Meu eu
Rosa de meu eu.
Um sim para aceitar
Aceitar para viver
Sofrer para mais ainda amar
Entender não é possivel
Ainda distante sensível
Toque de algo imperdível
Fotografias permanentes
Em sons e vídeos mentais
Sempre em meu sempre
No que se continua vivendo
Parte de um grande espaço
Tamanho é o abraço sentido
Aqui estou ainda lá
No procurar de mim,
Ainda não em meu eu,
Solto ao vento o perfume
Um leve sabor do colo mais doce
Saudoso o olhar que não mais se tem
Guardado seguro
No coracão da lembrança
As mais doces recordações
De uma História de vida
Que sem ti continuo a viver
Sendo tu uma rosa em minha vida
Vermelha como os lábios da paixão
Encantada sob o luar do amor
Em mim a flecha de um cupido
O feitiço em te olhar foi para sempre
Onde de ti não saí
mais,
De mim não mais sairás.
José Henrique
O livro precisa de movimento.
Todo livro meu, eu doo.
Mas antes de doá-lo, eu leio,
voando no pensamento.
Depois o oferto, sem receio,
e ele continua o seu voo,
livre nas asas do vento.
Caminhos tortos, decisões tardias
Anulação do meu eu
Não era exatamente o que eu queria
Sempre esperei por muito mais
Sempre almejei além do que sou capaz
Liberdade responsável, viver voraz
Emoções a flor da pele
Alegrias, tristezas, dificuldades, superações
Nada forçado, cobrado, vazio
Viver por viver, ser apenas ser...
Se eu existisse um manual do meu eu, eu leria e não entenderia, ia perguntar quem escreveu, e descobriria que foi eu.
Lembro-me daquela tarde chuvosa, em que prometi para o meu eu interior, que jamais iria deixar alguém usurpar de mim, minha paz, meu equilíbrio mental e a resiliência que a minha alma pertence.
Coraçãozinho leve, pensamentos saudáveis e uma xícara de café! O "Expírito" preso, agora espírito livre, que livra e que leva, que traz e quer paz, onde reina bonança, e boa esperança.
Meu eu...
Não sou corajosa como gostaria, nem medrosa como temia.
Não me aproximo rápido das pessoas como queria, nem me afasto como deveria.
Aprendi que no divagar do tempo, é que verei florir.
E que quando não há mais encaixe, o vento se encarrega de livrar-me.
Isso serve para o amor ou para amizade.
Mas sei também que o mesmo vento que leva, é o mesmo que se encarrega de trazer.
E é exatamente por isso, que penso mil de vezes antes de tomar decisões. Não sou de me arrepender por coisas feitas, só não posso dizer o mesmo, pelo que deixei de fazer.
Sei que a vida é feita de momentos;
Já chorei até pegar no sono,
noutro dia recolhi meus fragmentos.
Já sorri sozinha na rua e fui feliz o dia inteiro.
Já desisti de algo que tanto queria, mas já realizei o que nem imaginava.
Já me perdi e me encontrei.
Já pedi perdão e perdoei.
Estou sempre numa constante batalha comigo e com os comigos de mim.
Minha essência é a mesma de antes, só mudei o necessário para me autoproteger.
Eu sigo plantando sementes de amor sem-fim.
E por ora acredito que coisas boas estão por vir.
Porque quem espalha amor, amor recolhe e pode acolher.
Há mais primavera batendo na minha janela, do que inverno no meu coração.
E eu estou de braços abertos para dona esperança fazer a caminhada comigo.
Só tenho a agradecer ao meu Deus,
por me acordar, a _ cor _dar a tempo de viver.
E eu amo a vida, envelhecer é uma dádiva e eu não tenho escudo, só tenho horizontes!
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 05/10/2020 às 14:40 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Eu tentei ser amor,mas onde pisei só causei dor, seria o meu eu interior desfazendo aos poucos dos sentimentos que jamais puder gritar ???
Minha incompletude provoca ensejos.
Procurar meu eu, em busca de outro Tu.
Minha inconclusividade brota desejos,
De romper os limites, ver o mundo nu.
Estávamos assim, frente a frente,
Eu e o meu eu lírico,
foi um intrigante discussão...
Há tempos que ele me cobra,
me intimida, incomoda.
Sua primeira pergunta...
Que tal transformar a dor em flor?
Eu cego, no meu ego, franzi a testa e respondi...
Não consigo falar, sem a mim observar.
Só sei falar de mim,
da minha própria dor, do meu desamor...
Meu eu lírico, triste, decepcionado,
Colocou-me contra a parede e propôs-me um desafio...
Tente, ao menos tente, seja o que vier na mente.
Aprenda a flutuar, ao escrever sejas tudo. Permita-se.
Antes que eu lhe perguntasse, nem mesmo deixou que eu falasse,
Transportou-me de mim mesma, a ser outras coisas,
a ter outros olhares. Olhe em volta! Veja os versos!
Dos poetas que admiras. Eu, o eu lírico, sempre estou.
Num poema sejas flor, no outro, um gato
ou qualquer outro bicho…
Seja uma dama recatada…
Em outro uma amante debochada…
Fale como se fosses um nobre Cavalheiro,
ou quem sabe sejas, um bêbado na estrada…
Criança, adulto ou idade avançada,
liberte-se e escreva sobre tudo!
Seja o que desejares, o que na escrita te inspirares!
Na natureza sejas tudo!
Fogo, água, ar, tempestade!
Sinta e seja todos os sentimentos,
para uma escrita intensa, fundamentada.
Fale de fé, com cuidado e respeito,
fale do bem e fale do mal.
Eu já sem fôlego, entusiasmada e o eu lírico?
Não parava, pois, era infinito o seu ser,
e queria a minha escrita ampliada!
Enquanto ele falava, eu fechava os olhos
e tudo imaginava.
Desejando que ele nunca mais se calasse.
E segui caminhado na imaginação da minha estrada,
passando por eles, todos os personagens,
que na caminho me esperavam.
À medida que eu andava, percebi,
eu e o eu lírico éramos um,
ele era tudoo que eu internamente desejava.
E todos os meus futuros poemas,
há tempos moravam em mim.
Quando leio sobre um romancista mim condiciono em meu eu mais extremo de paz interior.
Quando mim vejo lendo um arquivo astrologia fico as mil maravilha com meus ancestrais .
Quando mim pego ouvindo noticiário de jornalismo fico com destreza como os meios de comunicação só vender noticias ruins coisa arcaica ultrapassadas.
hoje prefiro saber de deus todo criador de mim mesmo no tudo dessa forma fico feliz saber que eu estou na minha batalha humana para mim torna uma ser melhor .
O meu eu é tão eu
Que já não me pertenco mais
Comanda meus sonhos
A realidade nem se fala
O meu eu é tão louco
Que deve achar
Que eu não existo
Quer que eu lhe obedeça
Mas eu não concordo
Com tudo o que ele quer
Alguém tem que ser pensante
Estou numa batalha violenta
Com o meu eu
Ele é complicado, intenso
Acelerado e agitado
Ele extrapola
Tomo água
Bebo um suco
Como um doce
Bebo café
E até uma caipirinha
Tudo para lhe agradar
Mas ele quer se sobressair
Mas não me convém
O meu eu está de brincadeira
Na magia da juvenilidade
O meu eu perdia-se em teus encantos;
Via teu rosto em cada canto, era a busca incansável de te ver.
buscava-te a todo instante, se era delírio;
não sei! Era bom demais te ver!
No fascínio daquele instante, as mãos tremulam delatavam a emoção, tornando impossível de conter, a voz faltava, era sufocante, era a magia de te ver.
Oportunidade eu nunca tive
Mas disso nunca duvide
Na minha adolescência
O meu maior sonho era você.
O Meu maior tesouro foi amar você, por isso digo sempre quero ser o meu eu em você.
Em minha cabeça tudo é mais secreto duro igual concreto só eu te venero.
Eu lírico
Mas é que o meu eu lírico é muito apaixonado por uma garota. E possue ela da maneira que gostaria como inspiração. Já eu(real), também apaixonado, ainda gaguejo quando chamo de a-amiga.
Te vi, meu Eu. E você me olhou de volta com compaixão e honra! Você me viu. Eu me vi! Nós nos vimos nessa descoberta cósmica, nessa troca doce e gentil de olhares figurados. E senti o que eu sempre busquei desde a minha infância: orgulho de mim mesma.
"Eu prefiro abrir mão de ser eu mesmo se esse meu eu ferir o próximo de alguma forma. Abro mão dessa identidade ruim pelo outro e por mim. Daí alguém diz: isso é hipocrisia. Pode ser, mas eu ainda prefiro ser um hipócrita do bem, do que ter o orgulho de ser um autêntico do mal."
