Meu Eterno Amor minha Filha
A entrega eterna pertence a Deus.
Temos que nos entregar toda manhã de joelhos.
A minha comunhão de hoje, não serve para amanhã.
O amanhã não é certo que existirá, existe sempre só o hoje.
E hoje, eu tenho que renovar a minha aliança com o Senhor.
A entrega tem que ser diária, pois o resgate é eterno!
A minha realidade não é a realidade de outros,minha vida não é a vida de outras pessoas,meus pensamentos não são compartilhados,minhas ações não são maldosas,mas,mesmo assim pessoas dizem que eu estou errado ou que não sirvo...
Na minha vida NADA veio fácil,o que era pra ser ficou.
O que veio por vir se foi....
O que foi de verdade,mas teve que ir deixou saudades...
Nem sempre depois da tempestade vem a bonança.As vezes demora um pouquinho.
Nem sempre a brisa é leve....
Meus sonhos são QUASE sempre impossíveis,
Mas pra quem é SONHADOR e não DESISTE nunca!
O impossível é apenas um detalhe.
" Te dar carinho é minha obrigação,te fazer feliz é minha prioridade,Te machucar ? Jamais! uma mulher linda e delicada igual a você não encontro jamais."
E para a minha equipe de vencedores eu digo:
Assino em baixo e dou assistência a todo este trabalho de inovação e motivação.
Iremos escrever nosso legado em sucesso com as cinzas do medo do fracasso.
Pois não esperamos acontecer, nós fazemos acontecer!
OS PRATOS DE VOVÓ
A minha avó guardava, com alegria,
muitos pratos, lindíssimos, de louça
que ganhou de presente, quando moça,
e que esperava usar – quem sabe? – um dia.
Mas a vida passando tão insossa
e nada de importante acontecia
e ninguém pra jantar aparecia
que compensasse abrir o guarda-louça.
Vovó morreu. Dos pratos coloridos
que hoje estão quebrados e perdidos
ela jamais usou sequer um só.
Assim também meus sonhos, tão guardados,
terão, por nunca serem realizados,
o mesmo fim dos pratos de vovó.
Vejo o cair da tarde a noite se aproxima e o medo apaga a fé em minha cama fria os fantasmas Vagueiam pelo quarto me causando espanto,Levanto-me no escuro, e em outro quarto frio eu me deito na rede,Julgando os fantasmas da cama ter deixado pra trás. Mais uma voz sussurrante me fala no ouvido há um fantasma maior do que eles, esse você não pode fugir; seu coração que sofre por quem não te ama. Surge então a lua, grandiosa, maravilhosa,Meus pensamentos comesam a vagar eu vejo você. Hó esperança que dias me tem posto um não sei o quê, que nasce não sei de onde, vem não sei como, e dói não sei porquê.
Boa noite.
Lindos que nem eu
E o vento passa
levando meus cabelos
Passa a mão em minha dura cabeça
Passa carregando o meu chapéu
Que esconde um triste olhar
Um sorriso mal dado
Os olhos vermelhos de chorar
A expressão abatida
Que nem os sentimentos doidos
Esconde o meu pior
A minha vergonha
Tudo o que deveria ser exterminado
E ainda não foi
E a cabeça baixa de descontentamento
Ou por conta da consciência pesada
Por ter feito muita coisa errada
Ou por não ter feito nada
do que esperavam de mim
Este chapéu esta escondendo tambem
O que há de melhor em mim
Esconde o meu amor à ser doado
E principalmente me esconde de mim
O que vai no íntimo da minh'alma
A beleza rara
Que só aparece quando o meu amor-próprio me dedura
Me tira do esconderijo secreto
Me lança com ternura
Para o divino universo!!!
Dentro da minha belíssima caixa de concreto e aço, sentado em minha caixa de madeira e espuma, percebo que é necessário pensar fora da caixa.
Faço linhas com a caneta traçando objetivos para o futuro, noto que há traços seus por todas as partes, preciso apagá-los.
Enquanto rodo com o carro pela cidade, os ponteiros rodam no relógio. Preciso parar de rodar minhas lembranças, buscando rememorar em que ponto você saiu pela tangente.
Na estrada, vejo as curvas do seu corpo. Reduzo para evitar acidentes. Eventualmente, deparo-me com a realidade, e voo em direção ao relento - entrego meu corpo as estrelas, que me fitam fixamente.
Deitado em uma mesa de metal, lembro como eram duros e frios os seus toques. A polícia afirma que perdi o controle ao avistar o seu sorriso. Na autópsia, o legista encontra um coração imenso e esfacelado, um estômago cheio de borboletas, e mãos que desenham poesia - Causa Mortis: ilusão.
No enterro, preferi manter os olhos fechados, havia muita dor por todo lugar. Optei pelo silêncio, pois não encontrei palavras para tal momento. Então, deixei-me.
MOTIM
No fundo da minha poesia, clamor
E ouço apertos e queixas sangradas
Milhões de aspirações sepultadas
Imaginações submergidas na dor
Às vezes, um vazio, palavras caladas
Mas, de repente, um tumulto estertor
Rangendo dentro do peito a compor
Devaneios, desdando ilusões atadas
Cortejos, motins: uivos e ácido luto
No castigado papel... broto e renovo
Em fermentação, dum estro bruto...
E há na intuição, de que me comovo
E no coro da inspiração que escuto
A magia do espírito num versar novo!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Janeiro de 2019, final
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
"Quando entrego minha vida ao Criador
Sinto que o navio se estabiliza face a tempestade e que toda angústia, toda dor se dissipa diante deste verdadeiro amor."
Amanheceu
E eu transbordo
Minha luz interior
Meus melhores sentimentos
Minhas emoções
Minhas lágrimas de felicidade
Meu amor incondicional
Minhas gentilezas e delicadezas
Minhas doces palavras
Meus lindos gestos de carinho
Minha atenção dispensada
Meu tempo infinito
Minhas belas virtudes
Minha força espiritual
Me transbordo inteira
E a voce basta querer
molhar os pés!!!
