Meu Eterno Amor minha Filha
De lutas em lutas hoje estou forte, me livrei da morte e foi pura sorte, encontrei minha felicidade no esporte.
Antes era escória, hoje ficam de boca aberta ao ver minha vitória, através de guerras conheci a glória, usando como exemplo a minha história.
Autor: M.Cauã❤
A INEXISTÊNCIA DA VERDADE
A verdadeira verdade não existe!
A verdade verdadeira é a minha,
Sua verdade é uma mentira
Que tira a minha da linha.
A minha verdade é a certa
Que acerta na reta sem seta.
Sua mentira é uma verdade
Que pra tu é a certa.
Na treta da verdade verdadeira
O que nos resta é viver cada um em sua verdade derradeira.
Em minha viagem levo comigo, na minha bagagem, somente as boas passagens.
Seria tamanha bobagem, eu guardar comigo em minha bagagem, tudo aquilo que não servisse para o meu crescimento, nessa passagem.
E assim, vou seguindo o meu caminho, sempre, na positividade experienciada em todas as idades.
Ele notou a minha dor, mas não se importou com ela. Pensei que cuidaria, assim como cuidei dele e dos seus temores. Notei que cada ser humano está preso no seu complexo mundo, lutando contra um dragão criado pelas expectativas e desilusões
E como se mudasse de assunto
A minha vida mudou num momento
Num momento só, num único momento
E começou um novo momento
Eu era como sempre fui, de momento
Ou como sempre era, de momento
E de um momento pro outro
Eu me lembrei de quem realmente eu sempre fui
Deus dá a luz um filho
Jamais um filho bastardo
Mas de sua própria estirpe
Como Ele pôde se esconder nos cabelos dela?
Como Ele pôde ser tão doce nos lábios dela?
Como Ele pôde me fazer vê-lo nela?
Na minha casa reina o Senhor, minha razão é escrava da sua missão para mim, meus preconceitos foram destruídos pelo evangelho da transformação, na cena da cruz eu o perdedor, o arrependido, sou o ladrão, não o sacerdote vitorioso.
ACRÓSTICO EM MINHA HOMENAGEM
V i uma luz, incandescente, a clarear,
Iluminando em seu fulgor a barra inteira
Luz na no forte, em São Marcelo, Amaralina,
Muito mais brilho no Farol, no Forte, Ondina,
Abaeté era só luz de beira a beira.
D e tanto espanto, eu me indaguei, como que louco!
E a luz, intensa, indiferente a minha queixa,
Forte e brilhante muito mais do que há bem pouco...
A brisa, o vento sussurra: segue, deixa
Tamanho brilho, dessa forma, nunca visto,
Igual a tanto deve ser sinal do tempo,
Mas tempo a vir, como nos foi longe previsto,
Alteração, sim, dessa coisa espaço-tempo.
O que escutei, da cena em mim, de todo o espanto
Lívido, em transe, comportei-me estupefato;
Indiferente quis ficar com o como e o quanto,
Vi nesse quadro, embevecido, estranho fato.
E m que a força veio a nós, Sua Presença
Indicativa do poder que lhe foi dado,
Reino de paz em fúria santa, que a descrença,
Alienada, tem de ver por seu pecado.
Lenta, depois, amanheceu e veio a calma,
Era manhã, de sol, bonita e claro dia,
Interessante como após que o susto passa
Todos se voltam a sua rotina, e foi uma graça:
Era só Vilma trabalhando em poesia.
Dentro da minha humanidade ingrata, sinto que o "peixe" que tenho recebido nada me acrescenta. Penso que com a "vara", eu teria crescimento, conhecimento , oportunidades, experiências, fracassos e resiliência, conquistas que só eu saberia o valor. Nada disso o "peixe" dado me oferece.
Desculpe a ingratidão, mas sou daquelas que precisa "pescar", aí sim o "peixe" tem sabor.
"Ando tão solitário que ultimamente tenho chamado minha solidão de melhor amiga, companheira de todas as horas, a parceria ideal para todo aqueles que estão jogados num canto sujo da vida daqueles que deveriam se importar."
A minha vida se base no que eu vivi e não no que eu sou hoje, por quer o eu hoje, reflete lá na frente o eu futuro.
minha tristeza é me sentir um fracassado aos olhos de quem eu gostaria de ser um vencedor, mas nem tudo na vida é como a gente gostaria.
As loucas
Jesus manso e humilde de coração
Fazei a minha essência semelhante à sua
Todas ficaram loucas
E fico a observá-las
Cuspirem sua demência
Mita tinha depressão
Comprava
E acumulava o mundo às prestações
Sofria nostalgia de aquisições
Férula eriçou os cabelos
Seus olhos mancharam de vermelho
Conseguia mastigar e digerir ódio
De sua boca proferiam palavras fétidas
Assia vagava pelo quintal
Blasfemando a chuva
Costurava vestidos com os dentes
Perdeu todas as joias
Ficou banguela
Procurando amores
De favela
Meu Deus
Tenho tanto medo
Fazei meu coração semelhante ao seu
Átia vivia de comichão
Seu cerne brotou na pele
Vivia de olhos apagados
Cabelos opacos
Feridas e pruridos
Cascas
Manchas e desilusão
Filha de Maria
Também ficou louca
Veste-se como santa
E diz que espanta o diabo
Jesus abrande meu coração
Tenho receio
Das alucinadas
Geórgia sabia amar
E enlouqueceu
Citava cacos de versos
Nas esquinas
Envelhecera com flores nos cabelos
Destrancava a casa à noite
Esperando fantasmas amantes
Ave Maria
Misericórdia
Todas ficaram loucas
Onde percorreram seus olhos?
Do que se embebedaram?
Quais sementes ingeriram?
Que germinaram loucas
