Meu nome

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Pergunta o meu nome querendo dizer Pedro.
A data do meu aniversãrio pedindo presente.
Qual a minha opinião sobre patos, bigodes, bolsas e crentes?


A rachadura na parede ouve,
nitidamente, seu quack-quack, nãoseioquelá, deuses.


E Pedro pedreiro, muito penseiro


só matraqueando seu trem
que só vai
que só vai
que só vai


E eu aqui,
já desisti de me empolgar
esperando, esperando, esperando,
só vejo um bife desfocado a tagarelar

Uma pessoa me perguntou: Porque toda a vez que você cita meu nome,você canta essa música chata e repetitiva?
Eu respondi: Porque você repete a mesma porcaria todos os dias feito um celerado e um celerado merece uma repetição chata e tosca para ser lembrado como chato e celerado!

Tem gente que fala que não gosta de mim, mas a única coisa que sabe de mim é o meu nome (e só o primeiro, pra variar).

Se o tempo esquecesse meu nome, eu continuaria anônima, fumando um cigarro de hortelã dentro de uma caverna onde constelações respiram entre morcegos e uma estrela cadente cai lentamente sem fazer barulho, lembrando que o belo é breve como a vida das borboletas que vivem apenas o suficiente para ensinar o amarelo ao girassol e o azul ao céu.
No meio do mar existe uma porta aberta, e eu entro nela como Alice atrás do coelho, atravessando algas coloridas e peixes alienígenas que guardam civilizações antigas, onde talvez eu me afogue e minha alma se dissolva na fórmula da água cintilante que colore o invisível e abriga um pássaro que nunca nasceu.
A estrela que caiu antes de nascer germina como um vaga-lume verde piscando na galáxia com altivez silenciosa, porque dois elefantes não fazem uma girafa e dois e dois são quatro apenas quando a vida vale a pena e o humor permite respirar dentro do absurdo; então guardo essa estrela no frasco do perfume da minha alma sinuosa.
Se uma palavra pudesse sangrar, eu protegeria a palavra vida para que as sementes continuassem sonhando em brotar entre arranha-céus de vidro impecável nas cidades cinzentas onde as línguas mastigam fel e o silêncio dos poetas transfunde sangue nas bocas numerosas que esqueceram como se conter diante do abismo.
Antes de eu nascer, um espelho já lembrava a avidez fatal do óvulo e do espermatozoide que decidiram minha existência no deserto concorrido dos poetas, onde a escravidão mata a racionalidade enquanto o azul permanece celeste e os pássaros planam com a tranquilidade de um homem que se debate entre o amor e a embriaguez.
E assim continuo atravessando portas abertas no oceano invisível, carregando estrelas em frascos de perfume, protegendo palavras feridas, enquanto um pássaro que nunca nasceu aprende lentamente a respirar dentro da água que lembra meu nome antes do tempo existir.

" Dei o meu nome..... sem protocolo, sem pedido."

”Se não sabem meu nome, por que acham que TAMBÉM me chamo Papagaio ou Maria Vai com as Outras? Hein?
Frase Minha 0002, Criada no Ano 2006

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

" 'Todo mundo gostou' não é argumento suficiente para eu gostar. Afinal, meu nome não é 'Maria Vai Com as Outras'!"
Frase Minha 0261, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Meu nome é comH. Nasci de Parto e vim no BicoDela (Bico da Cegonha, disseram-me)!"

"Nas Redes Sociais empenho-me em NÃO ESCREVER Textões nem Obviedades (já Exploradas) nem Coisas sem Fundamento (Suposições e Achismos) nem Mensagens de Deus (que Deus não me enviou!) e muito menos Ofensas Deliberadas! Empenho-me em me afastar disso!"
Texto Meu 0852, Criado em 2017

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"É facinho ser meu amigo. Basta acreditar (e aceitar) que meu nome não é 'Todo Mundo' e muito menos 'Maria Vai com as Outras'. É ou não é facinho ser meu amigo? Hein?"
Texto Meu 0978, Criado em 2020


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Se eu disser que a bela 'Nowhere Man', do John e do Paul, tem também meu nome na Autoria, alguém acreditaria? Não, né? Por isso nem cito muito esse assunto. Mas eu sonhei, Uai!"
TextoMeu 1361

”Se não sabem meu nome, por que acham que TAMBÉM me chamo Papagaio ou Maria Vai com as Outras? Hein?


TextoMeu 0002

como quem encontra abrigo depois da tempestade,
teus lábios sabem meu nome antes mesmo de eu dizê-lo,
e no silêncio do toque, o mundo aprende a respirar outra vez.

“Do Outro Lado (Eu Te Reconheci)”


A noite conhece o meu nome
Sabe quantas vezes tentei
Redes vazias, mãos cansadas
E um silêncio que eu mesmo criei


O mar devolve o meu fracasso
E eu perdido em mim mesmo
Já nem sei chamar pelo amor
Até que uma voz me atravessou:
“Lança de novo”
— e algo em mim cedeu


Se antes eu precisei provar
Hoje eu só preciso ouvir
Nu de orgulho, medo e razão
Se for Tua voz a me chamar
Eu me lanço sem nem pensar


Te vi no mar e tive medo
Achei que era sombra no olhar
Mas era a Tua presença
“Sou Eu, não temas”
no caos eTua mão
me puxou de volta ao Teu sim


Voltei pro mar tentando esquecer
Mas o vazio ainda era Você
“Do outro lado…”
— eu reconheci
Não esperei, só me lancei
Porque no fim, o milagre foi
Te reconhecer

"Desistir? Eu? Só quando meu corpo apodrecer e meu nome já for lenda."


Mac Jhogo

O meu nome será sinônimo de vitória sobre a invisibilidade.

O meu nome será lembrado como aquele que acreditou no impossível e o realizou.

Posso até parecer uma gatinha mas no meu RG eu sou uma LEOA.
Repete meu nome direito.

Van Escher

Meu nome não é só identidade, é cobrança.
Ele me lembra, todos os dias, que eu não posso viver de qualquer jeito.
Que minhas atitudes precisam estar à altura daquilo que eu digo ser.

*Quando meu coração parar*


Não quero silêncio ou fim,
quero que o vento leve meu nome como quem espalha jardim.


Que as lembranças virem estrelas no céu de quem me amou, e cada abraço guardado seja prova do que ficou.


Quando meu coração parar,
que não parem meus versos também, pois quem ama deixa ecos vivendo no peito de alguém.


E se a saudade chegar mansa, feito chuva no entardecer, olhe para o céu sem medo — há amores que não sabem morrer.

No limbo,
sem inspiração,
tua voz, chamando meu nome,
me trouxe de volta:
POESIA!