Meu Coracao Dispara
É isso que Deus faz? Ele ajuda? Me diga, por que Deus não ajudou meu amigo inocente que morreu sem motivo enquanto o culpado ficou livre? Ok, tudo bem, esqueça os casos isolados. Que tal as incontáveis guerras declaradas em seu nome? Ok, tudo bem. Vamos pular os assassinatos aleatórios, sem motivos por um segundo, tá? Que tal toda a fobia social racista, sexista em que nós estamos mergulhando por causa dele? E eu não estou falando apenas de Jesus. Estou falando de todas as religiões organizadas... grupos exclusivos criados para administrar o controle, um traficante viciando pessoas na droga da esperança, seus seguidores que não são nada além de viciados que querem sua dose de mentiras pra manter sua... sua dopamina de ignorância, viciados com medo de acreditar na verdade... a de que não existe ordem, nem poder, que todas as religiões são apenas vermes causadores de metástase na mente para nos dividir nos tornando mais fáceis de ser controlados pelos charlatões que querem nos controlar. Tudo o que nós somos pra eles são fanboys pagantes da sua mal escrita franquia de ficção científica. Se eu não escuto meu amigo imaginário, por que diabos eu deveria escutar o de vocês? As pessoas acham que sua adoração é alguma forma de chave para a felicidade. Isso é apenas como eles te possuem. Até mesmo eu não sou louco o suficiente pra acreditar nessa distorção da realidade. Então f***-se Deus. Ele não é um bode expiatório bom o suficiente para mim.
(Série Mr. Robot)
- Que farás tu, meu Deus, se eu perecer?
Que farás tu, meu Deus, se eu perecer?
Eu sou o teu vaso - e se me quebro?
Eu sou tua água - e se apodreço?
Sou tua roupa e teu trabalho
Comigo perdes tu o teu sentido.
Depois de mim não terás um lugar
Onde as palavras ardentes te saúdem.
Dos teus pés cansados cairão
As sandálias que sou.
Perderás tua ampla túnica.
Teu olhar que em minhas pálpebras,
Como num travesseiro,
Ardentemente recebo,
Virá me procurar por largo tempo
E se deitará, na hora do crepúsculo,
No duro chão de pedra.
Que farás tu, meu Deus? O medo me domina.
///
- Hora Grave
Quem agora chora em algum lugar do mundo,
Sem razão chora no mundo,
Chora por mim.
Quem agora ri em algum lugar na noite,
Sem razão ri dentro da noite,
Ri-se de mim.
Quem agora caminha em algum lugar no mundo,
Sem razão caminha no mundo,
Vem a mim.
Quem agora morre em algum lugar no mundo,
Sem razão morre no mundo,
Olha para mim.
\\\
O torso arcaico de Apolo
Não conhecemos sua cabeça inaudita
Onde as pupilas amadureciam. Mas
Seu torso brilha ainda como um candelabro
No qual o seu olhar, sobre si mesmo voltado
Detém-se e brilha. Do contrário não poderia
Seu mamilo cegar-te e nem à leve curva
Dos rins poderia chegar um sorriso
Até aquele centro, donde o sexo pendia.
De outro modo erger-se-ia esta pedra breve e mutilada
Sob a queda translúcida dos ombros.
E não tremeria assim, como pele selvagem.
E nem explodiria para além de todas as fronteiras
Tal como uma estrela. Pois nela não há lugar
Que não te mire: precisas mudar de vida.
(Tradução: Paulo Quintela)
- Que farás tu, meu Deus, se eu perecer?
Que farás tu, meu Deus, se eu perecer?
Eu sou o teu vaso - e se me quebro?
Eu sou tua água - e se apodreço?
Sou tua roupa e teu trabalho
Comigo perdes tu o teu sentido.
Depois de mim não terás um lugar
Onde as palavras ardentes te saúdem.
Dos teus pés cansados cairão
As sandálias que sou.
Perderás tua ampla túnica.
Teu olhar que em minhas pálpebras,
Como num travesseiro,
Ardentemente recebo,
Virá me procurar por largo tempo
E se deitará, na hora do crepúsculo,
No duro chão de pedra.
Que farás tu, meu Deus? O medo me domina.
(Tradução: Paulo Plínio Abreu)
- Hora Grave
Quem agora chora em algum lugar do mundo,
Sem razão chora no mundo,
Chora por mim.
Quem agora ri em algum lugar na noite,
Sem razão ri dentro da noite,
Ri-se de mim.
Quem agora caminha em algum lugar no mundo,
Sem razão caminha no mundo,
Vem a mim.
Quem agora morre em algum lugar no mundo,
Sem razão morre no mundo,
Olha para mim.
(Tradução: Paulo Plínio Abreu)
Morgue
Estão prontos, ali, como a esperar
que um gesto só, ainda que tardio,
possa reconciliar com tanto frio
os corpos e um ao outro harmonizar;
como se algo faltasse para o fim.
Que nome no seu bolso já vazio
há por achar? Alguém procura, enfim,
enxugar dos seus lábios o fastio:
em vão; eles só ficam mais polidos.
A barba está mais dura, todavia
ficou mais limpa ao toque do vigia,
para não repugnar o circunstante.
Os olhos, sob a pálpebra, invertidos,
olham só para dentro, doravante.
\\\
A Gazela
Gazella Dorcas
Mágico ser: onde encontrar quem colha
duas palavras numa rima igual
a essa que pulsa em ti como um sinal?
De tua fronte se erguem lira e folha
e tudo o que és se move em similar
canto de amor cujas palavras, quais
pétalas, vão caindo sobre o olhar
de quem fechou os olhos, sem ler mais,
para te ver: no alerta dos sentidos,
em cada perna os saltos reprimidos
sem disparar, enquanto só a fronte
a prumo, prestes, pára: assim, na fonte,
a banhista que um frêmito assustasse:
a chispa de água no voltear da face.
A solidão não é minha maldição, nem é meu carma
não é minha escolha, nem minha sorte
não é consequência dos meus atos, nem da minha omissão
a solidão é simplesmente...
meu destino!
Amizade Inesquecível!
(Para meu AVÔ:João Theodoro Rodrigues)
Ainda lembro
Daquelas inesquecíveis palavras.
Que murmuraram ao meu coração
E fizeram a impossibilidade do esquecimento...
Palavras que não se calaram...
Anos se passaram
Estações presenciei.
Lágrimas derramei.
Dores eu senti.
Mas daquelas palavras.
Não me esqueci.
Palavras que denunciavam.
Que a nossa amizade era verdadeira.
De que não seria o tempo...
O destruidor desse nosso laço.
Os anos passaram...
As lembranças ficaram.
Saudade das vezes que o mundo era nosso.
E que o destino estava em nossas mãos...
Saudade das risadas.
Que surpreendiam a todos ao nosso redor.
Hoje apenas saudade posso ter...
Mas quem sabe no amanhã...
Voltamos a ser um só mundo.
Onde nada destruirá nossa verdadeira amizade
Nem mesmo a Morte...
Ainda Lembro
Ainda lembro das palavras doces que você dizia
Ao pé do meu ouvido...
Lembro do sorriso que você abria quando me via,
Das explicações que você dava
Quando não conseguia telefonar...
Ainda lembro das risadas que dávamos juntos,
Das juras que fazíamos...
Ainda lembro do jeito que você me olhava,
Dos sonhos que eu tinha com você,
Do amor que eu tinha pra lhe oferecer...
Ainda sinto seu perfume,
Ainda sinto o calor de sua pele,
Ainda sinto sua presença...
Ainda lembro da nossa canção.
Ainda lembro das vezes que você me olhava
e dizia o medo que sentia de me perder...
Ainda lembro de quanta dedicação que eu
Tinha em lhe ver sorrir.
Ainda lembro das cartas apaixonadas,
Que me faziam ficar até tarde acordada...
Lembro das noites em claro que passei,
Pensando em você.
Hoje não te amo como antes,
E nem você me amava como dizia,
Ainda Lembro...
Meu Ser Evaporei na Lida Insana
Meu ser evaporei na lida insana
Do tropel de paixões, que me arrastava.
Ah! Cego eu cria, ah! mísero eu sonhava
Em mim quase imortal a essência humana.
De que inúmeros sóis a mente ufana
Existência falaz me não dourava!
Mas eis sucumbe a Natureza escrava
Ao mal, que a vida em sua origem dana.
Prazeres, sócios meus e meus tiranos!
Esta alma, que sedenta em si não coube,
No abismo vos sumiu dos desenganos.
Deus, oh Deus!… Quando a morte a luz me roube,
Ganhe num momento o que perderam anos,
Saiba morrer o que viver não soube.
Depois, que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desata os nós
Assim, mentalizei meu domingo ser um dia especial... e foi; e assim, do nada a minha segunda se iniciou perfeita.... Bom Dia a todos
É você, meu mundo de paz
Eu te quero mais, meu universo é você
Sem ti, é tudo vazio, é noite de frio
De olhar sem me ver
O amor, que existe em nós dois
Agora ou depois irá renascer
Sente em meu colo e adormeça
Encoste sua cabeça
Escute esse peito meu,
E o coração que é meu
Bate pra te acalentar
Pode ficar a vontade
Que a saudade há de passar
Quero te fazer carinho
Teu amor é o caminho
E gosto de caminhar
"Já Bocage não sou!"
Já Bocage não sou!... À cova escura
Meu estro vai parar desfeito em vento...
Eu aos Céus ultrajei! O meu tormento
Leve me torne sempre a terra dura.
Conheço agora já quão vã figura
Em prosa e verso fez meu louco intento.
Musa!... Tivera algum merecimento,
Se um raio da razão seguisse, pura!
Eu me arrependo; a língua quase fria
Brade em alto pregão à mocidade,
Que atrás do som fantástico corria:
"Outro Aretino fui... A santidade
Manchei...Oh!, se me creste, gente impia,
Rasga meus versos, crê na Eternidade!"
Meu sonho partiu, foi embora
sem me avisar, sem me comunicar,
só deixou para trás a saudade
que a todo instante vem me abraçar.
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