Meu Coracao Dispara
Salmo 121
1 Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: De onde me vem o socorro?
2 O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra.
3 Ele não permitirá que você tropece; o seu protetor se manterá alerta,
4 sim, o protetor de Israel não dormirá; ele está sempre alerta!
5 O Senhor é o seu protetor; como sombra que o protege, ele está à sua direita.
6 De dia o sol não o ferirá; nem a lua, de noite.
7 O Senhor o protegerá de todo o mal, protegerá a sua vida.
8 O Senhor protegerá a sua saída e a sua chegada, desde agora e para sempre.
Me perdoa, eu não queria te magoar assim. Mas ponha-se no meu lugar, tive que abrir mão do que me fazia mais feliz, você.
Eu peço que vá , deixo o caminho aberto , seus olhos trocaram de direção e já esta na hora de fechar as portas.
No meu lar o amar, o cuidar
Na profissão, a dedicação
No lazer amigos de bem querer, de proteger
Cotidiano de muita batalhar
e nunca parar
Aos momentos de rapidez
não deixo de pensar
porque o meu bem é que me faz bem.
"Como encontrar minha estrela perdida,
Se meu céu foi assaltado pela ilusão,
E as estrelas temem...
Como encontrar meu sonho,
Se os pesadelos me visitam constantemente.
Como encontrar a palavra certa para definir um sentimento,
Se todos parassem e perderem o sentido.
Como enxergar alguém próximo a mim,
Se estou distante do meu próprio eu.
Como me conformar que eu gostaria
De ter ficado apaixonado em outra hora,
Em outro lugar, em outra vida...
Como encontrar um motivo,
Que me faça mudar o caminho,
Mudar a estação.
Como trocar a saudade pela paz,
Se sentimentos não se trocam apenas se unem.
Como me sentir feliz,
Se o amor não foi tão bom comigo...
Me apaixonei quando mais
Precisava ficar tranqüilo.
As coisas não precisam ser complicadas,
Pois o mais simples já se complicou...
Eu me apaixonei por você."
Já fiz tantas escolhas erradas
Não quero ser assim...
E sei que você é o meu certo
Sem você me sinto incompleta
As horas passam e eu aqui ansiosa
Para que o amanhecer chegue logo pra mim te ver
Faço-te musicas
É o que posso te oferecer
Não tenho muita força pra te proteger
Mais tenho um carinho enorme por você
Entre as confusões desse meu viver
É você que me faz manter a minha sanidade
É eu sou dependente de você
Viciada no teu beijo
Viciada no teu cheiro
Nesse teu gosto
E eu sempre quero mais
Aos poucos você me conhece
E eu sei que você acaba por gostar mais
Por que eu sou e não sou tão diferente assim
Por que meu sorriso você até elogiou
E sei que você é o meu certo
Sem você me sinto incompleta
Como fazer você entender
Tudo o que sinto?
Não é difícil, mas, amor
Não tem como explicar
É tão bom contigo estar
Amar é tão bom amar
Amor, amor só a gente faz
E sei que você é o meu certo
Sem você me sinto incompleta
Eu tenho orgulho da minha cor,
Do meu cabelo e do meu nariz.
Sou assim e sou feliz.
Índio, caboclo, cafuso, criolo! Sou brasileiro!
Você é livre para ir, e sabe disso. Mas, eu espero que o meu amor seja motivo suficiente para te fazer ficar.
Mais uma vez ela voltou pra me assombrar
Ela voltou a sussurrar coisas no meu ouvido
Falou que eu nunca seria boa o suficiente
Me mostrou uma válvula de escape
Um chamado: VEM COMIGO!
Jurei que não te escutaria mais,
Eu estava confiante e em paz
Jurei que conseguiria te olhar na cara
E quando menos percebi...
Meus dedos desciam pela minha garganta
Doce amargo, é o gosto da liberdade
O preço desse corpo que volta pela garganta
Eu o troquei pela minha vitalidade
É você Mia, minha doce tormenta
Abelhas na Barriga
Meu estômago não tem borboletas,
são apenas flores.
Cheias cheias de abelhas.
Agulhas que me causam dores.
Ansiedade?
Talvez medo dessa ferocidade!
Essa idade suficiente para perder beleza
crescer e competir com a velha natureza.
Quando o sol raia, prefiro por dia morrer;
os casulos crescem.
Mas a noite, ah a noite! na lua quero renascer
As borboletas florescem.
Eu parecia uma lua perdida – meu planeta destruído em algum cenário de cinema-
catástrofe – que continuava, apesar de tudo, numa órbita muito estreita pelo espaço
vazio que ficou, ignorando as leis da gravidade.
Cresci, amadureci, tornei-me dona de mim mesma, senhora do meu destino; aprendi a transformar conhecimento em sabedoria, mas continuo cometendo alguns enganos que eu cometia aos 20 anos, só que agora sem o sentimento de culpa.
Complicada?
Sim, eu sou complicada em alguns aspectos, tenho minhas manias, meus puderes, meu recato, mas, se você não esta disposto a suportar minha complexidade, jamais vai conhecer meu lado magnificamente simples.
Quem não suporta os meus óbices, os meus pontos fracos, quem, enfim, não desvenda os meus mistérios não chega a conhecer o meu melhor, as minhas maiores virtudes, os meus maiores encantos.
Qualquer tipo de relacionamento é constituído de trocas, você só desvenda o melhor do outro quando cede, quando consegue ignorar o que ele não tem de “tão” bom ou, enfim, aquilo que não lhe parece “simples”.
Quando você supera aquilo que não é “fácil” você entra na vida do outro, todavia, quanto mais complicado um homem é, mais raro e belo é aquilo que sua “complicação” esconde, mas nem todos desvendam.
CHÁ DE MIL FOLHAS E A DISTÂNCIA QUE ME BEBE.
Meu chá de mil folhas é um segredo antigo.
Guardo-o como se guarda uma carta nunca enviada.
A erva que repousa na água quente é a mesma que repousa em mim, amarga e silenciosa.
A velha Achillea millefolium arde suave na xícara, como se cada folha fosse uma lembrança tua, fina, múltipla, impossível de reunir por completo. Dizem que cura feridas. Mas não dizem que algumas feridas preferem permanecer abertas para que não esqueçamos quem as causou com ternura.
Bebo devagar. Não por delicadeza, mas por temor.
Temo que o último gole seja também o último vestígio do que fomos.
O vapor sobe como se quisesse alcançar o que está longe demais.
Assim é o amor distante. Não toca. Não abraça. Apenas sobe, invisível, e se desfaz no ar frio da noite.
Há uma rusticidade nisso tudo. Nada de salões iluminados. Nada de promessas fáceis. Apenas madeira antiga, silêncio espesso e o som da água que já não ferve. O amor que não se possui torna-se disciplina. Aprende-se a amar sem tocar. Aprende-se a desejar sem pedir. Aprende-se a suportar o peso de uma ausência que não se resolve.
Cada folha dissolvida na infusão é um dia que passou entre nós.
Mil folhas. Mil dias. Mil silêncios.
E ainda assim continuo a preparar o chá.
Porque amar de longe é isso. Um ritual repetido mesmo quando a esperança já se fez austera.
No fundo da xícara, resta um sedimento escuro. Não o descarto. É ali que repousa o que não pôde ser dito. É ali que o amor se torna grave, quase fúnebre, mas verdadeiro.
E enquanto a noite avança, compreendo que não sou eu quem bebe o chá.
É a distância que me bebe, folha por folha, até que sobre apenas o gosto severo de ter amado com firmeza, mesmo sem presença.
A tristeza me corroe e não tem fim, ela me maltrata e acaba com o meu ser. Ela me tira pouco a pouco a vontade de viver.
Desde do início do meu envolvimento com o movimento de mulheres fiquei incomodada pela insistência das mulheres brancas liberacionistas que a raça e o sexo eram duas questões separadas. A minha experiência de vida mostrou-me que as duas questões são inseparáveis, que no momento do meu nascimento, dois fatores determinaram o meu destino, ter nascido negra e ter nascido mulher.
As armadilhas do tempo, São como o vento levando as folhas pra lugares distantes, meu pensamento e o mesmo que o seu mas hoje meu coração bate mais forte que antes...
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