Mídia
A mídia é uma grande ilusionista que ilude o povo enquanto ele é roubado dos seus direitos, das suas condições, da sua vida.
Somos diariamente traídos pela mídia, pelo Estado, pelas empresas e pelo sistema educacional, que impõem uma vida de falsas satisfações. Vivemos uma rotina vazia, focada em contas e convenções, sem encontrar verdadeiro significado. O medo nos prende a uma falsa segurança, enquanto a busca por liberdade é vista como risco. Enxergar a realidade é o primeiro passo para perceber que o que nos é imposto como "normal" está errado. A sociedade nos acorrenta a uma vida sem propósito, cheia de ilusões que nos afastam da verdadeira mudança. Viver cercado por tanta “segurança” é o mesmo que perder a própria liberdade.
O poder usa a mídia para nos induzir e distrair da realidade; nisso, direitos e condições de vida nos são roubados, fazendo com que a gente, sem perceber, trabalhe cada vez mais por necessidade.
Enquanto a mídia distrai o povo com fantoches políticos, os dominantes banqueiros e megaempresários seguem roubando o povo.
É tanta gente desdenhando da
mídia tradicional, mas são poucos
que realmente prestam atenção no jornal.
A função da mídia comercial é distrair, manipular a opinião pública, criar consumidores compulsivos e dividir pessoas.
A mídia, ao colocar os holofotes sobre a política, funciona como a mão visível de uma distração cuidadosamente orquestrada. Enquanto isso, a outra mão, invisível aos olhos da maioria, pertence aos verdadeiros dominantes: banqueiros, filantropos, mega-empresários, grandes investidores e financiadores. São eles que movem as peças nos bastidores, longe das câmeras e do debate público, moldando decisões que lentamente esvaziam nossos direitos e conquistas.
Esse jogo é como um truque de mágica: somos levados a focar na mão que está à vista — debates políticos, brigas partidárias, escândalos e promessas — enquanto a verdadeira ação acontece fora do nosso campo de visão. É nesse movimento escondido, silencioso e estratégico, que os direitos desaparecem, que as leis mudam, que as condições se tornam cada vez mais desfavoráveis ao povo.
Quando finalmente percebemos o que foi feito, o truque já está completo, e os danos já foram causados. Mas poucos se perguntam como aconteceu. Por que não notamos? Porque estávamos distraídos, mirando a mão que gesticulava para chamar nossa atenção, enquanto ignorávamos a mão que realmente conduzia o espetáculo.
A questão é: quando vamos parar de nos deixar distrair por esses movimentos óbvios e começar a observar o que realmente importa — os bastidores, as conexões, os interesses maiores? Afinal, a mágica só funciona enquanto acreditarmos no que nos é mostrado e não olharmos além do que nos é permitido ver.
Estamos vivendo a era da alienação política, onde a grande mídia se submete a um sistema corrupto que atua incessantemente para aprisionar os analfabetos funcionais que ela própria formou, mantendo corruptos no poder e conduzindo a nação ao caos.
A deficiência será sempre vista como um problema enquanto a mídia se preocupar mais em sensibilizar telespectadores do que conscientizar quem os assiste. O olhar de pena impede que a deficiência seja vista como uma característica humana.
A Mídia dá tanto palco aos Mitomaníacos que eles acabam virando mito na Política do Espetáculo.
E não porque suas histórias sejam grandiosas, mas porque a repetição lhes concede uma aparência de verdade.
O eco constante transforma delírio em narrativa, narrativa em crença, e crença em identidade coletiva.
O palco não exige compromisso com a realidade — apenas presença, intensidade e capacidade de prender a atenção de uma plateia já cansada de distinguir o que é fato do que é versão.
Nesse teatro, a mentira não precisa ser perfeita, basta ser conveniente.
E quanto mais escandalosa, mais ela se sustenta, pois encontra abrigo no desejo íntimo de muitos: o de acreditar no que conforta, mesmo que custe a lucidez.
O mitomaníaco, então, deixa de ser apenas um contador de histórias e passa a ser um fornecedor de sentido — ainda que distorcido — para uma audiência que já não suporta o vazio.
O problema não é apenas quem fala, mas quem aplaude.
Há uma cumplicidade silenciosa entre o palco e a plateia, onde a crítica é vista como ameaça e a dúvida como traição.
Nesse ambiente, a verdade se torna inconveniente, quase indesejada, porque ela exige esforço, revisão e, sobretudo, humildade.
E assim, a política se afasta da responsabilidade e se aproxima do entretenimento.
O debate vira espetáculo, a divergência vira torcida, e o compromisso com o real se dissolve na conveniência do aplauso fácil.
No fim, não são apenas os mitomaníacos que se perdem em suas próprias narrativas — é toda uma sociedade que passa a viver delas, nelas e por elas.
A ação mais devastadora da mídia golpista, não é quando ela transforma uma mentira em verdade, mas quando ela consegue fazer com que a esquerda minta.
" sai desse mundo MÍDIA ilusionário que muitos vivem, para
apenas viver nos bastidores da vida real "
“Essa Tal Cpi Do Então Sr Cachoeira e uma tremenda babaquice de mídia mal informada entre PETISTA e tucanos...
Vida Real!!
Palavreado fútil, vocabulário inútil, mídia desgovernada, comando desastroso, caos urbano;
Irresponsabilidade arrojada, atividade improdutiva, conhecimento mascarado, educação de fantoches;
Princípios marotos, sensibilidade forjada, comportamento insalubre, desequilíbrio emocional;
Povo aculturado, trabalho escravo, sonho sem objetivo, mente alienada, homens robotizados;
Infância sem brinquedos, jovens desencorajados, mulheres afugentadas, humanidade incrédula;
Vontade sem ação, virtude sem coração, amor sem ilusão, desejo sem idealização, vida sem razão;
Argumento sem certeza, voz sem ouvidos, luta sem causa, justiça sem dono, vida real.
Há uma necessidade grande do governo[mídia] em divulgar o surgimento de uma nova classe média. A classe pobre por sua vez, comemora o acesso aos saguões dos aeroportos, exibe seus aparelhos eletrônicos, engarrafa e polui as cidades com os seus automóveis, depois, volta aos bairros distantes, onde pés se confundem com esgoto e lama, sem professores nas escolas e sem médicos nos postos. A NOVA CLASSE MÉDIA É UMA FORMA DE DISSIMULAR A POBREZA. O pobre que se considera o novo emergente, tomando como base esse simbólico poder de compra não somente pobre na questão social, pois sua miséria perpassa o significante, é pobre da expertise... é pobre da sagacidade. Sociedade igualitária é sociedade da existência do outro, é sociedade do respeito ao outro!
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