Meu Caminho e cada Manha
Perguntei ao sereno pela manhã....
De onde eu vim?
E tão tranquilo, vindo do céu, sobre o meu jardim, mesmo em silêncio, me respondeu:
-Como as ondas do mar que vão e vem,
eu também já estive aqui várias vezes...
Vim do céu, pequeno fio d'água, me transformei em riacho, virei um rio, fui lagos, mares e oceanos.
Subi aos céus e hoje volto à terra.
Venho trazer mais brilho ao seu jardim e fazer você ver a continuidade da criação.
Então perguntei à brisa fria, que tocando meu rosto, em beijos gélidos, me estremecia...
-Para onde eu devo seguir?
Em abraço, sussurrando em meus ouvidos, respondeu...
-Siga sempre em frente...
O passado já foi, o futuro, logo ali, viva o presente...
Avisou que durante o meu caminho obstáculos irei encontrar...
-Transponha que ao seu destino irá chegar...
E assim, sorrindo, a brisa partiu...
Perguntei ao beija-flor que se eu seguisse o conselho da brisa eu poderia ser feliz...
Ele me respondeu que eu deveria ser como o dia de hoje...
Lembrou-me que o amanhã pode não chegar...
Que na viagem, que faço todos os dias, sem me dar conta, já sou feliz...
Então voltei meus olhos para o céu, de onde descia o sereno e vinha a brisa, que sustentava o vôo do beija-flor...
- Em meus caminhos, no fim, o que encontrarei?...
Perguntei...
E o céu me respondeu, com um pequeno raio de sol...
- O recomeço...
Tudo é lindo em você!
Tal qual os raios do Sol que toca meu rosto pela manhã, assim foi para mim cada momento em que você esteve online para me dizer 'bom dia', tocando meu coração com sua ternura de ser
Agradeço pelo meu despertar, porque mais uma manhã de domingo estou vivo, para que a vida eu possa exaltar
Então, desejo toda positividade que estou sentindo... Para quem ler e a quem disponibilizou um pouco do seu tempinho
Quero que o seu dia seja repleto de maravilhas
Com capacidades, segurança, reciprocidade e empatia
Mas que seja na paz de Deus e com alegria
O que realmente eu desejo
É que você tenha um ótimo bom dia!
Eis que o despertar cativante da manhã sombria e fria....paira sobre meu desejo!
Da noite quente em ternura de sua pele, ósculo ardente em brasa incandescente sobre duas almas fundidas no calor da paixão.....
.... ao mais intenso frio estelar da galáxia distante que separa nossos corações e almas.
Almas perdidadas no espaço tempo da paixão buscando entender a dor dilacerante que aflige os corações partidos....
Alma apaixonada da razão irracional que busca métricas inexistentes para explicar o inparável e mais profundo sentimento do desejo !!!!!!
11:07 da manhã - 22 de maio de 2024
Sonhei que estava com meu marido, a gente andava atrás de renovar o título de eleitor dele, fomos em um cartório e lá eu observava como era legal aquele tipo de emprego, pois eu entrei e meu marido ficou lá fora á me esperar. Uma moça me atendeu, junto á um garoto.
Ela usava óculos e era aprendiz ali, ela narrava e o garoto escrevia, no sonho, eles preenchiam um formulário á mão, com o nome do meu marido, eles erraram o nome dele, e eu disse que não havia problemas, quando uma outra mulher com aspecto de muito grossa, perguntou se não havia problemas, eu disse que não, á fim de não prejudicar a jovem aprendiz, para ela não perder seu emprego ou receber broncas. A mulher me mostrou e eles haviam esquecido de colocar o "da" no nome do meu marido.
Então, eu desejei no sonho que meu marido poderia ter um emprego assim e foi quando observei uma mulher perguntando onde entregava currículo, perguntando ao garoto nerd que fez a renovação do título do meu marido, ele respondeu que era em uma empresa terceirizada e se chamava "girl". Eu meio que fiquei confusa com o nome, sem entender direito. Então, a mulher foi embora e eu perguntei para ele, onde ele entregou currículo para trabalhar ali, então ele respondia e eu não conseguiu entender, ele falava baixo e havia um ventilador muito forte e barulhento no ambiente. Esse menino era gordinho, branquinho, usava óculos, tinha os cabelos loiros escuros e parecia bem simpático.
Eu estava usando a blusa uniforme do diocesano, na época que eu ainda estudava, e calça jeans.
Então, eu disse pra ele que não conseguia ouvir, coloquei o ouvido pertinho dele e ele me disse que se eu conseguisse o número de uma índia, chamada Letícia Guimarães, irmã do Paulo Guimarães, ele me daria o nome do lugar para deixar o currículo. Eu disse, então tá bom, vou conseguir. E fui embora, quando cheguei ao lado do meu marido, falei para ele que o garoto talvez achasse que eu ainda estudava no diocesano, porque eu estava com o uniforme. Mas, como ele poderia pensar que eu ainda seria uma estudante de lá, na idade que estou de 32 anos?
Então, o sonho acabou...
Código: Replay
Meu amor,
São 2:47 da manhã,
e a cidade inteira parece dormir,
menos essa parte de mim
que insiste em voltar pra você.
Abri nossa última mensagem,
como quem revisita uma rua antiga,
tentando descobrir se entre palavras simples ainda existe algum pedaço nosso escondido.
Guardo cartas que nunca enviei,
dobradas entre silêncios e medos,
porque existem sentimentos tão grandes que a coragem demora
a alcançar.
E é engraçado…
nossas histórias que viraram
música ainda tocam dentro do peito,
mesmo quando o mundo muda
de estação.
Escrevi teu nome em versos,
porque em prosa você nunca coube.
Algumas pessoas passam,
outras viram poesia.
Talvez nosso problema tenha sido
esse amor em frequência baixa,
dois corações tentando se encontrar
num rádio cheio de interferências.
Mas entre rimas e saudades,
aprendi que amar também é permanecer,
mesmo quando a ausência resolve ficar.
Porque amar você sempre foi isso:
se entregar por inteiro,
sem botão de volta,
sem plano de fuga.
E por mais que o tempo siga,
meu coração ainda guarda
a mesma falha:
Código: Replay.
Porque em algum lugar dentro de mim,
eu ainda apertaria "repetir"
só pra viver você outra vez.
*O Uniforme da Virtude*
O jornal apareceu no meu jardim numa manhã em que eu não estava esperando por notícias.
Não era assinante. Nunca fui muito chegado a jornais, principalmente depois que descobri que as tragédias do mundo chegavam mais rápido pela internet e as mentiras continuavam chegando no mesmo ritmo.
Peguei o jornal pela ponta, como quem recolhe alguma coisa suspeita.
Levei para a varanda.
Sentei na cadeira velha e coloquei os pés sobre o parapeito. O gato estava deitado no degrau. Olhou para mim. Miou.
Parecia perguntar:
— Você vai realmente ler isso?
Não respondi.
Ele se espreguiçou, virou de costas e foi cuidar de assuntos mais importantes. Provavelmente dormir.
Abri o jornal.
Na primeira página havia um cidadão sorrindo.
Era um dos homens que ocupavam um dos cargos eletivos daquela nova cidade. O sorriso tinha aquela medida exata que os fotógrafos gostam. Nem alegria demais, nem preocupação demais. Apenas o suficiente para parecer humano.
Ao lado da fotografia, um título falava sobre dignidade humana.
Li.
O homem defendia respeito, inclusão, empatia, tolerância e todas aquelas palavras que hoje aparecem juntas com a mesma facilidade com que antigamente se escrevia “atenciosamente” no fim de uma carta.
Continuei lendo.
Não havia nada errado com o que ele dizia.
Esse era justamente o problema.
O sujeito tinha aprendido a dizer tudo certo.
Fiquei alguns minutos olhando para o papel.
Pensei que talvez eu estivesse ficando velho demais para certas coisas. Talvez o problema fosse comigo. Talvez fosse apenas implicância de um homem que já viu muita gente falar bonito antes de fazer alguma coisa feia.
Mas então lembrei que tratar alguém com respeito nunca foi o problema.
O problema começa quando a virtude vira uniforme e a consciência passa a usar crachá.
Parei de ler.
O gato voltou.
Sentou ao meu lado.
Olhou para o jornal.
Depois olhou para mim.
— É — eu disse. — Também achei estranho.
Voltei ao texto.
O homem falava sobre uma sociedade mais humana. Era uma boa ideia. Quase bonita.
Só que eu conhecia aquele tipo de discurso.
A cidade continuava cheia de gente que passava por moradores de rua sem enxergá-los. Velhos continuavam conversando sozinhos dentro de apartamentos silenciosos. Crianças aprendiam cedo que certas coisas eram vendidas antes mesmo de serem compreendidas.
E nós continuávamos medindo pessoas.
Pelo salário.
Pela aparência.
Pelos seguidores.
Pela utilidade.
Pela capacidade de nos servir.
Depois chamávamos aquilo de sociedade civilizada.
Talvez fosse por isso que a expressão “politicamente correto” tivesse adquirido tanta importância.
Não porque respeito fosse ruim.
Respeito é necessário.
O problema é quando a palavra passa a substituir o comportamento.
Trocaram a ética pela etiqueta.
É mais fácil.
Etiqueta exige apenas que você saiba onde colocar o garfo.
Ética exige que você saiba onde colocar a própria crueldade.
E isso dá trabalho.
Continuei lendo.
O político falava sobre empatia.
Eu pensei em quantas pessoas conhecia que publicavam frases sobre empatia e não conseguiam ouvir cinco minutos de alguém que discordasse delas.
Era uma coisa curiosa.
A crueldade havia aprendido gramática.
A hipocrisia descobrira o vocabulário da inclusão.
A mentira tinha feito faculdade.
E eu não estava completamente fora disso.
Foi aí que a leitura começou a ficar desagradável.
Porque é fácil apontar o dedo para o sujeito da fotografia.
Mais difícil é olhar para a própria mão.
Eu também já fui injusto.
Já tratei pessoas como inconvenientes porque estavam atrapalhando meu dia.
Já concordei com alguém em público e pensei o contrário em silêncio.
Já me calei diante de uma covardia porque falar custaria alguma coisa.
Já fui educado quando deveria ter sido honesto.
E talvez essa seja uma das formas mais discretas da hipocrisia.
Não mentir para os outros.
Mentir para si mesmo com boas maneiras.
Fechei o jornal.
Fiquei olhando para o jardim.
O gato tinha encontrado uma sombra e dormia dentro dela.
Ele não precisava escrever sobre dignidade.
Não precisava defender ninguém.
Não precisava publicar uma frase bonita.
Se alguém o incomodasse, ele simplesmente iria embora.
Talvez houvesse alguma sabedoria nisso.
A verdadeira decência nunca precisou de cartilha.
Ela aparece quando ninguém está olhando.
Quando você poderia humilhar alguém e decide não fazê-lo.
Quando poderia esmagar e prefere não usar a força.
Quando discorda sem precisar transformar o outro em inimigo.
Quando ninguém está fotografando.
Quando não existe plateia.
Quando não existe recompensa.
Talvez seja aí que começa o caráter.
Todo o resto pode ser teatro.
E o teatro sempre foi um esconderijo confortável para quem tem medo de ser visto sem maquiagem.
Voltei a abrir o jornal.
A fotografia continuava ali.
O sorriso também.
Pensei que talvez o homem da fotografia acreditasse sinceramente no que havia escrito.
Isso também me incomodou.
Porque seria mais fácil se ele fosse apenas um canalha.
Mas ninguém é apenas uma coisa.
Nem eu.
Nem ele.
Nem o sujeito que fala sobre moral enquanto pisa no outro.
Talvez o maior escândalo do nosso tempo não seja a existência de pessoas ruins.
Elas sempre existiram.
O problema é outro.
Aprendemos a vestir a roupa da virtude.
Aprendemos quais palavras provocam aplausos.
Aprendemos quais indignações rendem aprovação.
Aprendemos a parecer bons.
E, em algum momento, esquecemos de perguntar se ainda somos.
Olhei novamente para o gato.
Ele abriu um olho.
— Você tem alguma opinião sobre isso?
Ele fechou o olho.
Justo.
Talvez a humanidade pudesse aprender alguma coisa com os animais.
Eles não costumam fingir que são melhores do que são.
Nós fazemos o contrário.
Construímos discursos para esconder nossos dentes.
Chamamos isso de civilização.
Chamamos de progresso.
Chamamos de consciência.
Às vezes, talvez seja apenas medo de admitir que continuamos sendo animais assustados, egoístas e famintos por aprovação.
A diferença é que agora sabemos escrever sobre isso.
E escrever bem sobre humanidade não torna ninguém humano.
Fechei o jornal de vez.
Coloquei-o sobre a mesa.
O gato continuava dormindo.
Fiquei ali, olhando para ele e pensando que talvez eu tivesse passado a manhã inteira procurando hipocrisia nos outros para não precisar encontrá-la em mim.
Essa foi a parte que mais me incomodou.
Porque a consciência também sabe usar uniforme.
E, quando quer, sabe até sorrir para a fotografia.
Oração da manhã
Pai, todo poderoso! Meu Deus e Senhor, cubra-nos com tua bênção e nos fortaleça mais este dia, que nos preparaste com cuidado e carinho. Ensina-nos a vivê-lo com gratidão.
Diante das dificuldades, esclareça minha mente e coração para tomar a decisão mais precisa e sensata.
Derrame bênçãos sobre minha família, para que, diante de diagnósticos supostamente desfavoráveis, tenham fé e confiança em Ti para superar desafios.
Que o desânimo e a falta de fé não recaia sobre nenhum de nós. Tenhamos sempre em mente que "o Senhor é meu pastor e nada me faltará".
Confiantes em Ti sempre caminharemos!
Amém!
Assim como o orvalho gélido de uma manhã de inverno, a dúvida se instalou em meu coração, fria, silenciosa e com o poder sutil de congelar toda a esperança. O cristal, que parecia belo e puro à primeira vista, era, na verdade, a evidência de uma noite rigorosa que ainda não havia chegado ao fim. Não era um prelúdio de sol, mas a prova de que a vida, por vezes, se detém em sua forma mais dura e intocável.
É quase uma da manhã e meu sono não vem, está ausente, como você, e odeio essa ausência. Você me deixou com frio, no meio da rua e da chuva, quebrada como uma boneca de porcelana. Só que não posso me sentir assim para sempre porque porcelana é difícil de ser consertada, mas não impossível. Preciso de um amor açucarado para quebrar esse gelo, de um amor com cheiro de outono e sabor de domingo e não importa se não durar até o inverno, apenas preciso de alguém que me segure para eu não desabar como as folhas que caem lá fora.
2546 📜 "Não sei vocês mas eu acabo de ser convidado para Meu Café da Manhã. Eu jamais desobedeço Minha Cozinheira, Minha Governanta, Minha Cuidadora, Minha Copeira e Minha Garçonete. Então, Licencinha! Mas eu volto... Não sei vocês!"
2657 📜 "Hoje, no meu Café da Manhã, vai ter batata doce com melado, coalhada 'da mureta', cuscuz, macaxeira com manteiga de garrafa, queijo coalho e carne de sol. Estou 'matando saudade' de Minha Gente!"
3033 📜 Hoje, no Meu Café da Manhã, vai ter ou haverá Cuscuz e Macaxeira. Como Convidada, receberei Minha Professora de Numismática. Como Convidada!
3044 📜 Como Eu já disse, Alhures, Meu Café da Manhã, de hoje, foi com a presença da Minha Professora de Numismática. Foi excelente e relembramos uma das razões porque eu a contratei (para ser Minha Professora) e não contratei outras.
2855 📜 Meu Café da Manhã terá, também e como de costume, Tomates e Pepinos, finamente fatiados e banhados no Azeite Legítimo, no Vinagre Legítimo e no Sal, idem!
2856 📜 Também hoje Meu Café da Manhã será Requintado e Variado. Tudo porque Meus Convidados merecem. Meu Café da Manhã, de hoje, terá Convidados Especialíssimos.
-
Convido, para Café da Manhã comigo... Os dez primeiros que acertarem quem são Meus Convidados para o Café da Manhã de hoje! É fácil... Reflitam!
2857 📜 Hoje Meu Café da Manhã não será à Pérgula. Será na Piscina. Piscina Aquecida é um dos maiores inventos (e investimentos) dependendo de quem sejam seus convidados. Os Meus... Valem e Merecem o Investimento!
2681 📜 Há dias, para Mim, em que o mais importante é o Café da Manhã. No meu caso são todos os dias, HeHeHe!
2685 📜 Já que estão todos interessados, interessadíssimos, eu digo: Hoje, Meu Café da Manhã terá Beicom com Ovos (ou vice-versa) mais suco de laranja e pão 'francês brasileiro', este com requeijão nordestino. Pronto! Aí está! De nada!
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