Meu Caminho e cada Manha
À sombra do meu fragilizado sorriso vive um ser magoado que, infelizmente, insiste em manter-me triste
Quando de mim não obter um grande pensamento é porque fracassei no meu principal e motivador intento...
Como um prepotente escritor, assumo que estou em busca do meu kleos literário - quero partir com a mesma exéquia dos imortais...
A reflexiva teoria dramática que teóricos escrevem ou escreveram, muitas vezes é o que eu e meu povo vivemos diariamente...
E me vem surgindo você dentro de mim, forte, resistente em meu coração, em meio a todo o abandono que sua ausência física me traz
Eu fiquei defendendo o amor de forma exaustiva pra depois, já doente, perceber que meu interlocutor, com ódio, a dormir sobre a espinhosa e cruel cama do fascismo, nunca aceitará minha leve e sentida defesa...
De onde eu venho o "NÃO" é uma palavra bem conhecida, faz parte da realidade do meu povo. Gratuitamente já se nasce e se convive com ele normalmente no dia-dia - já o "SIM" sempre foi um sonho distante, quase inalcançável; algo que se precisa vencer cruéis barreiras físicas, emocionais, socioeconômicas para obtê-lo...
Versejo não somente minha coragem, mas também o meu medo
E o que te diz meus versos ou o que te escrevo?
Esta minha literatura que busca teu apreço,
O que te suscita neste ensejo?
Equilibrista de Mim
Eu visto a pele da metamorfose,
Desfaço as tramas, refaço o meu cais.
Num gesto breve, dissolvo as hipnoses,
Sou cais de vento, sou riso fugaz.
Nos bolsos trago um punhado de estrelas,
E versos soltos, de cor e cetim.
Se o mundo pesa, eu aprendo a vencê-las,
Com asas feitas de sonho e de fim.
Vem, me acompanha no passo da sorte,
Que a vida é ciranda de se reinventar.
Se a dor me visita, eu danço mais forte,
Pra sombra entender que não vai me parar.
Tecendo rimas de pólen e aurora,
Transcendo os mapas que o medo traçou.
Se o peito sangra, eu canto sem demora,
Que até ferida se faz flor, se eu sou.
Na corda bamba da minha esperança,
Equilibrista de mim, sem final.
Entre o abismo e o sopro da criança,
Eu me refaço de forma vital.
Se for pra cair, que seja em poesia,
Se for pra sumir, que eu suma em canção.
O riso é remendo, é luz, é magia,
Que costura o mundo na palma da mão.
Vem, me acompanha no passo da sorte,
Que a vida é ciranda de se reinventar.
Se a dor me visita, eu danço mais forte,
Pra sombra entender que não vai me parar.
Quantas vezes?
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Quantas vezes cheguei ao meu limite e continuei.
Quantas vezes vi meu mundo desmoronar e, no dia seguinte, ainda estava de pé.
Quantas vezes caí e me levantei, mesmo quando pensei em ficar no chão.
Quantas vezes chorei com vontade de desistir e, no dia seguinte, um sorriso largo surgiu.
Quantas vezes vi tudo chegar ao fim e, mesmo assim, segui em frente.
Quantas vezes? Sinceramente, não sei.
- Britobc
Você é uma extensão do meu coração,extensão da minha força e por toda minha vida te amarei,então,não ouse pensar que algum dia me perderia.
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