Mentiras
Sentir falta da amizade é isso verdadeiramente
Vou postar isto no silêncio,
Poisa lerá, radiará seu corpo,
Voltará nele a sentir tudo,
No instante de conosco acontecimento.
Coisa que chegou nos envolveu num só silêncio.
Enfim, pare, pense, imagine, reflita,
São meros detalhes da vida,
Mas fazem da gente se perder em sintonia, harmonia,
Não é à toa que amizade sua teria,
Pois ainda no ver sou pra tu uma criancinha.
Na qual tentei novamente contigo aprender,
Pois, dava, deu novamente alergia no viver,
Jamais teria, sentiria seus gestos, sintonia, ver, rever,
Entretanto, olhares enganadamente nos conduziu um ao outro amizade descrer.
Em meio a devaneios a vida se constroi
Com sonhos e visões que não se distroem
Mas com verdades explicitas que sempre nos roem.
Estudar e se tornar uma eterna criança em busca das verdades e das belezas da vida. Ainda que na vida se passe por momentos difícil, poder evoluir com a luta do dia-a-dia, a torna linda.
A verdade é que o romântico nunca aprende. Ele pode se dar mal quantas vezes for, mas ele sempre vai ter, lá no fundo, uma pequena esperança de tudo dar certo.
A verdadeira espiritualidade só é sentida, na sua plenitude, por quem a vive. No dia a dia, principalmente em lugares reconhecidos como espiritualizados, ela aparece "encoberta" pelo místico e/ou como mercadoria de compra e venda nas mais diferentes formas. Esta ambiguidade gera um certo cansaço em quem está a sua procura, desejando senti-la para se fortalecer. Eu, por exemplo, ainda continuo com perguntas como: qual o verdadeiro significado da espiritualidade? Como a espiritualidade se expressa, de fato, interiormente e exteriormente? Como lidar com a espiritualidade em situações em que ela é transformada em mercadoria?
Talvez Deus esteja na verdade... Mentir hoje em dia é normal... Verdade doí! Verdade machuca! Verdade assusta! Verdade é a mentira da humanidade.
Sentimentos fortes e verdadeiros são expressados em gestos, risos, carinho e compreensão. Quem não é capaz de entender o silêncio, jamais conseguirá escutar um coração.
A verdade é que sempre me causou estranheza essa coisa de sentir saudade do que (ainda) não existiu. Do que ainda não pode ser encontrado nas caixinhas das lembranças tão e mais queridas. Aquelas que fazem com que a gente - não raras vezes - vá até a prateleira onde estão guardadas, pegue uma por uma, tire o pouco de pó que se acumulou por ação do tempo e traga para perto do peito só para sorrirmos mais uma vez, enquanto recordamos o quanto foi e é bom.
Sempre me pareceu absurda essa ideia de sentir falta de algo que a minha pele ainda não tenha registrado a impressão. Ou que os meus olhos não tenham definido como digno(a) de ser novamente admirado(a) em todos os seus grandiosos detalhes. Isso, porque, definitivamente, o tato é um dos sentidos que eu mais aprecio. Em alguns momentos – confesso - ainda mais até do que a própria visão; ainda que por esta também seja possível sentir o toque, como se dá no momento em que alguém lhe diz:
- Eu estou aqui contigo, não tenha medo! E então, por ler no olhar desta pessoa, o desejo de lhe renovar o fôlego e a fé, você finalmente se sente acolhido nos (a)braços da paz. E segue.
Mas essa saudade do que não foi vivido é um pouco diferente. Ela é tão especial quanto a outra, mas de um jeito próprio. Se antes a gente sentia falta de um momento com registro no calendário do tempo, agora, a saudade se dá por algo ainda sem documento. É como se ela fosse uma espécie de viajante atemporal, que vaga livremente entre o passado, presente e o futuro, fotografando momentos tão cheios de vida, que a nossa alma, por sua vez, não consegue se conter e então sorri largo quando é uma saudade boa, ou se recolhe, quando é daquelas doloridas. E então, com o pouco acesso que temos ao mix dessas fotografias, reagimos de imediato.
Quando você escuta uma música que lhe remete a um passado bom ao lado de alguém, você sorri. Isso é saudade com registro. Você viveu aquilo. Sentiu aquele momento na totalidade. Mas quando, por exemplo, você pensa em alguém que já faleceu e diz pra si mesmo(a) que ainda hoje guarda tantos planos que poderiam ter sido colocados em prática, caso a pessoa ainda estivesse viva, então é saudade do que não existiu.
Quando você olha para o seu filho já crescido, e recorda os primeiros passos, as primeiras tentativas de formação de palavras concretas, e sente-se feliz por tê-lo ao seu lado, você experimenta uma saudade com registro. Mas quando você sente lá no íntimo este desejo de paternidade/maternidade pulsando com força, a tal ponto de você se imaginar, inclusive, o(a) colocando para dormir, vindo de 15 em 15 minutos ao seu quarto para verificar se ele(a) está respirando, porque ali é um prolongamento da sua vida e ela depende de você, mas você ainda não é pai e nem mãe para entender com perfeição a sensação de ter uma vida sob a sua dependência, então é saudade do que ainda não foi registrado. A falta é a mesma. Mas a forma de sentir...
Mas e você: Já sentiu falta do que (ainda) não viveu?
Eu amo as pessoas de uma maneira tão verdadeira que esse amor chega a ser irreal. Esse é o meu dom e a minha dor: Amar incondicionalmente numa sociedade que desaprendeu a amar.
O verdadeiro homem sábio, não é aquele que se glorifica na sua própria sabedoria e inteligencia, mas sim aquele que se gloria no que vem do alto.Porque o verdadeiro conhecer e saber é de Deus.
ejo esses jornais são uns verdadeiros hospitais cada folha que folheio sinto bem fundo todas as dores do mundo.
A mais bela e desmistificada verdade que existe é a pureza do nosso sentimento!
Nossa alma perdoa, eleva, abstrai, transcende, compreende e faz tudo pelo que sente...
Nem sempre o outro é digno do que há de mais puro na gente.... Mas a alma não quer saber, continua sentindo, emitindo, desejando e agindo através de sua enorme vibração de amor.... O que fazer quando esse espírito fraternal/incondicional passa por cima do que realmente é melhor pra nossa saúde emocional/espiritual e social?
Até no amor mais límpido pode existir o apego que nos corrompe...
Desapegar, deixar voar... É o melhor caminho para nosso lar (alma). O que é belo está dentro... Se ficou pra fora, é porque não foi digno da imensidão do nosso interior.
Às vezes a gente se apaixona por um personagem. Alguém que acreditamos existir, mas que na verdade foi idealizado por nós. E que existiu em um momento... Momento criado por nossa imaginação. Eu me apaixonei por alguém que nunca existiu de verdade. Você!
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