Mentiras
A situação mais cômoda que existe é a de não ter que mentir. Aí, podemos dar as respostas mais duras para as perguntas mais provocativas. E, ainda assim, o resultado sempre nos será favorável.
Eu amo o disfarçado do teu corte de cabelo
Eu amo o jeito em que tentamos disfarçar
O que sentimos
Eu amo o teu cheiro de solidão infinita
Eu amo o seu caos
E eu as vezes minto
Sobre o que por você
Eu sinto
Muita das vezes é diminuindo
Para vocêo meu sentimento
E ignorando o fato
De a todo momento
Tu não sair de meus pensamentos
Eu só tento fingir que esse sentimento
Que um dia eu já senti,
Por um outro alguém no qual só me fez chorar
Não está vindo atona
Pois depois de umlongo período
Sem nem saber
A definição da palavra AMAR
Você chegou, me mostrou
E me fez entender
Que a definição da palavra AMOR
évocê
E que o amor
Ele não machuca
E sim as pessoas
Que não sabem amar
Sem ter que o outro
Machucar
E outra, se for para jogar
"Palavras para fora"
Eu digo e repito,
Pretinha, eu amo te AMAR.
Eu mostrei que te amo e você me chamou de mentiroso.
Cuidado com àqueles cujas máscaras são tão bem ajustadas que se fundem à própria pele. Com sorrisos forçados e abraços fingidos, eles tecem redes de intrigas e ilusões. A falsidade é sua moeda de troca, a mentira seu manto de proteção. Camuflam-se entre nós como camaleões, prontos para apunhalar pelas costas aqueles que confiam em suas palavras suaves.
Mentir
Eu minto pra mim mesmo
Sobre oque sinto
Temo que um dia descubram
Mas oque eu deveria fazer?
Aqueles que amam mentem?
Os que sofrerão contaram a verdade?
É acho que não
Pelo menos não foi em vão
Me acustumei
A falar oque é preciso
Aconselhar
Amar
Chorrar
Tudo é tão facil
Não sei pra onde ir
Não sei quem eu sou
Sou mentiroso
Mentira
Sou estudioso
Mentira
Sou atento
Mentira
Sou seu braço direito
Mentira
Sou quem te encanta
Mentira
Sou poeta
Mentira
Sou idiota
Ou melhor
Sou apenas humano
Carisma e simpatia também são armas, não estão classificadas, mas pertencem a categoria da engenharia social. Através delas, qualquer desavisado abrirá o coração e revelará segredos até mesmo de Estado.
As pessoas nos decepcionam, nos traí, mentem para gente e ainda querem se safar de tudo aquilo que nos causa.
A vida é UNA (como expressado no espanhol), somos e deixamos de ser aquilo que construímos. Tudo o que nos acrescenta trazemos para mais próximo, mas tudo aquilo que nos afligem, queremos distância.
Não é justo imaginar que tal pessoa não cometerá mais, tal erro, pois a conta fecha ao toque de três sinais.
Mas, por hora, para que não ocorra transtornos, tentamos manter um equilíbrio, não nos afastamos por completo, não largamos de vez as mãos, deixamos a vida seguir.
Navegaste os mares, óh Europa audaz,
Dizias buscar terras novas e paz,
Mas ao chegar, saqueaste sem temor,
Escravizaste povos, espalhaste dor.
Velas ao vento, nações a desbravar,
Não para unir, mas para dominar,
Desenhaste fronteiras com sangue e punhal,
Deixaste um rastro de luto, tão banal.
E ao assistir o destino Palestino,
Calada, foste cúmplice do desatino,
Criaste a ONU, teatro a encenar,
Mas de fantoche, só podes reinar.
Quem te deu o direito de julgar?
Se a história que trazes é de esmagar,
O tempo não apaga, o mundo vê,
Que a justiça que pregas, jamais será plena.
Óh Majestade Europa, agora teus súditos sabem que foram iludidos, e que vossa majestade é na realidade apenas um fantoche dos Estados UnIdos.
Quero sair correndo;
Mas não tenho coragem;
Sou covarde, tenho medos
Da primeira vez que te vi;
Eu não sabia que nos pertencíamos;
Fiquei com medo e com vontade de sair correndo;
Mas sou covarde e tenho meus medos;
Mentiu ontem e mentiu hoje;
Sempre há mentiras para contar;
Mente de corpo e espírito;
Eu quero sair correndo;
Mas não tenho coragem;
Eu quero ficar;
Mentiras profundas, sentimentos e paixões;
Mentiras sinceras;
Mentiras Cantadas;
Estou mergulhada, me afogando
Quero sair correndo;
Sou covarde, tenho meus medos;
Pega na minha mão;
Eu te odeio, te amo
Eu te odeio tanto que mordo a língua,
Fecho os olhos para não te ver passar.
Cada vez que você se aproxima,
É como se o mundo desabasse, sem avisar.
Te odeio ao ponto de desejar teu esquecimento,
Que teu nome seja vento,
Que teu rosto se torne névoa,
Mas fugir desse tormento é puro intento.
Te odeio por me obrigar a mentir,
A esconder o que grita dentro de mim.
Te odeio por me fazer te amar,
E depois, sem aviso, me deixar no fim.
Te odeio porque te amo mais do que posso,
Porque, em silêncio, carrego esse fardo profundo.
Você me deu asas e, depois, me jogou no poço,
E eu me odeio por ainda te querer no meu mundo.
Dez meses se passaram, e aqui estou,
Prisioneiro de lembranças que não me deixam partir.
Você me vê como amigo, e eu me perco,
Pois ser apenas isso, eu nunca vou conseguir.
Eu odeio teus olhos castanhos brilhantes,
Teu sorriso que ilumina e desarma,
Teu cabelo, que é um mar de seda,
E me odeio por te amar com tanta lama.
Te odeio por não conseguir seguir adiante,
E me odeio por te amar com tanta ferocidade.
Te odeio por te manter num pedestal,
Mesmo agora, penso em ti, de modo irracional.
Me prendi em minha própria loucura por ti,
De onde não consigo me libertar, nem se quisesse.
Te odeio e te amo em cada verso,
Sou cativo do teu riso e do teu olhar.
Nessa confusão, me perco, me disperso,
Sabendo que nunca vou deixar de te amar.
Há uma sombra no palco,
os olhos vazios, o corpo de pedra,
repete as palavras como quem mastiga silêncio,
e a multidão segue, sem ver o caminho.
Há música no ar,
não de flautas,
mas de cordas gastas que rangem,
e eles dançam,
dançam como folhas no vento,
sem perguntar para onde os leva a corrente.
O abismo espera.
As bocas sorriem, as mãos caem,
há corpos que já se foram,
mas ainda seguem os outros,
com o brilho de uma fé cega
ou de um desespero antigo.
Quem os ouve, quem os vê?
Só o vento, que leva tudo
antes da queda final.
Inveja é prejudicial a você.
Não adianta usar aparências.
Fingir viver o que não tem.
Entenda o seu corpo entrega.
Sua realidade vibracional interna.
Trate-se com responsabilidade.
Ou deixe o adiposo lhe consumir.
A máscara não é para enganar, nem tampouco para se proteger. É algo que colocam no seu rosto para fazer você semelhante a eles e te encaixar nos próprios traços.
A vida é o que você faz dela.
Usar desculpas de novo para
Fugir das responsabilidades é
Exatamente o que você faz.
Reclamar ou conquistar o que quer?
Invista, na verdade, pare com as aparências.
Reinicie-se, por sofrer em silêncio, está assim.
O evangelho territorialista não visa o Reino de Deus. Este evangelho visa seus próprios interesses.
O Diabo, ao mentir para Eva, dizendo-lhe que se comesse do fruto da árvore que estava no meio do Jardim não morreria, antes seus olhos seriam abertos e ela e Adão seriam "como Deus, conhecendo o bem e o mal" (Gn 3.5 A21), semeou a semente da soberba, do orgulho, que não é outra coisa senão o endeusamento do EU! A soberba das nações é clara sujeição à Satanás, levando-as a empreenderem contínuos e custosos esforços, mesmos os mais desumanos, como as guerras, com o propósito de dominar as demais nações, como se Deus fossem. Ao fazê-lo, não se tornam como Deus, mas como escravas de Satanás, e cumpre-lhes os propósitos: matar, roubar e destruir!
Enquanto VOCÊ continuar.
No mesmo lugar, nada mudará.
Gastar seu tempo triste no coxim.
A pior besteira que VOCÊ faz na vida.
No final, ficará tudo para VOCÊ fazer.
Ouvir e aturar agressões é opção sua!
