Meu maior Erro foi ter te Amado

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⁠Você quer me matar? Você não seria capaz nem de matar meu tédio!

Meu namorado é doido e eu sou doidinha por ele. Nosso amor é uma loucura!

É uma dor que agora machuca o meu coração,
É a triste dor da decepção,
É o tipo de dor que te arrasta para o olho do furacão,
Que faz sua vida virar uma confusão, que te joga no chão...
É nada mais nada menos que a dor da traição!

Meu coração é totalmente desarmado. Se eu amo, amo mesmo. Se eu confio, confio mesmo. Mas, o tempo, o aprendizado que vem com as circunstâncias, têm me ensinado que inocência é coisa pra andar bem juntinho da sabedoria. Meu coração é desarmado, mas grande parte dos outros não é.

Assim como o mar se apaixona pela lua e reflete a sua luz meu coração reflete o brilho do seu olhar

Se você não sabe lidar com o meu pior, com certeza não merece o meu melhor.

Se eu minto para mim, imagina pra você, meu bem

Eu fiz tudo isso sozinho
Na real, nunca pedi ajuda a ninguém
É por isso que eu não atendo
Meu celular quando ele toca

Reputação é o que as pessoas pensam ao meu respeito. Caráter é o que eu sou quando ninguém está me olhando.

Meu cérebro é apenas um receptor, no Universo existe um núcleo a partir do qual obtemos conhecimento, força e inspiração. Eu não penetrei nos segredos deste núcleo, mas eu sei que ele existe.

Meu alerta hoje é pelas pessoas que sofrem de anorexia, principalmente anorexia cerebral.

O meu olhar é nítido como um girassol
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando pra direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança, se ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...

Alberto Caeiro

Nota: Trecho de "O Guardador de Rebanhos", do livro "Poemas de Alberto Caeiro", de Fernando Pessoa (heterônimo Alberto Caeiro).

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Ai de mim! Que vazio horrível sinto em meu peito! Quantas vezes digo a mim mesmo: "Se pudesses uma vez, ao menos uma vez, apertá-la contra o coração, esse vazio seria desfeito."

Agradeça ao vento, pois sempre que ele te tocar, saberás que é meu beijo a te acalentar.

Por ti

Por ti a minha alma existe.
Longe de ti eu fico triste.
És meu riso, canto e dor.
Por ti é que às vezes choro.
És quem tanto adoro.
És meu grande amor.
Quando estas distante padeço.
Nem quando durmo te esqueço.
És minha oração preferida.
Por ti ignoro minha dor.
Por ti e por teu amor.
É que existe a minha vida.

Você nada está me devendo; Por isso, meu bem, não entendo; Porque anda agora falando de mim.

Meu coração é meu guia.
Meu instrumento é a palavra.
E minha inspiração é você.
Será que só você não percebe?

Nunca esquecerei o tempo que passei contigo. Te peço que sigas sendo meu amigo, da mesma maneira que eu sempre serei o teu.

SONETO DE CONTRIÇÃO

Eu te amo, Maria, eu te amo tanto
Que o meu peito me dói como em doença
E quanto mais me seja a dor intensa
Mais cresce na minha alma teu encanto.

Como a criança que vagueia o canto
Ante o mistério da amplidão suspensa
Meu coração é um vago de acalanto
Berçando versos de saudade imensa.

Não é maior o coração que a alma
Nem melhor a presença que a saudade
Só te amar é divino, e sentir calma...

E é uma calma tão feita de humildade
Que tão mais te soubesse pertencida
Menos seria eterno em tua vida.

Vinicius de Moraes
MORAES, V. de. Poesia completa e prosa. Editora Nova Aguilar: Rio de Janeiro. 1998. p. 254

Sou fã das voltas que o mundo dá. Não adianta, por mais idas e vindas, ah, meu amigo... O mundo gira!