Mercado
Algum dia a historia da arte e o mercado de arte universal, entenderá que a arte do desenho, não é um esboço e sim uma arte final, com toda sua maestria, valorização e importância.
O mercado secundário da negociação de obras de arte no Brasil de hoje, precisa de politicas publicas mais severas e fiscalizadoras, pois nos últimos anos, tem sido a comedido por uma avalanche de incontável numero de falsificações baratas sem critério, o que infelizmente resultará em pouco tempo em uma falência por descredito geral do setor.
O analfabetismo de arte é cada vez mais crescente no mercado de arte, de leilão e das galerias de arte em geral no Brasil. Na sua grande maioria, são comerciantes vendedores despreparados que só sabem ler a assinatura típica do artista, pagar barato e vender. Qualquer mudança na tipicidade obvia das obras, eles se amedrontam, afinal não conhecem nada de arte e cultura. Se o artista assinar por monograma ou fizer outra assinatura, mesmo diante uma composição típica, eles se afastam e depreciam a boa obra como se fosse duvidosa.
Antes dito e hoje feito. O mercado de arte contemporâneo brasileiro, resinifica se e hipervaloriza obras e artesanatos caboclos, indígenas e de artistas ingênuos. Reconhecendo como o mais valoroso na arte e na genuína cultura brasileira.
Pelo analfabetismo crescente do Mercado de Arte brasileiro, costumam aparecer varias oportunidades. Pois na verdade, sabe se que nem tudo que é muito importante para uma cultura, tem que ter um valor muito elevado.
Sempre no mercado de arte me deparo com uma grande duvida de vários colegas, sobre o Eucatex. Pelo que sei, no Brasil foi produzido em 1951 mas havia uma Serraria Americana que produzia algo parecido desde 1923. Acredita se que este método de fabricação de pó de madeira prensada tenha se originado na América, pelos idos de 1901 - 1903, logo inicio de século XX. O Eucatex é uma marca de um produto de fabricação, que utiliza pó do eucalipto, muito usado na acústica, divisórias, como suporte e em alguns moveis .
Usar um nome ou sobrenome, de tradição no mercado de arte que não lhe pertence é a forma mais estupida, covarde e dissimulada para tentar alcançar méritos imaginários por incompetência e falta de personalidade.
Cabe ao bom marchand resgatar boas obras perdidas e esquecidas no passado, e trazer para mercado de arte, re significando com dignidade e construindo novos paralelos com a cultura e seu tempo. Distante disto, só ávidos vendedores de panos pintados como poderiam também vender laranjas.
A todo momento no mercado de arte brasileiro, encontramos meios profissionais iludidos e entorpecidos com falsas verdades, acendendo uma vela para encontrarem o Sol.
O estelionato mais impune e mais lucrativo brasileiro, é sem duvida alguma o mercado religioso das seitas evangélicas. Verdadeiras maquinas de falsos milagres, espalhadas nos lugares mais pobres da nação, sugestões imorais aos flagelados e falsas esperanças de curas e muita prosperidade aos pastores.
No Brasil de hoje, no mercado primário da arte contemporânea, dita provocações contestatórias os materiais empregados pela grande maioria dos novos artistas, para realizações das obras são de muito baixa qualidade e provocam concomitantemente um desabamento incoerente de valores no mercado secundário. Varias boas obras, de bons e grandes artistas já consagrados do século XX, chegam ao mercado com valores bem inferiores aos custos dos materiais empregados para a realização de suas criações.
Marketing é o estudo atemporal da realidade do mercado e do comportamento das pessoas dentro das suas transformações constantes e estudo de indicadores do que é tendencia. O mundo não para assim como a compreensão das necessidades humanas que estão em constante mudança.
Mãe Dinah: “Pura farsa!”; Walter Mercado: “Pior ainda!”; Inri Cristo: “Um biruta! Se não for pura farsa, então, é doente!”; Edir Macedo: “Não creio que ele acredite no que está dizendo!”; Zé do Caixão: “Gosto dele. É um cineasta que aproveita essa mentalidade melodramática do povo. Parece ser um homem bem-intencionado, inteligente.”; Chupa-Cabra: “É um mito! Não tem nada a ver com ÓVNIs. De boca em boca, uma pulga virou um elefante!”
A honra é uma senhora ranzinza e muito exigente, que sempre vai ao mercado da integridade, escolher nas prateleiras mais caras as mais nobres virtudes
Quando você entende como o mercado funciona para as pessoas e age conforme a isso, surpreendentemente as pessoas passam a admirar o seu trabalho.
No Mercado de Trabalho, quando vão contratar pessoas com deficiência, os empregadores procuram pessoas com deficiência sem deficiência alguma; ainda mais, cadeirantes que andem, cegos que enxerguem, surdos que ouçam e verbalizem bem, pessoas com deficiência intelectual e autistas que interajam como qualquer outra pessoa, bem como as pessoas com membros amputados que sejam como pessoas que tenham todos os membros inferiores e superiores.
...Marreteiro liquida mercadoria no atacado e a preço baixo pra não perder pro rapa. O Mercado quando quer vende a margem mínima ou lucro zero, visando recuperar capital de giro e não dar brecha à concorrência...
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