenas a prova de que nossas estruturas, por mais que pareçam lógicas e funcionais, muitas vezes se sustentam sobre a fragilidade de um gesto desesperado? Talvez, o boi de piranha não seja quem perde a vida, mas quem, no conforto da travessia, acredita tê-la preservado.
Futebol Europeu: marketing e monopólio…
O Mundial de Clubes, com sua vitrine global, tem, a meu ver, exposto uma faceta curiosa e talvez conveniente do futebol europeu. Observamos clubes, frequentemente alçados ao patamar de intocáveis por sua suposta excelência técnica, demonstrando uma notável fragilidade diante de condições que escapam ao seu ambiente meticulosamente controlado. É como se fossem atletas cultivados em estufas, habituados a um cenário de perfeição, e que, confrontados com a pressão de uma realidade mais crua, revelam uma inesperada vulnerabilidade. Essa percepção se intensifica quando imaginamos essas equipes em um contexto como a Libertadores, por exemplo. Duvido que muitos clubes europeus, se é que algum, conseguiria suportar a intensidade de uma partida na altitude, com a paixão avassaladora das torcidas sul-americanas e em campos que, nem sempre, são os impecáveis "tapetes" a que estão acostumados. É fácil prever que, nessas condições, muitos de seus jogadores recorreriam à equipe médica antes do apito final.
Essa mesma dinâmica, inclusive, pode lançar luz sobre a inconstância de desempenho de diversos jogadores brasileiros quando retornam para defender a Seleção Nacional. Acostumados com a infraestrutura de ponta, os gramados perfeitos e uma pressão diária, talvez, mais branda em seus clubes europeus, esses atletas frequentemente encontram um abismo ao retornar ao futebol sul-americano. Aqui, a intensidade é palpável, a marcação é implacável e a cobrança, tanto da mídia quanto das torcidas, atinge níveis estratosféricos. Essa transição do conforto europeu para a intensidade aguerrida do futebol daqui parece ser um fardo pesado para alguns, explicando a discrepância entre sua performance em clubes e na seleção.
Minha profunda desconfiança é que o futebol europeu, em sua essência, é uma obra-prima do marketing, meticulosamente construída ao longo das décadas. Um investimento colossal em publicidade, infraestrutura e promoção culminou na metamorfose da UEFA Champions League em um fenômeno global, quase um "campeonato mundial" não oficial. Essa percepção, embora possa ser uma ilusão magistral, é o pilar do sucesso comercial que os europeus colhem. É essa aura de "o melhor do mundo" que atrai os maiores patrocínios, garante os contratos mais vantajosos de direitos televisivos e, consequentemente, permite que os clubes ofereçam salários astronômicos a seus jogadores. Nesse palco, o valor de mercado de um atleta, especialmente aquele que já atua em solo europeu, atinge cifras que parecem desafiar a lógica, muitas vezes infladas não pelo seu talento intrínseco, mas sim pela colossal máquina de marketing que os envolve.
Historicamente, nós, sul-americanos, nos destacávamos pela pura técnica e a inata habilidade individual, enquanto os europeus eram reverenciados por sua disciplina tática, estratégias apuradas e um coletivo forte que os impulsionava a uma posição de destaque no cenário global. Essa combinação de estratégia, disciplina e organização, frequentemente complementada por talentos individuais notáveis – que, em sua esmagadora maioria, eram jogadores sul-americanos comprados a preço de "banana" – era a receita do sucesso. Ao vestir a camisa de um time europeu, esse mesmo talento ganhava um valor astronômico e, por vezes, um passaporte privilegiado para ser eleito o melhor do mundo. Afinal, é uma realidade inegável que, na prática, esse título ou a própria oportunidade de ser considerado para ele dificilmente se estende a jogadores que atuam em qualquer parte do mundo que não seja a Europa.
O título de melhor jogador do mundo, até hoje, é concedido exclusivamente a quem atua na Europa. Essa restrição, a meu ver, não apenas evidencia um esquema de favorecimento aos europeus, mas também cria um incentivo irresistível para que todos os jogadores talentosos do mundo queiram, e necessitem, atuar por lá. Curiosamente, num passado não tão distante, a maioria desses prêmios individuais era detida por sul-americanos, uma prova irrefutável do nosso talento inato e um grande chamariz para tantos sonhadores do nosso continente. Isso, obviamente, realimentava o ciclo de "colonização", onde nossos craques eram levados para o Velho Continente.
No entanto, com a inegável ascensão do futebol sul-americano no cenário mundial, não só em força técnica e tática, mas também em prestígio e, importantemente, financeiramente, tenho observado uma mudança sutil, mas perceptível. Agora, parece que há uma tentativa, quase que uma forçação de barra, para que esse título de melhor do mundo seja sempre atribuído a jogadores europeus. Em outras palavras, a estratégia pode ter mudado, mas a intenção primordial permanece a mesma: perpetuar a narrativa de que os europeus são, invariavelmente, os melhores.
Acontece que os times sul-americanos estão em plena ascensão, desenvolvendo administrações mais robustas, implementando esquemas táticos mais sofisticados e aprimorando sua disciplina em campo. Essa evolução notável é um reflexo direto do desenvolvimento de nossos próprios treinadores e, também, da crescente atuação de técnicos europeus e de outras nacionalidades no futebol sul-americano, especialmente no Brasil. Os resultados dessa transformação estão se manifestando claramente no Mundial, onde a "máscara" europeia parece estar sendo progressivamente arrancada.
A performance dos times brasileiros demonstra que, com disciplina e uma estratégia bem definida, aliadas aos nossos talentos individuais – que, em muitos aspectos, são infinitamente superiores aos europeus –, podemos reverter essa narrativa. Minha crença é que, se os clubes sul-americanos tivessem a oportunidade de disputar a UEFA Champions League, os europeus teriam que suar muito mais por esse título tão cobiçado. E, inversamente, se os europeus se aventurassem a jogar a Libertadores, com suas altitudes desafiadoras, as viagens extenuantes e todos os outros contratempos que a competição impõe, suas chances de sucesso seriam consideravelmente reduzidas. É hora de a verdade e a justiça virem cada vez mais à tona. Está na hora de deixarmos de ser meras colônias e, finalmente, assumirmos nosso merecido posto de protagonistas no cenário do futebol mundial.
Você não veio até aqui pra parar. Deus ainda tem capítulos extraordinários pra escrever na sua história!
