Meu Eterno Amor minha Filha

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Às vezes há lágrimas por trás do meu sorriso e fico sozinho em uma multidão.

Se você não aceita o meu silêncio.
O que fará você acreditar nas minhas palavras?

Sou fada, sou bruxa.
Sou mulher,
Sou flor
Um lado bruxa
Um lado fada
O meu lado bruxa
Enfeitiça
Meu lado mulher
Atiça
Meu lado fada
te conquista
no amor sou fada
sou mulher
mas sou bruxa
que lhe encanta
sou flor que nunca murcha
sou mulher
que simplesmente ama
um lado fada, um lado bruxa
se estou triste
o meu lado fada
acalma meu coração
se apaixonada
o meu lado bruxa
usa o feitiço da sedução
mas sou simplesmente mulher
Magia, amor e sedução

-E que uma palavra ou um gesto, seu ou meu, seria suficiente para modificar nossos roteiros.

(Silêncio)

-Mas não seria natural.
-Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem.
-Natural é encontrar. Natural é perder.

Nada mais longe do meu pensamento que a ideia de fechar-me e erguer barreiras. Mas afirmo, com todo respeito, que o apreço pelas demais culturas pode convenientemente seguir, e nunca anteceder, o apreço e a assimilação da nossa. (...) Um aprendizado acadêmico, não baseado na prática, é como um cadáver embalsamado, talvez para ser visto, mas que não inspira nem nobilita nada. A minha religião proíbe-me de diminuir ou desprezar as outras culturas, e insiste, sob pena de suicídio civil, na necessidade de assimilar e viver a vida.

Meu nome é Oliver Queen.
Depois de cinco anos
em uma ilha infernal...
Voltei para casa com um objetivo...
Salvar a minha cidade.
Mas, para isso,
não posso ser o assassino que eu era.
Para honrar a memória do meu amigo,
tenho que ser outra pessoa.
Tenho que ser algo...
...diferente.

Vou deixar o meu ego quieto. Não vou fazer nada, não vou querer nada e não vou pensar em nada. Vou dar uma chance para o ser me alinhar e me curar do que for preciso. Vou meditar.

Nunca confunda o meu silêncio com fraqueza. Ninguém planeja um assassinato em voz alta.

Em MEU IRMÃO MAIS VELHO, ela diz: “Tiraram-lhes a liberdade de culto, o direito de abrir as portas do templo, para cantar louvores ao Criador, para buscarem junto o consolo da prece em comum, da meditação nas santas promessas, remédio para um coração em pedaços, da Pátria escravizada. Não mais a alegria de contar, à futura geração, a história daquele outro menino, que nasceu numa manjedoura, conversou com doutores, e brincou nas ruas de Nazaré. Que bom lembrar-te Jesus, como meu irmão mais velho. Distribuindo entre nós tão menores a herança tua por direito. (...) Meu irmão, eternamente jovem, infinitamente forte, todo Amor: Obrigado, pela parte na herança, pelo lugar na família, e pelo doce nome de CRISTÃO.

O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto

Alberto Caeiro
“O Guardador de Rebanhos”. In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1946.

Chuva cai lá fora e aumenta o ritmo,
Sozinho eu sou agora o meu inimigo intimo,
Lembranças más vem, pensamentos bons vai..

Se não confia em mim, me deixa partir em paz, não me iluda nem gaste meu tempo me fazendo esperar pelo nada, tenho tido dias vazios, some e quando aparece me faz ser o sumido, descarrega em mim culpas que eu não tenho, faz de mim um monstro que eu não sou. Solte as amarras que me prendem a você e viva em paz e me permita viver a minha paz também.

entre a dívida externa e a dúvida interna
meu coração
comercial
alterna

Não acredito que meu pequeno carro aqueça o planeta, mas já estou pagando mais imposto por isso e tenho certeza de que outros virão.

QUARTO SONETO DE MEDITAÇÃO

Apavorado acordo, em treva. O luar
É como o espectro do meu sonho em mim
E sem destino, e louco, sou o mar
Patético, sonâmbulo e sem fim.

Desço na noite, envolto em sono; e os braços
Como ímãs, atraio o firmamento
Enquanto os bruxos, velhos e devassos
Assoviam de mim na voz do vento.

Sou o mar! sou o mar! meu corpo informe
Sem dimensão e sem razão me leva
Para o silêncio onde o Silêncio dorme

Enorme. E como o mar dentro da treva
Num constante arremesso largo e aflito
Eu me espedaço em vão contra o infinito.

Vinicius de Moraes
Álbum "Vinicius em Portugal"

Mas meus sonhos eram só meus; não os contei para ninguém; eles eram meu refúgio quando estava aborrecida – meu maior prazer quando estava livre.

Meu coração, ainda infantil, não entende os ciclos que a vida tem: acha que tudo é belo e puro.

Mas se você se reconhecer dentro dessas páginas, se sentir algo dentro de você, meu conselho é o seguinte: FECHE ESSE LIVRO AGORA MESMO. (Percy)

Porque ela roubou o coração do meu peito,
Ela agora tem que dar outro para mim.
E se ela não tiver um disponível, ela deve trazer o meu de volta.

Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo.

João Ubaldo Ribeiro
RIBEIRO, J.U., O Conselheiro Come", Ed Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 2000