Meu Eterno Amante
A Alma e a o corpo!
Estava andando a toa neste mundo de meu Deus!
E senti uma saudade dentro deste peito meu!
Tentei voltar la no tempo em tempos que não são meus
Pois eram tempos de outros que ainda nem nasceu...
Vidas vividas por outros que em tempos foram meus
Pois na vida que hoje vivo trago lembranças dos meus
Caminhei tantos caminhos! Tanta vida eu já vivi
Para chegar aqui hoje! E sentir o que senti...
Para muitos não existem outras vidas, afinal
Para mim são só lembranças que não me fizeram mal
Pois mesmo em vidas passadas! Muito amor eu já vivi
Mas trago hoje no peito um grande amor para ti
Pois se pensa que estou vivo? Pode ser que já morri...
Pois já morri tantas vezes e em outras eu renasci
Pode ser que este eu hoje, em seu coração já vivi
Mesmo que seja descrente neste nosso renascer
Sei que traz dentro do peito lembranças que ao nascer
Foram ficando patente, conforme vosso crescer
Para rimar as palavras terei que te esclarecer!
Que nesta vida se nasce, mesmo depois de morrer...
Vou ficando por aqui! Minha mensagem eu deixei
Tentei te dizer na alma das lembranças que hoje tens
Pois se amar de verdade! E este amor te acompanha
Mesmo que seja no hoje outra alma em campanha
Fica gravado na alma e este amor não te abandona
Para fechar estas rimas! Deixo-te no amor de Deus
Uma palavra de carinho! Carinhos do peito meu...
(zildo de oliveira barros. 10h12min 20/10/11)
Hoje, despertei-me refletindo os atributos de nosso espírito, que composto pela a pureza do meu coração, repercutiu em brilho, em calma. Faço apenas uma oração, que meus olhos possam ver tudo o que antes não via. Há Deus meu...porque não pude enxergar antes.
Sou autêntica em cada detalhe. No meu lar, nas redes sociais, na roda de amigos, nas ruas ou em grandes eventos, você encontrará a mesma identidade, a mesma Raquel de sorrisos largos e o abraço apertado. Sei caminhar por palácios me assentar entre príncipes mas também sei caminhar nas vielas e estar na simplicidade de uma comunidade. Do básico ao extraordinário, continuo sendo eu, essa é minha essência.
Fui sentindo borboletas no estômago cada vez que sua boca pronunciava: meu amor! Logo eu, que pensei que tinha me tornado pedra, voltei a me sentir flor.
Florescendo, Clara.
Nildinha Freitas
Sertanejo com muito orgulho!
Mato Grosso tão querido teu filho um bom menino aqui no sul meu destino foi Deus quem que o escolheu, nasci nas serras tão lindas, Bodoquena, Morraria e Tarumã! Nos campos de nossos índios seu filho ali nasceu. A vida simples da roça eu cresci ali na palhoça tive os sonhos de um guri, tão diferentes do hoje a liberdade me trouxe a moral que trago em mim, no roçado um pai amado seus filhos a ensinar, nossas brincadeiras simples o jogo de malha pesada nos sábados era nosso vídeo game assim se eras um guri! Madrugada a minha mãezinha corria ali na cozinha o torto para nos a preparar, e o dia ainda não vinha, mas a roça boazinha pedia seu capinar e nunca vi um de nos ali a se reclamar e quando o sol bem forte nos mostrava a nossa sorte meu pai nos dava um tempo pra no riacho banhar, alegrias bem vividas tinha ali linda família e sonhos a se sonhar! Mas no mundo tudo muda e a falta de estudos nos fez a cidade procurar, no começo foi difícil faziam troças comigo por ser roceiro do bem, mas no hoje sinto orgulho, quando vejo um matuto e o admiro também, sei bem que ali nos regatos, faz se parte deste Estado e nossos alimentos provêm ainda me trás lembranças das noites de esperanças de um amor que hoje poucos se têm. Fui roceiro, e feliz matuto com orgulho, de no Mato Grosso Do sul se viver, mas sei bem que também se tem pessoas que se desfazem do caboclo e do matuto, mas estes são aqueles quem nunca tiveram a chance de no mato se viver...
(Zildo de Oliveira Barros) Campo grande MS
Minha prece da madrugada.
Meu bom dia a todos. Um domingo abençoado por Jesus.
Meu Deus pai todo poderoso criador de todas as coisas! Eu venho aqui neste dia que amanhece e na minha humildade venho vos agradecer por ter eu um lar enquanto muitos milhares de outros filhos seus. Muito melhor e mais humano que eu! Amanhece nas marquises e esquinas deste mundo, Venho também vos agradecer pai amado pelos alimentos abundantes que rondam a minha mesa e o meu dia a dia enquanto milhões e milhões de filhos seus choram a fome e a dor de nada terem em seus pratos e ainda tem aqueles que nem um prato o tem e eu aqui pai querido reclamando de um tudo. Pai de infinitas bondades te agradeço por cada um de meus filhos que sadios e fortes levantaram daqui a pouco em busca de seus destinos e te peço meu pai por aqueles filhos de outros seres humanos que se encontram nos hospitais sofrendo doenças e acidentes te imploro meu pai abençoar a cada um deles com o seu carinho e com o seu amor, pai ia eu te pedir tantas coisas mas após te agradecer peço apenas um pouco mais de humildade para mim e pra os outros seres que ainda estão em melhor situação que eu e que nesta manhã nem mesmo se lembrarás de ti meu pai e que a todos sejam um dia abençoado por ti pai amado. Amém meu pai...
(Zildo de Oliveira Barros)15/02/13
Mundo invertido
Nesse meu mundo invertido, virado de ponta-cabeça só para me achar, tento não ficar indo e voltando em um loop infinito, sem parar. Quero poder me desenverter só para me olhar e dizer: "Não existe um lugar, só, para você; existe um todo. Faz por merecer."
Nildinha Freitas
Não é a riqueza e nem a pobreza o meu altar,
o sábio não prega a miséria, nem idolatra o luxo.
Vaidade é o culto, do bolso cheio ou da falta de pão, só em Deus a alma encontra a salvação.
Não sou inimigo de Deus, busco sempre entender, que no mistério do Senhor está o viver.
Olhar seus olhos me foi como estimulante,
Fez meu coração pulsar vibrante.
Seu sorriso iluminou nosso caminho,
Com você, nunca estarei mais sozinho.
Perguntou-me como foi meu dia,
Sem saber o que dizer, fui viver uma fantasia.
Onde vivíamos felizes depois de um longo dia,
E você se reclinava sobre meu colo, me trazendo nostalgia.
A saudade bate forte no meu coração,
Lembrando da nossa risada, da nossa canção.
Parece que o que me resta é viver na saudade,
A memória é o único jeito de te ter de verdade.
Você não me merece,
Vê se me esquece.
Não merece meu amor,
Não merece meu rancor.
Não merece um parceiro,
Nem um amigo verdadeiro.
Onde você está agora?
Todos os dias me pego pensando
nos tempos em que sua presença
era meu lugar seguro,
meu riso fácil,
meu pedaço de paz.
Sinto falta da leveza,
das conversas sem hora,
da alegria que só existia
porque você estava ali.
Se você estivesse aqui,
tudo estaria bem —
eu sinto isso no peito.
Mas agora somos livres…
e essa liberdade dói.
Dói porque é vazia de você.
Hoje eu preciso seguir,
preciso tirar você
da minha cabeça
e do meu coração,
mesmo sabendo
que essa será
a batalha mais difícil
que já enfrentei.
Com o tempo, aprendi a ser quem sou
e a ouvir o meu próprio ritmo.
Entre o barulho e o silêncio,
é na calma que encontro paz
e onde minhas ideias florescem.
Gosto da vida simples,
das pequenas alegrias
que iluminam o dia sem esforço.
Não sigo padrões que aprisionam;
prefiro a liberdade da mente desperta.
Alguns vivem presos à própria verdade,
girando em círculos sem perceber.
Por isso escolho a serenidade:
um lugar silencioso
onde a alma respira
e a mente vê além dos olhos.
Com o tempo, aprendi a ser quem sou. A respeitar o meu silêncio, o meu ritmo, a minha forma de existir. A solitude se tornou um território sagrado, onde ideias repousam e renascem. Vivi o suficiente para entender que não devo invadir o espaço de ninguém — e que, quando estou presente, é porque me tornei parte necessária daquele instante.
"Eu não sou perfeito e nunca fiz questão de ser. O importante é viver a vida do meu jeito. Não gosto de confusão, mas também não fujo da guerra.
Ecoam as palavras como um culto corredor em oculto do meu peito sombras do vazio faz pousar as lembranças ferida que é acalentada... tanto tempo me seguiu. e cada espaço de compassos vagos... permitir permito por solidão
Minha alma, tão inquieta e clara lua se entrelaça na minha
como um fio de luz sem licença derruba as paredes de carne e acende meu corpo o sol e novamente tocar o seu no perfume de uma lembrança... vir ela
E quando seus lábios nos lábios como miragem em tons de delírio,
se inclinam para o universo dos meus sonhos todo o chão que conheço se desfaz... Flutuamos no leito insano da magia que inventamos, como se o mundo, enfim, compreendesse a nossa febre,
nosso alento, nossa língua feita de silêncio ardente.
Mas confesso por dentro, ainda me atrapalho entre a amada e a amante entre o que fui e o que desejo ser ao seu lado
Atravessei tantas despedidas que aprendi a amar com cuidado,
e ainda assim, você me pede, por um instante apenas,
um lugar que é só seu esse espaço vago que ficou em mim
Eu espero de vez em quando outra visita ate você encontrar o caminho de volta... percebo que um anjo feliz que me acompanha e tão igual estes momentos desiguais...
Ela leva rouba os nossos pensamentos nos escuros e as sombras no vai e vem apenas respiro o agora no amor de outrora...
Bebo o luminoso som da juventude abranda de suor... meus medos antigos são intercalador deste livro o meu... no giro de cada página repousada...
Sem calma envolve seus voos ainda sem mapa vou baixo entre as nuvens de emoção
Então deixo que venha e casado deito no silêncio entre o meu peito na madrugada só o som da respiração alma molhada de vinho...
Esquecer um pouco no pouso o adeus que tanto doeu...
Nos encontros reordenam o destino corpos que desenham futuros
de almas que se reconhecem e permanecem por um instante...
Eles acontecem como a aurora, lentamente, e quando percebemos já estamos dentro da luz uma moça mais jovem que meus medos,
mais suave que a ausência que eu carregava... e ainda assim tão profunda que parecia vir no aperto firme sua pele e seu olhar antes dos meus soubesse decifrar ela ali sem ruído, tua alma amarrou-se à minha...
num gesto tão simples que parecia destino...prometeu sem haver promessas sem exigência exigiu minha presença... apenas esse reconhecimento silencioso
que certos seres têm quando se encontram
na hora exata em que estavam prontos para calar todos os anseios
Quando os teus lábios, em delírio suave buscaram os meus,
foi como se o universo me lembrasse que o amor não pertence ao passado, mas à coragem de sentir o novo de novo
Flutuei não por você ser jovem, mas pela certeza do que queria cada instantes perdidos entre a amada que já tive e a amante
A evolução que o coração não se divide se expande...
A filosofia ensinou-me
que o tempo não devolve o que levou, oferece novos sentidos
Para aquilo que ficou.
Você ensinou-me que o amor pode ser cura
No instante de um acordo silencioso entre duas almas
saber onde o caminho termina
O tempo que nos separar agora um dia seremos leves como ar e ancora da certeza e saberemos que houve entre nós paixão mais, pensamento e corpo sentido em cada encontro deste desencontros
Estou dentro de uma caixa
Meu espirito estar quebrado
Meu corpo frasco frágil
Se um ser ocular me observasse seria como a noite se esfuma
Como se a sombra abraçasse outra...
Como se na aureola circulasse o tempo
No vácuo vazio do firmamento um cisco a deriva no gelado espaço flutuasse...
A prisão eterna do nada para segura e proteger o silencio dele mesmo...entregue circula sem próprio efeito que se esvai pedido...
Nunca vir tamanho silencio...
O fio invisível entre a vida e a morte.
tão frágil quanto o pó que dança na luz,
tão vazio quanto o eco que eu mesmo criei.
Mas é nesse vazio que encontro algo meu,
uma pequena centelha que insiste em arder
mesmo quando a noite inteira sopra contra ela.
Aos poucos entendo
que existir não é mais do que ser testemunha:
testemunha do meu medo,
do meu silêncio,
da minha queda,
e ainda assim, do meu espanto diante do mundo.
Há uma beleza simples nisso,
uma beleza tênue, quase secreta
a beleza de ser mortal.
De saber que o tempo me atravessa,
mas ainda assim sentir,
ainda assim querer,
ainda assim seguir.
Sou observador e parte,
sou poeira e pensamento.
E no encontro entre o nada que me envolve
e o pouco que sou,
surge um propósito que ninguém me deu:
o propósito de sentir o que é existir,
de existir enquanto ainda posso ir,
mesmo frágil,
mesmo pequeno,
mesmo efêmero como um sopro no espaço.
E talvez seja isso—
meu descobrimento silencioso:
não sou grande,
não sou eterno,
mas sou.
E ser, por um instante, já ilumina tudo como coração bate fraco constante
mas ainda pulsa um lampejo tênue,
como se a noite respirasse dentro do meu peito
e a sombra aprendesse a sussurrar meu nome.
Sou corpo-frasco frágil,
translúcido ao toque do vento,
e se um ser ocular me observasse,
veria o tempo escorrer pelos meus contornos
como um anel que gira sem nunca se perder,
um ciclo preso à própria eternidade.
No vazio do firmamento,
sou cisco errante,
flutuando entre o frio e o silêncio,
entre o tudo que não alcanço
e o nada que me envolve.
A prisão eterna do nada
parece guardar-me com cuidado,
como se protegesse meu silêncio
do ruído de existir.
E eu, entregue, circulo sem direção,
um efeito que se esvai, sem dono, sem eco,
esquecido pela própria ausência.
Nunca vi tamanho silêncio...
e mesmo assim, ele me olha de volta,
invadindo-me com sua boca invisível,
a devorar o que resta do meu som,
até que eu seja apenas bruma,
e a caixa, apenas um suspiro preso no infinito.
