Meu Eterno Amor minha Filha
A Definição do Meu Trabalho
Busco o canto das coisas quietas
perdidas no silêncio da memória.
E ali, construo um novo canto
o verde musgo das montanhas
onde sonhos redondos outra vez se multiplicam
e as flores sem dono tomam conta do espaço,
colonizando a beira dos caminhos
pontilhando tudo com mil cores.
Busco o azul das dimensões,
a liberdade do vôo
a maciez do algodão transformado
em nuvens quase transparentes
como transparente é sonho daqueles
que habitam meus castelos suspensos.
Busco o simples, o puro, a alegria do dia-a-dia.
Tento resgatar o tempo das pipas e balões,
quando era permitido ser livre e ser criança.
Tento resgatar a paisagem e o homem primitivo
Teimosamente encravados num canto qualquer da utopia,
e para eles invento um novo espaço
sem barreiras ou limite, onde tudo é possível,
até mesmo a magia.
A magia da cor e sobre tudo do AMOR.
meu destino desatino
vida insólita,
pouco modesta.
põe-se a mesa para os meus pares
que hoje é o dia da anarquia.
vai viver cabeça oca
que o dia já se quase amanhece.
diga-se de passagem
a noite é uma criança.
tenho contado meu tempo através de segundos
eram quatro
e ventava
brisa boa que assopra a face.
noite tépida
razoável para casais que dividem a mesma cama.
sentado de frente para mim mesmo
pensei em alguém,
em outrém,
em ninguém,
em temporais.
Que saudade
Como me dói a sua partida,
Quanto partido está meu coração
Eu sou aquela bagagem
Que não coube dentro do busão
Um dia um colega meu me perguntou : cara porque você não namora ?
Aí eu olhei para ele e falei : como uma pessoa que e incapaz de amar a si próprio e capaz de amar outra pessoa ?
São memórias que habitam o peito meu
No cenário poético do Sertão.
Vira lata no quintal sem coleira
Vigiando um burrego desnutrido
Um boi velho cantando seus mugidos
Carcarás nos farpados da porteira
Uma lebre fugindo nas carreiras
Um tum tum de batidas no pilão
Se mistura ao estampido de um trovão
Passar vela nas mãos de quem morreu
São memórias que habitam o peito meu
No cenário poético do Sertão.
Pés cansados calçando uma alparcata
Em fragelos os punhos de uma rede
Lagartixas desfilam nas paredes
No coreto matuta enfeitada.
Com perfume Almíscar perfumada
Um casal namorando no portão
Um vaqueiro , uma espora e um gibão
Procurando uma rês que se perdeu
São memórias que habitam o peito meu
No cenário poético do Sertão.
Um bruguelo chorando desgosto
E um velho tocando realejo
Faz comércio de doce quebra queixo
sacudir o pirrai que tomou o choro
Procissão de boiada dando estouro
Benzedeira vendendo oração
Lapeadas de folha de peão
Ver visagem de alguém que já morreu
São memórias que habitam o peito meu
No cenário poético do Sertão.
Pr Jardel Cavalcante
Quantas decepções meu Deus! Como o ser humano pode ser tão, tão, tão, sei lá...! Que dó dessas pessoas que andam de mãos dadas com a falsidade. Simplesmente decepcionada!
Meu coração parti em pedaços,
Uma parte so para te dar
Uma pequena porção deixei para eu respirar
Pois se eu não respirar, quem irá te cuidar?
Só me abraça, aprecia o silêncio. Sente o meu aconchego e a intensidade do meu enlaço, porque esse é o universo que eu posso te dar.
eu te amei mesmo
ou foi só para esquecer ele?
você foi meu melhor amigo mesmo
ou foi só para substituir ele?
você foi apenas uma ilusão?
estava cansada de nós formos apenas um amor superficial
nunca existiu um real sentimento entre a gente
então porque eu não consigo te esquecer?
porque não consigo apagar as suas mensagens?
porque não consigo tirar você dá minha cabeça?
porque não consegui mais passar nos lugares que nós estávamos juntos?
sera que eu te amei e estou mentindo para mim todo esse tempo?
Hoje tive uma experiencia muito emocional em que por um simples beijo deixou o meu coração acelerado.o que sera? ........................
Porque a dor?. Se Jesus sentil dor por min, Pelo meu Pensar? .No pensar de Deus? Como mi livra da dor meu Pensar se acho sabedoria em Deus...
As pedras que encontro em meu caminho não me abalam. Ao contrário, estou juntando todas, pois um dia construirei o meu castelo com elas.
