Migalhas de Amor

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Amar é começar de novo qtas vezes forem necessárias! Pois o verdadeiro amor nunca acaba, muitos vezes é sufocado por nuvens escuras, mas ao expulsar estas nuvens, podemos visualizar um lindo sol que brilha e nos sorri trazendo consigo novos tempos e lindos momentos! Por isto não desisto de vc meu gde e único amor! Te amo hoje e sempre!

Eu sei que o tempo pode afastar a gente
Mas se o tempo afastar a gente
É porque o nosso amor é fraco demais
E amores fracos não merecem o meu tempo...♪♫

Nem a morte vence o amor, pois Jesus morreu e ressuscitou.

A história de amor mais inocente começa com um olhar, passa ao sorriso, chega ao aperto de mãos às escondidas e acaba com um beijo e um sim.

Fico pensando, imaginando como pode ser tão grande o amor que sinto por ele!
Mas é impossível amar sozinha, não vale a pena!
Eu queria que ele me notasse. Que pena que é só ilusão!
Mas fico desejando que exista um remédio para curar feridas do coração!

Então, sim, ao amares teu inimigo, estás a amar um irmão. É esse o motivo por que o amor ao inimigo é a perfeição da caridade, já que a caridade perfeita consiste no amor aos irmãos. Ama e fazes o que quiseres; se te calas, cala-te por amor; se falas em tom alto, fala por amor; se corrigires alguém, faze por amor. Pois é preciso amar o homem e não o seu erro. O homem é obra de Deus, o erro é obra do homem. Ama a obra de Deus e purifica as obras do homem. Se existe o inimigo é porque existe o erro. Retira o erro e em vez de enxergares um inimigo, contemplarás um irmão.»

Há quem diga que as histórias de amor têm que ser tristes; eu acho que basta que sejam verdadeiras.

Acho que é verdade
Eu não sou bom em ficar só por uma noite
Mas eu ainda preciso de amor
Pois sou apenas um homem

Tanta gente falando de amor, e poucas sabendo amar.
Tanta gente falando de Deus, e ainda não aprendeu sequer um ensinamento que Eles nos deixou: não julgais!
Perde-se tanto tempo preocupados com a vida dos outros, o que o outro é ou deixa de ser, faz ou deixa de fazer. Que lhe seria mais útil cuidar da sua própria vida.
Vamos nos preocupar menos com a vida dos outros, vamos apontar menos o dedo para mostrar o que vc julga erro na vida dos outros, vamos nos colocar cada um em seu lugar e parar de achar que somos melhores que os outros.
Pare de arrotar santidade,
Pare de se sentir superior,
Pare de se achar o certo e os outros errados.
Afinal vc é ser humano e pecador. Santo só Jesus cabe a Ele julgar.

Que tal brincarmos de vida? Cada um cuida da sua!

“Aquele que está convertido de fato, estará tão cheio do amor de Deus que almejará comunicar a outros a alegria que ele próprio possui.”

Que este novo ano seja realmente o ano de paz, de atitudes positivas e progressas. Que o amor seja inspirador e a paciência determinante ao nosso convívio. Que tenhamos saúde no corpo e na alma e que sempre possamos ter fé e acreditarmos em nós, seres humanos. Renovação positiva e luz no caminho. Feliz Ano Novo!

Crimes passionais

Os verdadeiros crimes passionais são os sonetos de amor.

Mario Quintana
Caderno H. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.

Na verdade, eu acho que a amizade e o amor são exatamente a mesma coisa.

"É verdade: amamos a vida não porque estejamos habituados à vida, mas ao amor."

A inteligência apenas vale ao serviço do amor.

Um coração de gelo pode afundar um amor tamanho Titanic.

E se a Elena for o amor da minha vida ? E ela foi. E ela sempre vai ser um amor épico. Ao contrário do que você acredita há vários grandes amores, principalmente para um vampiro. O único jeito de encontrar outro é deixando para trás e indo em frente.

O amor pode tornar-nos imortais.

Se Eu Ficar
"Se Eu Ficar", Gayle Forman, Editoral Presença, 2010

⁠O amor é puro interesse. Se der o que a pessoa quer, ela vem. Senão, ela vai embora. É um jogo nojento.

Houve um tempo em que o amor atravessava estradas de terra, mares e continentes dentro de um envelope.


As palavras eram escritas à mão, carregando a inclinação da letra, a força do traço, as pausas do pensamento. Algumas cartas levavam perfume. Outras, uma flor prensada entre as páginas. Quase todas levavam saudade.


Quem escrevia não tinha a certeza da resposta. Esperava dias, semanas, às vezes meses. E, ainda assim, escrevia.


Talvez porque o sentimento viesse antes da comunicação.


Hoje, carregamos o mundo inteiro na palma da mão. Uma mensagem atravessa oceanos em segundos. Vemos quando a pessoa está online, quando digitou, quando visualizou. Nunca foi tão fácil chegar até alguém.


E, no entanto, nunca pareceu tão difícil alcançar uma alma.


Falamos com muitas pessoas ao mesmo tempo, mas raramente permanecemos em alguma conversa tempo suficiente para que ela crie raízes. Colecionamos contatos, curtidas, notificações e distrações. Estamos conectados por sinais invisíveis, mas separados por muralhas emocionais cada vez mais altas.


Vivemos uma época estranha, onde demonstrar interesse pode parecer excesso. Onde responder rápido pode ser interpretado como carência. Onde sentir muito assusta. Onde a sinceridade, tantas vezes, é substituída por estratégias.


Chamam de maturidade emocional aquilo que, por vezes, é apenas medo de se entregar.


Então me pergunto: o que movia aquelas cartas?


Não era o papel.
Não era a tinta.
Não era o perfume.
Era o sentimento que transbordava antes de se tornar manuscrito.


As palavras apenas encontravam uma forma de existir.
Hoje, para onde vai esse transbordamento?


Para onde vai o amor de quem deseja conversar sem calcular o tempo da resposta? De quem sente saudade sem orgulho? De quem gostaria de dizer "gosto de você" sem receio de parecer demais?


Talvez o problema não seja a tecnologia.
Talvez o problema seja que aprendemos a nos proteger tão bem que esquecemos como nos revelar.


E, enquanto inventamos jogos para não parecer interessados, acabamos perdendo justamente aquilo que mais procuramos: alguém diante de quem não seja necessário jogar.
Não acredito que este seja o fim das relações verdadeiras.


Mas acredito que elas se tornaram um ato de coragem.
Porque, em um mundo que ensina a esconder sentimentos, amar continua sendo a arte de deixá-los aparecer.