Mesmo Distante Sempre Estarei te Olhando

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Estou engolindo hojes só para chegar logo amanhã. Amanhã é sempre dia de te ver.

Não os deixe entrar, não os deixe ver,
seja a boa garota que você sempre precisou ser
Esconda, não sinta, não deixe que eles saibam,
Bem, agora eles já sabem

Fotografar é Ver Com a Alma


Eu vejo o mundo de uma maneira única, como se houvesse sempre uma nova perspectiva sobre a mesma coisa. Para mim, a fotografia não é apenas capturar uma imagem; é sobre enxergar o que os outros não conseguem ver. Acredito que o olhar de um fotógrafo tem a capacidade de transformar algo simples em algo valioso, essencial, e é isso que tento passar em cada clique.

Minha sensibilidade me permite ver além do óbvio, e é essa percepção que tento compartilhar com o mundo. Quando vejo uma cena, busco encontrar a alma daquele momento, algo que muitas vezes passa despercebido, mas que, para mim, é o que dá significado à imagem. É como se eu estivesse dando voz àquilo que só eu consigo enxergar, tentando transmitir um pouco da minha alma através do meu olhar.

Eu quero que as pessoas, ao olharem minhas fotos, consigam enxergar aquilo que elas mesmas não conseguem ver, que sintam a essência do momento. Acredito que a verdadeira beleza está na percepção, e é isso que tento capturar – uma nova maneira de olhar para o mundo.

Não sei se já cheguei a me sentir tão feliz quanto naquele dia, mas, pensando bem, era sempre assim quando estávamos juntos. Eu não queria que acabasse nunca.

Amanda Collier Ridley
SPARKS, N. O Melhor de Mim. São Paulo: Arqueiro, 2012.

Nota: Frase do personagem do livro "O Melhor de Mim" de Nicholas Sparks.

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Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho

Sempre fui um cara estranho
Desses assim meio sem jeito
Sempre estive assim perdido
Sesses que nunca sabem direito

Sempre indiferente às perguntas dos amigos; ninguém nunca percebeu o quanto você sofre por ter tomado a escolha errada afinal, sua fortaleza sempre te protegeu de parecer um fraco. Mas eu sei, você sabe. A saudade dói, a vontade permanece e a oportunidade foi perdida. Dizem por aí que o tempo conserta tudo, vou ter que discordar. O tempo não conserta nada, ele só afasta as pessoas.

Tudo poderia ter sido diferente se você tivesse me pedido desculpas por todos aqueles seus erros idiotas. Eu perdoaria, você sabe. Você chegaria com aquele seu jeito manso que sempre me encantou e eu diria que te odiava com todas minhas forças. Você acharia engraçado e diria que eu ficava ainda mais linda quando irritada. Sempre gostamos de soltar faíscas para pegar fogo, você lembra? Eu sei que lembra. Mas é essa mania de sempre achar que o outro tem que vir atrás que nos afasta. Por que eu devo pedir desculpas? Por que eu devo ligar? Por que eu tenho que ir atrás? Quer saber o por que? Vou te dizer então. Se os dois pensarem da mesma forma, o que era pra ser um grande amor vira uma grande piada onde os palhaços somos nós. Você vive a espera de que eu vá atrás e eu fico aqui sentada imaginando o porque de você não ter vindo. A troco de que? O que seu orgulho já te proporcionou? Seu orgulho te esquenta em noites frias? Seu orgulho manda mensagens de boa noite? Seu orgulho te dá abraços e diz que tudo vai ficar bem? Não. Fato é que meu orgulho já me livrou de boas decepções, mas sempre vai existir aquela pessoa encantadora que deixamos ir embora por causa do tão estúpido orgulho. Perder pessoas mas não perder o orgulho, que (belo) lema de vida.

Tudo poderia ter sido diferente se naquele dia em que encontrou minha melhor amiga você tivesse perguntado como eu estava; ela diria que eu estava levando do jeito que podia e você teria sua resposta. Ela também estava com saudades.

Tudo poderia ter sido diferente naquele dia em que topei com você na boate; você me daria um beijo no rosto e conversaríamos como velhos amigos que não se viam há muito tempo. Mas você preferiu beber igual um louco e agarrar o maior número de mulheres possíveis na minha frente.

Tudo poderia ter sido diferente se você parasse de tentar se enganar e de dizer para si mesmo que novas pessoas surgirão. Novas pessoas surgirão sim; garotas lindas, inteligentes e que fariam tudo por você. Mas o problema de amores mal resolvidos é que eles nunca vão te deixar em paz. E se? Essa pergunta nunca vai sair da sua mente e você provavelmente nunca vai saber a resposta.

Tudo poderia ter sido diferente se você não tivesse sido um idiota e se soubesse o quanto eu sentia sua falta; seus erros seriam esquecidos e começaríamos de onde nunca deveríamos ter parado. Você poderia ter agarrado a minha mão e me dado um beijo naquele momento em que eu estava indo embora. Mas agora eu estou longe. Superei, cresci, vivi. Bem que me disseram que não era para olhar pra trás pois você não viria. Agora é tarde, algumas oportunidades não voltam só porque você se arrependeu. E eu sei que você se arrependeu.

Isabela Freitas
Site oficial de Isabela Freitas

Nota: Trecho da crônica "Poderia ter sido diferente"

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Cicatrizes, são pra sempre. Elas vão estar sempre ali, a gente sempre vai lembrar delas. A pequena diferença é que elas não doem mais, são apenas recordações de antigos ferimentos.

Angra dos Reis

Deixa, se fosse sempre assim
Quente, deita aqui perto de mim
Tem dias, que tudo está em paz
E agora os dias são iguais..

Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora
Que estou sozinho
Mas não venha me roubar...

Vamos brincar perto da usina
Deixa pra lá
A Angra é dos Reis
Por que se explicar
Se não existe perigo...

Senti teu coração perfeito
Batendo à toa e isso dói
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora
Que estou sozinho
Mas não venha me roubar
Vai ver que não é nada disso
Vai ver que já não sei quem sou
Vai ver que nunca fui o mesmo
A culpa é toda sua e nunca foi...

Mesmo se as estrelas
Começassem a cair
A luz queimasse tudo ao redor
E fosse o fim chegando cedo
Você visse o nosso corpo
Em chamas!
Deixa, pra lá...

Quando as estrelas
Começarem a cair
Me diz, me diz
Para onde é
Que a gente vai fugir?

O rock é o meu melhor amigo, é com ele que eu posso contar
sempre e ele me entende melhor do que ninguém.

Eu sempre serei o reflexo e o merecimento das tuas atitudes...
Se me deres arrogância, receberás desprezo,
Se me servires raiva, engolirás silêncio,
Se me ofereceres desrespeito, ganharás indiferença...
Mas, nunca espere de mim, compatibilidades a sentimentos pequenos ou mesquinhas, porque não me troco com mediocres. Apenas ignoro!

⁠Será que o que penso é sempre o certo ou sempre revela o que é certo para mim?

Leandro Karnal
O que aprendi com Hamlet. Rio de Janeiro: LeYa, 2018.

Porque de uma coisa a gente sabe, a vida é injusta e quem devia ficar sempre vai.

[b]Uma mistura de menina e de mulher,sempre intensa que às vezes se irrita com a própria maneira de ver a vida, ou melhor de como espera a vida, mas que definitivamente nasceu pra ser feliz! \" Por que eu sou feita pro amor da cabeça aos pés....

Porque eu sou uma garota louca, todo mundo sempre pensa automaticamente que eu sou má. Ou que eu carrego um segredo negro comigo ou que eu sou obsessiva com a morte. A verdade é que eu sou provavelmente a pessoa menos mórbida que alguém pode conhecer. Se eu penso mais sobre a morte que outras pessoas, é porque provavelmente eu adoro a vida mais que elas."

Sempre podemos ter o que queremos, basta fazer de um simples eu quero um determinado eu posso.

A Vida sempre nos devolve os sentimentos que trazemos por dentro. Ao desenvolver amor e romance internamente, você estará criando condições para atrair a pessoa certa.

Não cobre sinceridade de mim, se contente em não saber os detalhes. Sempre acabo magoando todo mundo com coisas que poderiam não ter sido ditas.

⁠“Desenhar alguma
coisa é tentar capturá-la para sempre"

TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2007

Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.

Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.

Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

O Estado de S. Paulo, 3/4/1994

Não corras, não atropele: as ondas do mar sempre beijaram as areias das praias, e o sol nasce sem pressa.