Meu nome
*Quando meu coração parar*
Não quero silêncio ou fim,
quero que o vento leve meu nome como quem espalha jardim.
Que as lembranças virem estrelas no céu de quem me amou, e cada abraço guardado seja prova do que ficou.
Quando meu coração parar,
que não parem meus versos também, pois quem ama deixa ecos vivendo no peito de alguém.
E se a saudade chegar mansa, feito chuva no entardecer, olhe para o céu sem medo — há amores que não sabem morrer.
Meus guias são fortes, aqueles que difamaram meu nome, que quiserem meu nome em ruínas, que falaram mentiras sobre mim. Já sabem que a mentira no mundo espiritual não tem perdão.
Minha história não é um monumento para o meu nome; é uma seta apontando para o Nome acima de todo nome.
Não quero vencer de modo que o meu nome seja lembrado; quero atravessar de modo que o nome de Cristo seja glorificado.
O Alquimista de Si Mesma
Houve um tempo em que meu nome era Resistência.
Eu me fiz de pedra para não quebrar,
e de muro para ninguém atravessar sem permissão.
Aprendi a ler o silêncio dos outros antes de ouvir minha própria voz,
acreditando, genuinamente, que o amor era um prêmio de consolação
para quem conseguia carregar o peso mais pesado sem reclamar.
Mas a terapia é esse outono necessário.
É o momento em que a árvore percebe que as folhas —
aquelas certezas antigas, aqueles medos vigilantes —
já não nutrem mais; elas apenas pesam.
E eu estou aqui, na delicadeza de me deixar desfolhar.
Dói nomear os fantasmas.
Dói perceber que, por anos, eu não vivi, eu apenas estrategiei a sobrevivência.
Mas há uma beleza sagrada em olhar para as mãos cansadas
e decidir que elas não precisam mais segurar o mundo.
Que elas podem, enfim, se abrir para receber.
Eu me perguntava: “Quem serei eu se a dor for embora?”
Hoje, o espelho responde com um sussurro:
Você será o horizonte, não apenas o caminho.
Será o mar, não apenas a barreira que contém a onda.
Não sou fraca por querer descanso.
Sou, pela primeira vez, forte o suficiente para admitir que sou humana.
Estou trocando a minha armadura de ferro
por uma pele que sente, que vibra e que, apesar de tudo, ainda se emociona.
Não estou apenas me curando;
estou finalmente me apresentando a mim mesma.
há dias em que eu me convenço de que existe uma conta aberta em meu nome. uma dívida antiga que eu nunca lembro de ter feito, mas que a vida faz questão de cobrar todos os dias.
talvez eu mereça. talvez cada ruína tenha sido construída pelas minhas próprias mãos. eu sempre encontro um jeito de tocar no que amo com tanta força que, sem perceber, também encontro um jeito de quebrar. construo casas para depois assistir ao teto desabar sobre mim. e o pior é que, mesmo conhecendo o roteiro, eu continuo acreditando que dessa vez será diferente.
já tentei me absolver. sentei diante dos meus erros como quem visita um velho amigo, esperando ouvir que tudo ficou para trás. mas eles nunca respondem. apenas me olham em silêncio, como espelhos que insistem em refletir a pior versão de mim.
o que mais me machuca não é perder. é nunca entender a lição. se toda dor existe para ensinar alguma coisa, então por que eu continuo repetindo o mesmo capítulo? quantas tempestades ainda faltam para que o mar finalmente aceite que eu já aprendi a afundar?
carrego um oceano de raiva que nunca encontra a praia. e uma tristeza tão antiga que às vezes parece ter nascido antes de mim. ambas dividem o mesmo peito, disputando espaço com um coração que ainda insiste em acreditar nas pessoas, mesmo depois de colecionar ausências.
eu não queria milagres. nunca quis promessas impossíveis. só queria experimentar, por um instante, a estranha sensação de receber na mesma intensidade em que entrego. descobrir como é estender a mão e encontrar outra vindo na direção contrária, em vez de mais um adeus.
mas existe uma crueldade silenciosa em continuar remando quando a maré parece ter escolhido o lado oposto. você se esforça, sangra as mãos nos remos, perde o fôlego, e ainda assim termina exatamente onde começou. às vezes até mais distante da margem.
e talvez seja isso que mais destrói o gabrieu: não o peso das derrotas, mas a dúvida de não saber se está lutando contra o mundo… ou contra si mesmo.
Se surgir pedido em meu nome, melhor confirmar comigo: pode ser transmissão paranormal.
Benê Morais
Sou um pensador. Não façam maldade em meu nome, nem usem minhas ideias para destruir o mundo. Vim para iluminar, não para destruir.
como quem encontra abrigo depois da tempestade,
teus lábios sabem meu nome antes mesmo de eu dizê-lo,
e no silêncio do toque, o mundo aprende a respirar outra vez.
“Do Outro Lado (Eu Te Reconheci)”
A noite conhece o meu nome
Sabe quantas vezes tentei
Redes vazias, mãos cansadas
E um silêncio que eu mesmo criei
O mar devolve o meu fracasso
E eu perdido em mim mesmo
Já nem sei chamar pelo amor
Até que uma voz me atravessou:
“Lança de novo”
— e algo em mim cedeu
Se antes eu precisei provar
Hoje eu só preciso ouvir
Nu de orgulho, medo e razão
Se for Tua voz a me chamar
Eu me lanço sem nem pensar
Te vi no mar e tive medo
Achei que era sombra no olhar
Mas era a Tua presença
“Sou Eu, não temas”
no caos eTua mão
me puxou de volta ao Teu sim
Voltei pro mar tentando esquecer
Mas o vazio ainda era Você
“Do outro lado…”
— eu reconheci
Não esperei, só me lancei
Porque no fim, o milagre foi
Te reconhecer
‘Muitos virão em meu nome.’
Cuidado com hipócritas e falsos profetas. Os fariseus eram doutores da lei, mas não tinham entendimento. Muitos falam em nome de Deus, mas poucos examinam a própria vida. Somente o verdadeiro conhecimento da Palavra liberta; quem vive na ignorância espiritual acaba acreditando em qualquer coisa.
Psiu..pensa em mim...
Sonha comigo...
Chama meu nome... sussurra baixinho ...
Diz que esta pensando em mim.. na mesma intensidade que estou pensando em ti...
Diz que sente falta se nao fala comigo..
Que seu dia é vazio ..seu mundo é sem cor...
Diz que me quer.. que me deseja de todo seu coracao , sua alma...
Diz que sou especial ..diferente de todas meninas que vc ja conheceu...e que se pudesse estaria aqui comigo... num piscar de olhos...
Da mesma maneira que sonho estar com vc...
