Meu Caminho e cada Manha
FILOSOFIA DA MORTE (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Cada hora do nosso passado
pertence à morte...
Com o fim da esperança
chega à morte...
Não é a esperança
a última a morrer,
mas a morte é a derradeira esperança...
A verdadeira e original filosofia do exisitr
é o estudo da morte...
♪♫ .. VIVENDO A VIDA.. fazendo a cada dia novas interpretações..
De histórias sagazes.. tempo de contradições.. e se me sinto sozinha.. trancada em meros pensamentos..
Nao será o destino a frear meus movimentos.. =) ♪♫
A Força que tu és em ti e além.
Há algo em cada ser que não pode ser nomeado.
Uma vibração antiga, anterior ao próprio pensamento.
Vem das origens, quando o mundo ainda era apenas respiração e promessa.
Essa força, que alguns chamam destino, é o fundamento invisível sobre o qual cada vida se ergue.
Em certos instantes ela desperta às vezes no meio da dor, outras na solidão que se instala como noite.
Então, o homem percebe que não caminha sobre a terra: é a terra que o atravessa.
Os rios fluem também por dentro dele; as montanhas se erguem em seu silêncio.
Nada é alheio. Tudo o contém.
Contudo, essa força não guia oferece-se.
Pede direção, pede forma, pede gesto.
Não se impõe; aguarda o instante em que o ser humano deixa de resistir e começa a escutar.
Quem a escuta, muda.
Quem a molda, cria.
Quem a nega, se dispersa em suas próprias sombras.
Há um ponto em que o espírito compreende que a vida não é espetáculo, mas tarefa.
O mesmo sopro que move as estrelas habita a respiração de um só instante.
E é ali, no íntimo dessa respiração consciente, que o homem reencontra a si mesmo.
Transformar-se é o trabalho de toda uma existência.
Não é vencer o mundo, mas reconciliar-se com ele.
Dar à força interior o rosto da ternura, a direção da coragem, o tom sereno da maturidade.
Quando isso acontece, o ser já não precisa buscar sentido ele se torna o próprio sentido.
Assim, a natureza em ti deixa de ser impulso e se converte em substância espiritual.
Nada de grandioso se impõe; tudo se eleva discretamente, como uma chama que não precisa de vento para permanecer acesa.
Tu és essa força, e és também quem lhe dá forma.
O universo apenas te oferece o barro; és tu quem o transforma em rosto.
A RESPIRAÇÃO DA CHAMA INTERIOR.
Cada vez que alimentamos a esperança de alguém, erguemos silenciosamente um altar dentro de nós mesmos. Não se trata de benevolência superficial, mas de uma operação profunda, quase ritualística, na qual o espírito reconhece no outro a mesma vulnerabilidade que habita o próprio âmago. A chama que se reacende no coração alheio também repercute em nosso interior, porque toda esperança compartilhada devolve ao mundo um fragmento de sentido que parecia perdido.
A tradição sempre compreendeu esse movimento como um ato de preservação do humano. Desde os antigos mestres que viam na ajuda um dever sagrado, até as linhas discretas que atravessam a ética espiritual, sustentar a esperança é impedir que a noite moral se adense em torno de nós. É oferecer ao desvalido não apenas consolo, mas a confirmação de que ainda existe uma vereda para continuar caminhando sem perder a própria lucidez.
Assim, manter viva a chama das almas é um exercício introspectivo, onde cada gesto de apoio revela que a verdadeira força nasce do interior e se expande como um sopro sereno.
" Que tua jornada siga iluminada pela centelha que não se extingue, conduzindo-te à conquista da tua própria conquista de tua luz.. "
Em cada toque, um pedaço se perde.
Em cada entrega, levamos fragmentos alheios.
Assim, dispersamos nossa essência em corpos que não ficam, e acumulamos vazios que não nos pertencem.
Sem presença verdadeira, sem amor ou sinceridade, restamos vazios — cheios de muitos, mas sem ninguém.
A intimidade é mais que pele; é alma.
E a alma que se doa sem limites,
se desvanece e se esgota.
Não se perca em tantos rostos,
não se dilua em tantas presenças fugazes.
Seja inteiro, seja você.
Antes de se entregar ao outro, cuide de si.
Porque se não, no final,
não sobrará nada de você.
POEMA PARA O AMOR NA DOR.
Eu já viajei por estradas de vento e saudade como se cada curva fosse um corte na carne do tempo até descobrir que o amor espera à margem da estrada exangue e solitário.
Eu vi teus olhos como duas chamas bruxuleantes no crepúsculo do mundo e ouvi no silêncio teu nome mais profundo do que todas as vozes que se perderam na noite.
Cantaste a canção que não termina e a dor tornou-se verbo que pulsa como coração ferido de tanto amar a quem não volta.
O amor é esta estrada interminável onde cada batida de peito é um grito e cada lembrança é um corte que sangra luz e sombra.
Eu te amo como quem espera junto à beira do caminho sabendo que a alegria só existe porque a dor ensinou-me a reconhecer o valor de cada gota de vida.
Ainda que o mundo se acabe entre nós eu guardo teu nome no centro mais ardente do peito onde a dor é chama e o amor é chama mais forte ainda.
E assim eu canto até que o tempo se renda ao meu amor feito dor e a dor se renda ao meu canto feito amor.
Autor:Marcelo Caetano Monteiro .
" Na imensidão, não existem muros entre os reinos, apenas degraus. E em cada degrau, a alma se reveste de mais luz. Do instinto ao sentimento, do sentimento à razão, da razão à sabedoria, da sabedoria ao amor puro tal é a lei que arrasta o animal, o homem e todos os seres rumo ao seio luminoso de Deus. "
Composição da vida!!!
Em cada dia, um desejo nosso para viver...
Em cada desejo, uma chance de realização...
Em cada realização vem a certeza de ser feliz...
Em cada certeza, um novo sorriso para a vida...
Em cada novo sorriso, um agradecimento à DEUS...
Em cada agradecimento vem a renovação da nossa Fé...
Em cada renovação da nossa fé, Deus nos dá uma nova
missão à realizar, que é proclamar ao mundo o seu poder e
o quanto é grande o seu amor por cada vida que ele criou.
Todos nós precisamos saber que viver vale muito à pena!!!
Demônios de muitas caras, o vitimismo evolui para o coitadismo distorcendo a verdade. Cada um é responsável por sí, por seus pensamentos, suas escolhas, e seus atos. Os frutos são consequências naturais dessas escolhas. (Guto Lopes)
Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura
Uma pose inovadora
A cada enquadro,
A insensatez projeta
Algo irrefreável.
Caretas reveladoras
Num autorretrato,
Somos o resultado
Deste incidente planejado.
Ardilosa, perspicaz,
Astuta, encantadora,
A Tristeza Oculta num Sorriso Púrpura.
Torrentes de acusações
Infundadas,
Cafunés em subsequentes
Saraivadas.
Nossas birrentas
Carícias dolorosas,
Atestam a teimosia
Da inconveniência reprimida.
Declives severos
Nessa nossa investida,
Um passo atrás,
A cada novos passos,
Florida Idiotice Alada Na Era dos Rasos.
Tornando-se pura e simples constatação;
Não estamos sós, nunca estivemos.
A cada passo, fabulosos espaços revelados.
De fato, somos a besta no labirinto,
Ou será que o labirinto ao nosso redor,
Foi quem bestializou tudo de sublime em nós,
Ou, ainda que a criatura resguarde,
Uma fração de tua natureza inviolável,
Esta se encontra barbaramente domesticada.
Assim inflamo-me contra
As comprovações e incongruências.
Após as infinitas milhas alcançadas,
A única distância que realmente importa,
É aquela que percorremos em nosso interior.
Só me inspiro faminto,
Num estado contínuo de náusea,
Então, de tudo me nutro,
Et la belle poésie,
É o agradável processo de regurgitação.
E confesso-te aqui,
Noite passada exorcizei a sangue frio,
Nossos piores medos.
O Ser e a Luz
(ou um Ótimo Aluno em Jogos de Azar)
Percorri cada milímetro na escuridão,
O Vale das Sombras foi meu Bosque Encantado.
Diversão, na tortura psicossocial.
Campos verdejantes virando caatinga,
Florestas corpulentas se tornando cerrado.
Banalidade corriqueira no ato casual.
Nunca fomos bons em geografia,
Mas temos noção de onde devemos estar.
A sorte foi cruel, nessa vilania,
Nos demos bem apenas em jogos de azar.
Não sabemos calcular com maestria,
Mas a expectativa é de poder somar.
Ainda que o fracasso subtraia vida,
As lições tiradas dele vem acrescentar.
Nunca fomos muito bons em história também,
Não compreendemos tempo, nem cronologia.
As memórias vão além, da vã pedagogia,
Aprender é um recurso bendito,
Requisito definitivo para ensinar.
Ajudava a mamãe no bordado,
Segurava o rolo de linha,
Ficava atenta a cada traçado,
Da rede ao rendado até a barrinha.
Escritos
A rajada gelada cortava seu beiço,
Estava gripado, tomado de tosse,
Cada pisada causava um tropeço,
Parábolas eram sua única posse.
Um bípede barbado,
Com roupas sovadas,
Cabelo cacheado
E calças rasgadas,
A frase lúdica que ele repetia,
Não era música, não era poesia,
Mas a enfática que ele pretendia,
Era sua voz rouca quem transmitia.
São apenas escritos,
Escritos apenas,
Escritos transcritos
E reescritos.
Não surpreenda-se
Com o que não é surpreendente,
Estamos muito surpresos ultimamente.
O conformismo é o lar do que não foi,
Resguardo para o que jamais será.
O maior problema que ao crescido cabe,
É alimentar a presunção de que tudo sabe.
São apenas escritos,
Escritos apenas,
Escritos transcritos
E reescritos.
A rajada gelada cortava seu beiço,
Estava gripado, tomado de tosse,
Cada pisada causava um tropeço,
Parábolas eram sua única posse.
Viver é uma descoberta constante, onde cada dia é uma oportunidade, de criarmos novos significados, para tudo que não compreendemos.
- Relacionados
- Frases de Natal para renovar a esperança em cada coração
- Frases espíritas: sabedoria e reflexão para iluminar seu caminho
- 27 poemas de bom dia para celebrar uma nova manhã
- 57 frases motivacionais para agradecer por cada etapa da jornada
- Textos sobre a vida para encontrar beleza no caminho
- Frases de Jesus Cristo para iluminar o caminho
- Feliz aniversário, meu amor: frases para uma surpresa inesquecível
