Metáforas
Nunca defina quem você ama, você deixará de percebê-lo. O amor se dá às metáforas, hipérboles, adjetividades, às vírgulas, mas jamais ao ponto.
TROCANDO PIMENTAS POR CAQUIS (Ou pequenas metáforas de perda ou passagem)
Não quero mais os líquidos ardentes que me fazem fogueira, mas depois se acabam e deixam somente a seca sede do pós-chama. Quero, sim, as águas do rio que lavam, nutrem e acalantam, e quando seguem, carregam a poeira e me ajudam a seguir. Não quero mais os adereços que perfuram minha pele e ao serem retirados, espalham vãos pelo meu corpo. Quero, sim, as flores que acolho em minha orelha e, ao murcharem, ainda deixam seu perfume em meus cabelos. Não quero mais os contratos de imóveis que, ao serem destruídos, me deixam perdida e sem teto. Quero, sim, as areias da praia que não me preocupo em chamar de minhas, mas que dedicam caminho e carinho para os meus pés...
Eu não quero sentir falta.
Quero, sim, sentir saudade.
Senti que ia morrer hoje
Não, não é nenhuma daquelas metáforas
Eu senti mesmo
Sempre me pergunto
Quem ela quer
Quão triste
Ela me quer
Até que finalmente
- adeus
Não se brinca com as metáforas. O amor pode nascer de uma simples metáfora.
Quem disse que a vida é festa ou combate reduziu o indizível a metáforas fatigadas. A vida, na essência mais fina, é apenas um convite — desses que chegam sem assinatura e sem manual, pousando na palma como um bilhete anônimo. Cada ser decide se atravessa a porta sem saber o que respira do outro lado, ou se permanece na soleira, colhendo a falsa segurança da borda. E é nesse gesto — entrar ou recusar — que todo destino começa a se escrever.
Suas balelas são metáforas...
Canastrão, no meio da resenha faz cenas impagáveis...
Seus atos medonhos são figuras....
Laços de recuperação são apagados pela condenação... ( e essas figuras são alucinações ou apse da degradação do ser humano.)
Vulgaridade...
As tendências compulsivas e iluminadas pela angústia de ser o navegante da floresta negra...
Nos encontramos em apenas na notoriedade da floresta inconsciente.
Abrangência do início da exposição.
Ate a empatia declaração se derrota nos espaços influentes.
Renasce a semântica.
Remanescentes dos ancestrais.
Os ditos pronomes são metáforas.
E essas metáforas são pronomes...
Na disfunção da gramática sonhos são condenados.
Metáforas
Os galos da Dona Lena
Cantam muito cedo
Uns às vezes morrem
Outros passam a cantar
Noutros terreiros.
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Quase não sonho
Passo a ter sonhos confusos e difusos
Com o ator quando ele,
Despe-se de seu papel.
A tristeza é um definhamento cíclico feito por metáforas e metonímias ambulantes e frígidas do coração.
Metáforas surgem na solidão...
lagrimas comprimem o coração,
muitos vezes sinto ouvir o sentimento,
mais que paira longo caminha dos sonhos,
pode ser teu olhar atravesse as janelas dos céus,
enquanto a tinta da arte seca... tudo se reduz...
subitamente se desdem num ar no apogeu...
FORA...
fora da poesia
as toneladas de inúteis metáforas.
fora da poesia
todos os absurdos teoremas menos o de Pitágoras...
fora da poesia
as palavras obscuramente indecifráveis.
fora da poesia
os imensos pseudo poetas execráveis.
toneladas de metáforas
absurdos teoremas
palavras indecifráveis
pseudo poetas execráveis
são vírus
que ferem de morte
a poesia!
©ArthurSantos
Metáforas.
Detalhes numa conversa que atravessa a madrugada.
Pelos portos do tempo o encanto amanhece.
Espenhos da esperança se entrelaçam.
Num fato meramente ilustrativa de palavras jogadas no espaço. Mais um post espaço livre para curtir.
Num mundo desconexo mais anexo anônimo. de lembranças ternuras.
Nudez calida nos lábios afogados.
Bem querer a ilusão são alucinações.
Para compartilhar depois.
Sob a licença dos véus e das metáforas por ora
A lucidez rasga, sangra, quase, por vezes, mata.
No entanto, seja talvez, a escolha mais libertadora de uma vida.
Reveladora do bem, do mal, portanto, justa.
Permissiva ao alcance dos equívocos reincidentes e indolentes de nós, portanto, artesã de rumos e de condutas.
Transcende o pobre e o raso do ver, portanto esclarece e amplia.
Concilia um querer ir com um poder chegar, portanto, baliza os sonhos.
Seja qual for seu jeito, seja qual for seu tempo de chegar e se impor...
Estejas sempre alta e plácida em mim. Confunda se comigo até, minha tão cara e já visceral lucidez . Sigas fiel e cúmplice a desmistificar em mim as ilusões de querer, de ser, de ver e de sentir que a vida preemente e prudente não mais me autoriza ter. Só não extremize-se a ponto de tirar- me as crenças. Sem estas, sou retina perdida do olhar.
( Lu Menezes )
O Marketing de hoje é preciso trazer metáforas e erotizar as coisas para trazer notoriedade para aquilo que deseja alcançar engajamento.
A religião sem poder é grave, pois ela reduz a pregação bíblica à uma série de metáforas sagradas esvaziadas de sentido transcendente. Esta abordagem não passa de humanismo secular transvestido de religião.
As metáforas estão por toda parte do universo, mesmo para quem as ignoram e estar ou se permitir sensível a elas.
