Meu Amigo Homem eu te Adoro

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Alienação política.
O homem é ser político.
O político questiona a evolução, mas esquece que a vida é uma questão de evolução.

Um pensamento
Ns vida um homem viveu a vida toda trabalhando ate quase morrer nunca parou pois riqueza seu desejo...
Ate que...
Envelhece compra um iate em sua festa um ser o observa e pergunta valeu apena nada disso tem valor real...
Pois que realmente importa tem?
O silêncio o tomou...
Alguém o chama venha comemorar
O ser diz comemore foi embora...
Nada mais fora visto pois sois poeira ao vento o importante esta dentro de voce.

Dueto da individualidade.


Por Celso Roberto Nadilo


O homem,
O credo,
O prelúdio.
Dentro ao centralismo do homem se conecta a profecia de um final apocalíptico.
Entre os imortais somos alucinantes espíritos que fluem suas ideias pelas eras...
Sendo o iluminado fluxo temporal apenas a passagem da vida...
Seus olhares navegantes refletem as águas profundas e poluída de certa maneira... A vida resiste...
A resiliência do ser humano transcende a obras dos ancestrais.

O homem é um pássaro numa gaiola,
Vista por sua mente como seu mundo,
E seu mundo pujante floresce em dias passados foram feitos pelo o ser navegante.
O ser insensato vive por viver para viver...
Titubeou no amanhecer e continua vive para um dia morrer.


Por Celso Roberto Nadilo

O homem na gaiola seria um pássaro ou ser político...
O homem é simplicidade na gaiola por suas crença e alienação...
O homem segui político até sua gaiola aonde contando ja outros para entrar na gaiola.
O homem por sua vez não sabe viver fora da gaiola.
O homem olha para si mesmo num espelho se admira sua beleza e aonde esta preso numa gaiola...
Tem liberdade para que serve se nao compreender a grandeza do universo.
Lamento pelo homem que reciclável o torna menos culpado pela destruição do meio ambiente.
O homem nega que esta preso na gaiola que é tudo normal.

O homem que é pássaro numa gaiola
Perdido na gaiola assistindo televisão
O vórtice é simplicidade o gol...
A partida da alienação...
As grades da ignorância...
A grandiosa cortina de futilidade temos eleições aonde vemos a ética e moral...
E na bandeja o jornal de tempos atras...
Meros líderes que governam sua gaiola.
Tudo é manipulação ate a novos valores são descritos como moralidade.
A gaiola tem tantas opções.
Mas, pequenos lampejos de ironia..

Homem e suas verbais
ouvi quem quer,
se fala para quem quer ouvir,
se cala para quem é simplicidade sábio.
Diante as fronteiras do conhecimento é o caos assim presente.

O homem vive dentro de uma gaiola.
Essa gaiola sua mente,
Entre dilúvio de dúvidas suas ideias são crentes no conluio dos dogmas religiosos a mente doutrina,
O homem busca viver entre alienação do cotidiano.
Acerto momento o irônico é insanidade...
Por tanto o homem é envolto nos seus dilemas para os quais somos servos de uma conjuntura... de viver para morrer...
A apologia do ser falante para ser pensante...
No fardo unilateral temos o abismo de ideias...
A fisolofia da racionalidade da inovação para um mundo complexo.
As dimensões infinitamente politicamente correto somos jugados e condenados.
Pois ignora e o alimento da insensatez.
A raiz da derradeira voz da existência e consciência da verdade e da moralidade.

Homem vive dentro de uma condição de domínio mental por quarto anos.
As condições de alienação te c faz comer carne de burro a comer ossos ainda assim voto por cabresto é garantido.
A liberdade de escolha é um ilusão.
Carrega de si alegria de trabalhar sem descanso.
Tudo é seu será vendido por alguns trocados.

O homem na gaiola e fome...
Retro da falta de recursos ambiente...
O discurso dos recursos minerais e degradação da natureza, são oportunidade de riqueza de outras nações.
Ou nova apologia a modernidade e progresso...
O cubismo político reaparece nessa questão de exploração do mineiro e recursos ambientais.
Onde esta? Retrato do planejamento ambiental e suas consequências?
Onde está o aquecimento global?
Jogaram fora as cartas dos acordos ambientais.
A fome nas cidades filas de ossos e restos de vegetais são expostos para mundo.
A preocupação é simplicidade a guerra e o poder político , na onde está sensatez do mundo ?

Dualidade... da ... chave da gaiola aonde o homem vive.




O dono da gaiola ou tutor por quatro anos ate que outro gestor apareça com novas ideias e soluções...
Cada gestor tem seu reino...
No início do dia colada para fora para tomar sol.
A comunidade dentro gaiola acha que a gaiola é plana... ate tem teorias.
O estudo é caminho para voar para liberdade.
Mais vertente da liberdade trás respostas e novas crônicas.
Muitos vão lutar para continuar vivendo na gaiola.
Muitos não tem noção o que é a gaiola.
Muitas vezes nascer dentro da gaiola te torna parte dessa gaiola.

"O que torna um homem bem-sucedido na vida é a dignidade de viver do seu trabalho, fazendo o que gosta." Eu faço livro e realizo sonhos."

INVOLUÇÃO HUMANA

Creio na involução do homem,
de um deus a um verme,
e não na evolução progressiva
do macaco ao homem,
do instinto à razão
o macaco é muito bom
para dar origem ao homem atual.

no início era a semelhança de Deus,
depois, anjos caídos,
para habitar corpos de nefilins
coabitaram com mulheres mortais
geraram filhos híbridos,
filhos que espalharam a violência
e a miséria humana sobre a terra.

regredindo ainda estamos, da luz eterna
para a escuridão perpétua.
logo seremos verme, e depois pó,
ao fim da involução
para o cerne do nada,
da inutilidade...

Eu tenho um sonho: o de que por meio da leitura, todo homem indouto alcance certa medida de bom senso e de humanidade...

Os homens são como os animais, cada homem ou grupo se identifica e é atraído pelo cheiro que lhe é peculiar.

A que animal te assemelhas, a que grupo pertences?
Aos abutres, às hienas, "políticos e religiosos," sindicalistas, associações, agremiação e grupos afins, que vivem a comer carne podre de animais mortos?

Ou pertences ao grupo de espíritos criadores: Arquitetos, professores, construtores, artistas de toda sorte, poetas, escritores, fazedores do amanhã, às abelhas laboriosas da esperança?

Evan do Carmo

*Deus foi engenho do homem, a mulher descuido de Deus, e o diabo a obra prima da mulher.

*A mulher enganou a Deus e ao homem, não havia serpente no paraíso.

*Havendo dúvida, haverá também um progresso na pesquisa.

*Como vencer um inimigo sem travar um combate? -Pedindo-lhe clemência... Pois só os perdedores sabem perdoar.

*Só levantará a espada, o incapaz de levantar a “caneta”.

*Não tenho medo dos meus inimigos, pois conheço as suas armas. Tenho medo do arsenal oculto dos meus amigos.

""A esperança do homem culto, no futuro da humanidade, acaba junto com a última taça de vinho...""

VIDA DE PASSARINHO

Pobre do homem que leva uma vida de passarinho. Apenas preocupado com seu deitar e com seu levantar, com seu cansaço e com seu descanso, que vive preocupado em produzir ou caçar como um animal, seu alimento diário, mas que nesta rotina enfadonha e neste trabalho de Sísifo, encontra algum sentido para continuar vivendo.

Que deidade perversa, como Hades, que libertou o homem para voltar a viver em busca da felicidade, representada pela mulher amada, ou como Zeus, que o puniu por enganar a morte mais uma vez, teria submetido o homem comum a tal sofrimento e vida inútil?

Os poetas, contudo, para fugir desta vida vã e deste trabalho de Sísifo, forjaram do nada a possibilidade da vida útil e criativa, inventaram a ilusão e a beleza do abstrato, o prazer eterno nos braços da musa, e a ideia de imortalidade, para no final da vida breve invejar os passarinhos, que não sonham com recompensas metafisicas nem têm delírios de eternidades.

Evan do Carmo

Morte do Artista

Quando morre um homem,
a vida segue no sangue,
à sombra das gerações,
na memória que existe,
na existência suprimida,
no eco da lembrança que persiste.

Quando morre um artista,
seu corpo é palavra,
acorde metafísico,
sua ausência,
presença indomável.

E no silêncio do século
sua alma repousa
até que outra mão desperte o imponderável.

Sua obra vira fogo,
matéria inextinguível,
atravessa o tempo,
se faz eternidade.

Às vezes é bom cancelar algum compromisso,
relaxar a gravata, dar folga ao ofício.
Ser um homem comum,
que não raro se passa por outro
neste teatro do absurdo,
como personagem de um drama fictício.


Às vezes é bom calar a voz,
segurar a pressa, suspender o vício.
Ficar sozinho, sem ser solitário,
num pacto mudo como um sacrifício.


Às vezes é bom cancelar algum compromisso,
relaxar a gravata, dar folga ao ofício.


Andar nas nuvens, dançar na chuva
e aprender o caminho do vento.
Saber que tudo passa
e que a vida cobra o tempo esquecido
no porão da memória.