Meu Eterno Amor minha Filha
Violeiro afoito.
Entre os acordes da minha viola,
Sombras de um poema insistem a me dizer,
Acreditar em tudo que se faz uma canção,
Até posso aceitar,
Mas entre um refrão e outro,
Ja se torna repetitivo,
E isso pra mim é totalmente fora da questão,
E faz eu cada vez mais,
Desse mundo afastar,
Estrelinhas ja me disseram,
Que alguém tramou contra mim,
Entenda de uma vez moça teimosa,
Esse mundo não é mole não,
Cabe olhar de fato o verbo do amor,
O que se fala nesse poema,
Nem todo querer nesse mundo é permitido,
Uma coisa é você chorar,
Outra coisa é saber o porquê,
Esse violeiro que faz essa viola tinir,
Ja sofreu e não é por você que ele vai parar de cantar,
São dez cordas que me esperam,
E um pedaço de pinho que ja está poluido de tanto me esperar,
E esse instrumento eu preciso repicar,
Vou entrar agora no palco,
Caso queira ouvir uma de minhas modas,
Faça o favor,
Compre o ingresso do camarote,
Pois os da arquibancada já estão pra se esgotar,
Autor:Ricardo Melo,
O Poeta que Voa.
Nós vê todo dia nascer,
Minha vida completa a sua,
Se for da vontade de Deus
Nós segue e a vida continua.
Alma Eclética.
Em minha escrivaninha...
Vou escrevendo...
Poetisando...
Após escritas...
Elas divagam...
Dissipam pelo mundo...
Assim...
Outras Inspirações me vem...
E com elas...
As Frases vão amontoando em meu imaginário campo poético...
E saem voando pelo Ar...
Aves Inspiradoras as acompanham...
Momento de tensão única...
Calor em brasas...
Pessoas se aproximam...
Um aceno de minh'alma á todos...
Olhares ao meu redor...
Uns que ja me conhecem...
Outros que caem á choram....
A maioria...
Sentem um impacto...
Sou Eclético no que escrevo...
Eclético nos trajes...
Eclético na alimentação...
Arroz com ovo...
Para mim já é uma grande festa...
Eclético nas canções...
Uma alma eclética quase em tudo que faço..
Alma respeitadora aos gostos de todos...
E deixo a impressão digital do meu olhar pelo mundo...
Como tudo isso me faz bem...
A poesia se emerge e se faz...
Prevalece em mim...
Uma paz em que faço...
Por eu ser assim...
As toxínas se tornam resididos descartáveis diante de meu olhar....
Pois minha coragem de ser um Poeta...
Dá lugar as peçonhas incômodas que queiram me tirar minha arte de Voar...
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa.
Algo surpreendente agora, pela primeira vez (de muitas) estou tendo inspiração olhando para minha inspiração em tempo real, em carne e osso na minha frente, com toda sua beleza, grandeza e perfeição... Não tem como ficar mais inspirado desse jeito! Sua respiração me encanta seu cheiro me envenena e sua voz me acalma. Você é tudo o que eu mais quero na vida! E não vão fazer questão tentar estar ao seu lado o quanto eu puder, quero te fazer feliz como você nunca foi antes! Assim como você mudou minha vida, e está mudando, eu quero mudar a sua!
Quando arrumo a minha casa,não significa apenas um cômodo limpo; sou eu arrumando a minhacasa existencial e as minhas emoções, colocando tudo em seu devido lugar.
“As Últimas Considerações”
Na água escrevi para notar a minha caligrafia
E em tudo o que notei pouco fez sentido
Porque foi como se eu tivesse colocado uma venda nos meus olhos
Tentando enxergar o que nunca existiu
As ilusões me iludiram
Quando acreditei que as estrelas levitavam no céu
Quando duvidei que o brilho do sol chegaria na terra
Ideias fixistas transformando-se em conspiração
Dizem que precisamos do oxigênio para respirar
Mas dele hoje consigo escutar o som da respiração
“No meio do inverno sombrio"
Últimopensador
Quando eu era muito pequena, minha mãe costumava dizer que havia algo da minha avó em mim, na forma como eu contava as histórias do jeito que eu precisava que fossem e não da maneira como realmente aconteceram.
Nova Fátima.
Minha terra minha infância,
Nova Fátima das Fátimas,
Minha terra legal,
Suave foi eu viver aí,
Foram dias e madrugadas,
Capa de neve no capim,
Lugar fresco de águas mansas,
Suave cheiro de jasmim,
De manhã cedo era o leite que eu tirava,
Montava no alazão e no lambari,
Cavalo branco sereno,
Suas redias eram de cetim,
De tardezinha era o potro preto,
Seu nome era guarani,
Égua tigela,
Seu irmão baião e o ventania,
Populares da redondeza,
Vinham pedir frutas no pomar,
Minha terra que eu não esqueço
Lá da minha terra eu saí,
Minha terra meu amor,
Vivi anos sem terror,
Terra vermelha e terra roxa,
A poeira não tinha estopim,
Era chão batido de piçarra,
Troncos de cercas de angelim,
Peroba sem defeitos,
Madeira de lei e com verniz,
Terra minha terra nossa,
Na palhoça sem cupim,
Era paz era vida,
Naquele lugar era tudo,
Que sonhei e que eu quis para mim...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
"Diante de TANTAS SITUAÇÕES de minha vida, me sinto tão sozinho, tão pequeno e muito frágil, sem saber exatamente o que fazer."
"O QUE EU POSSO DIZER atrás das grades, trancado e privado de minha liberdade.
Em uma cela fechada cheia de mofo."
"DEUS NÃO ENGAVETA OS TEUS SONHOS."
Ainda tenho tanto!
Tanto o que mudar em minha própria vida.
E tem sido tão complicado para mim. Observo meu filho a dormir e tento me colocar no lugar dele.
O que se passa na cabeça dele?
Pra mim, tu és a minha morte, morro ao pensar de mais em você, me afogo em saudades e sou enforcado por a vontade absurda de te ter por perto a cada santo minuto... Mas porém entretanto toda via... Você pra mim é minha segunda salvação! Me livrou de mim mesmo, reacendeu a chama da minha felicidade com muita força que a todo momentoe sinto fervente em alegria quando penso em; nós, uma casa, casados, e tantas outras coisas que fazeria esse pequeno pedaço de meus pensamentos, grande... Você é o mistério que mais anseio em desvendar...
Se anseio algum em minha carreira não posso ser parcial na tomada de decisão, sabendo que parcialidade é ter tudo e nada ao mesmo tempo.
Extensa inspiração.
Sou um Poeta refém,
Refém da minha vasta imaginação,
Sou um Poeta sem rumo,
De algemas em punhos,
Estou preso,
Trancafiado e condenado,
Talvez amanhã,
Posso dar meu testemunho,
Mas até o momento,
Não tenho data marcada,
Que me liberte desse mundo,
Eu mesmo me prendi,
Me tranquei e perdi,
E esqueci o caminho de volta,
Escrevi ontem e escrevo agora,
Não tenho ceteza se escreverei amanhã,
E se isso acontecer,
Escreverei para todos a minha volta,
Sou um Poeta assumido,
Nem sei como se deu isso,
Talvez seja,
Essa minha extensa inspiração...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Solidão…
Nas madrugadas, sinto sua falta!
Minha alma clama, em delírio.
Sinto falta de você.
Tão longe está, não pode ouvir minha súplica.
Porque deixaste tão sozinha, seu nome não sai do meu coração.
Sinto falta, das mensagens doces que alegravam minha alma.
Meu amor, meu doce amor
Porque, deixaste nesta solidão em lágrimas.
Nem disse o porque partiu!
Pergunto-me: -Será que está com outra?
Não sei o que pensar, tua partida isola-me do mundo!
Sinto-me sem forças, saudosa do seu amor.
Você não deu me a oportunidade.
De falar, o quanto amo você!
Shirlei Miriam de Souza
Tento te escrever enquanto um café quente e amargo desce pela minha garganta, talvez a vida tenha esse aspecto.. sim, quente e amarga.
