Meu Amigo Ama minha Mulher
MÃE ATÍPICA: A RECONSTRUÇÃO
Minha relação de mãe atípica com meu filho é absoluta!
Ele foca no nada e eu no tudo.
Sou alicerce e o porto.
Ele a ponte e o muro.
No cansaço me despedaço...
Ele se perde nos seus pedaços.
Me ergo para reconstruir o castelo de vidro.
Que ele quebrou numa mente dispersa no infinito.
Somos feitos de fragmentos de dor,
Mas inteiros nessa simbiose do amor.
Não me peça calma, se não conhece minha luta.
A neurodiversidade não tem culpa.
Lu Lena
Minha nova fase, nova marca!
Pessoal, a partir de agora, o meu conteúdo ganha um novo detalhe em minha assinatura: o ano de criação. Essa mudança marca o início de um processo de reformulação, onde a minha intenção passa a ser um estilo mais atualizado.
Essa mudança na assinatura será adotada sucessivamente daqui para frente (e também nas revisões dos textos anteriores) onde tenho minha coletânea no Site Pensador, mas fiquem tranquilos, pois os mesmos manterão a sua originalidade, quero apenas torná-los mais modernos, permitindo que os que apreciem meus escritos acompanhem a minha evolução.
O antigo se encontra com o moderno! Fiquem atentos às novidades que estão por vir!
Lu Lena / 2026
Embora estivesse imerso na minha própria dor, a verdade eu já conhecia no íntimo do meu ser, uma luz que teimava em brilhar através das nuvens da minha tristeza, o conhecimento salvífico de que Jesus morreu por mim um dia no madeiro, essa certeza da Sua entrega, do quanto sofrimento Ele suportou, era o único farol capaz de orientar meu barco em meio à tempestade, mostrando a magnitude de um amor incondicional.
Meu corpo já desistiu muitas vezes, mas minha alma nunca. Ela conhece caminhos que a dor não alcança. E quando tudo parece perdido, é ela que me puxa de volta ao fôlego. Esse fôlego é Deus, o resto é sobrevivência.
Eu tentei seguir, mas o vazio caminha comigo. Ele senta ao meu lado, dorme na minha cama, repete suas lembranças como uma oração torta. Seguir em frente, às vezes, é apenas aprender a carregar o peso sem deixar que ele nos destrua por completo.
Graduei-me em simular estabilidade, mas meu corpo é um delator que desmente cada vírgula que minha boca ensaia.
Minhas cicatrizes criaram relevos na minha alma, elas limitam meu alcance, mas definem a singularidade da minha jornada.
A solidão é uma amante fiel que nunca reclama do meu mau humor ou da minha falta de apetite para a vida social de fachada. Ela senta-se comigo à beira da cama e, no escuro, somos dois velhos amigos discutindo o que restou de luz nas frestas da janela.
No meio do barulho que me cerca, minha alma inquieta chora baixinho, soluçando ao ver meu coração dividido em quatro pedaços.
Quando as lembranças da infância se entranham no meu peito, rasgam-me as entranhas e arrancam minha carne ao ritmo de memórias que não perdoam, tudo o que superei , daquele passado terrível com tanto esforço vira pó, e eu fico a arrastar o cadáver de quem fui.
Corvos voam sobre mim, refletindo em suas penas os labirintos da minha própria mente. Observam meu cansaço, aguardando o momento em que me dissolverei em minhas próprias sombras.
Nos piores vales, Ele não grita. Ele sussurra ao meu espírito que a minha identidade é maior e mais forte que a dor do meu pranto.
Orgulho de ser brasileiro !
Meu BRASIL, minha nação
Que orgulho ver seus atletas
Que com sua próprias forças
Tanto se dedicam e vão a luta
Mesmo sem o devido incentivo
Que são desviados dos cofres
Para os bolsos dos corruptos
Corja de politicos sem ética
E mesmo sem essa ajuda
Somos todos agraciados
Com nossos grandes valores
Poder ouvir esse nosso hino
E ver no pódio nossas cores
Seja ouro, prata ou bronze
O que vale é a dedicação
O esforço e horas de treino
No devido reconhecimento
Seus politicos vejam o recado
O Brasil ainda tem jeito
Não sejam nosso vexame
E sigam esses exemplos
Tomem vergonha na cara !!
O meu quarto tem cheiro da morte.
A minha janela reflete a escuridão
A minha cama vazia me ensina o que é a solidão.
Entrelaça a tua mão na minha
Mais uma vez
Se ao meu lado
Tu se sente tão segura e bem
Repousa em mim
Vive em mim
Passa outra noite aqui
Aqueça esse peito
Que só bate assim por ti...
A música é a minha vida, o emo é a minha essência e o rock é o meu sangue.
Por mais dor física que cantar e tocar possam me trazer, sem isso não teria como viver nem até os próximos segundos. Claro que eu respeito o meu corpo, e sei quando não é possível continuar, quando preciso descansar, passar uns dias deitada, ou mais uma semana, porém enquanto houver ar nos meus pulmões, estarei cantando, compondo, escrevendo, e fazendo tudo isso acontecer. No dia que não puder mais compor, gravar, divulgar as minhas músicas, que não puder mais tocar e cantar, nesse dia a minha vida acaba. Tenho poucos anos e centenas de músicas no violão ou em versões alternativas para colocar os arranjos que imaginei ao cria-las. Espero conseguir deixar o meu legado, ou ao menos a maior parte dele. E que essas músicas alcancem aqueles que precisam ouvi-las para que saibam que não estão sozinhos, como eu quando ouvia a Fresno e outros ídolos em tantos momentos em que o meu mundo acabou. Tive que morrer milhões de vezes, e renascer em algumas delas, para me reencontrar e ressuscitar a única e pequena parte viva em mim através da arte.
- Marcela Lobato
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