Mente
Monica,
Nossos corpos se encontram na dança ardente,
Um fogo que queima, paixão que não mente,
Teu olhar, labaredas que incendeiam,
Cada toque, chamas de desejo me incendeiam.
Como o vinho que aquece nossas veias,
Somos lobos aproveitando várias Luas Cheias,
Teus lábios, uvas maduras de desejo,
Em teus beijos, encontro o paraíso sem ensejo.
Tua pele, seda que escorrega em minhas mãos,
Segredos que preenchem todos os vãos,
Somos poesia escrita nas madrugadas,
Em nossas carícias, descobrimos as estradas
Dedico a você estes versos,
Pois meus pensamentos, a você estão submersos
Meu corpo grita com paixão
E minha mente deseja-te com emoção.
“O tempo, esse escultor silencioso de instantes, devora nossa felicidade toda vez que a mente se deixa algemar por pensamentos indomáveis, e assim perdemos eternidades
em simples segundos que nunca mais regressam.!
O Mundo Segundo os Repertórios
“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”
“O verdadeiro sinal de inteligência não é o conhecimento, mas a imaginação.”
— Albert Einstein
"Tudo que o homem ignora não existe para ele." - autor desconhecido
Essa verdade, dita com a força de um sussurro eterno, resume o paradoxo da existência humana:
o mundo não é o que é — o mundo é o que cada um consegue ver.
Vivemos cercados de infinitos.
Infinitos saberes, culturas, sabores, sons, ideias, nomes, possibilidades.
Mas só existem, para nós, aqueles que conseguimos reconhecer.
Aquilo que não nomeamos, não sentimos.
Aquilo que não entendemos, não tocamos.
E aquilo que não estudamos, não vemos — ainda que esteja diante de nossos olhos.
Os repertórios de uma pessoa — suas vivências, leituras, referências, dores, conquistas, afetos e curiosidades — são as lentes através das quais ela percebe e interpreta o mundo.
Alguém que conhece mitologia enxerga deuses em cada tragédia.
Quem aprendeu história lê o presente como um eco do passado.
Quem leu poesia escuta metáforas no silêncio.
Quem nunca viu o mar, não sabe que o azul pode ser horizonte.
Do mesmo modo, quem nunca ouviu falar de justiça, não a exige.
Quem desconhece seus direitos, não os reivindica.
Quem nunca foi apresentado ao amor verdadeiro, pode chamar de amor qualquer ausência ruidosa.
É por isso que o saber é poder — não um poder que oprime, mas o que liberta.
Liberta do olhar curto, da mente fechada, da vida pequena.
Amplia os sentidos, estica a alma, expande a fronteira do possível.
Aumenta o mapa do mundo interno e, com isso, transforma o mundo externo.
Ignorar é viver num cômodo escuro de uma casa imensa.
Conhecer é acender a luz, quarto por quarto, até fazer morada na totalidade do ser.
E, como nos lembra Einstein, a mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original —
porque o verdadeiro crescimento não é apenas acumular informações,
mas imaginar novos mundos a partir delas.
Por isso, busque. Leia. Pergunte. Ouça. Experimente.
Pois cada nova ideia é uma janela aberta.
Cada livro é uma chave.
Cada conversa, uma estrada.
E cada saber conquistado é um pedaço do mundo que passa, finalmente, a existir para você.
Coração em dúvida
Quando o peito ainda hesita,
E a mente quer avançar,
Fazer algo é um passo incerto,
Que o coração não quer dar.
O corpo age, mas o sentir,
Fica preso em silêncio e dor,
É um gesto meio torto,
Que revela um medo interior.
Bater no peito, pedir perdão,
Nem sempre é o melhor caminho,
Às vezes o tempo é o mestre,
Que cura o nó no destino.
Aceitar não é só dizer,
É sentir, é se entregar,
E quando o coração não aceita,
É preciso respeitar.
No constrangimento há um espaço,
Para crescer e compreender,
Que nem toda ação apressa,
O que o coração quer viver.
Nem todo caos é espontâneo. Às vezes, é apenas uma mente manipulando a distração para desviar o olhar do que realmente importa.
Oi? Alguém me escuta?
No meio do barulho da minha mente, eu só tento encontrar um pouco de silêncio.
Um silêncio que, ao menos, me ajude a me organizar por dentro.
Sinto a dor da ausência, do desprezo, da rejeição.
Será que sou tão difícil de amar assim?
Será que não mereço ser amada, ser lembrada?
Fico me perguntando o que eu fiz de tão errado...
Enquanto o mundo lá fora segue, cada um vivendo sua vida,
e eu aqui — parada, sofrendo por migalhas.
Migalhas que, pra mim, já seriam o suficiente pra levantar da cama com um pouco mais de vontade.
Apesar do caos que minha mente é,
ainda busco a paz.
Uma paz que nem mesmo eu consigo me dar.
A Grande Tribulação começa na mente com uma reforma através da pressão interna na psique para a limpeza consciencial.
Minha alma irá para o túmulo com o seu nome gravado em minha mente.
Ocasionalmente, a mente assemelha-se a um labirinto de pensamentos desconexos. Experimento uma confluência de ideias e emoções, semelhantes a folhas ao vento, cada uma traçando sua trajetória particular. O que realmente possui relevância? A investigação por significado? A anseio por entendimento? As recordações que teimam em emergir, pontuando meu presente com matizes de nostalgia.
“Minha mente não cabe nessa Igreja”
Dizem que Deus fala na boca dos homens,
mas por que então gritam como se Ele fosse surdo?
Por que não ouvem quando falo baixo,
por que não percebem que meu silêncio também é súplica?..
Vestem ternos como se fossem armaduras celestiais,
mas por dentro tremem de ego, de vaidade, de conveniência, de um tapete bonito, mas que por baixo está cheio de sujeira..
E me olham — eu, o que não se encaixa —
como se eu fosse o desvio, a ovelha torta, o quebrado do rebanho, o incrédulo..
Mas eu não me perdi..
Eu apenas não me curvei a mediocridade religiosa..
Sou aquele que quis pensar e criticar com os olhos abertos,
não com os olhos fechados pela tradição cega..
Aquele que quer sentir Deus na verdade que pulsa,
e não no grito que mascara a ausência d’Ele..
Falam de cargos como se fossem unções divinas,
mas os escolhidos são sempre os mesmos:
O advogado bem-falante, o rico que sabe sorrir bonito,
o irmão da família certa, da conta bancária cheia..
Enquanto o simples, o honesto, o servo de verdade,
é jogado nas sombras do templo,
como se Deus não coubesse em mãos calejadas
ou em vozes que tremem, não por medo, mas por verdade..
Um dia me disseram que eu estava com o diabo no corpo..
Mas tudo que eu carregava era dor..
Dor antiga.. Dor ignorada..
E eles — os ungidos, os usados por Deus — não souberam ver isso..
Quiseram expulsar demônios,
quando o que eu precisava era de um abraço, amor, aceitação..
Quiseram passar ternos na minha cabeça,
como se o tecido resolvesse o que a empatia não quis ouvir..
Dizem que Deus é verdade,
mas quando questionei, disseram que eu era fraco, estava errado e era incrédulo..
Que eu precisava apenas crer por crer, sem questionamentos..
Mas eu não quero crer por inércia, não consigo simplesmente calar o conhecimento, crítica ou a razão que residem na minha mente, eu preciso escrever, pensar, evoluir, e colocar tudo isso não só no “papel", mas na alma, porque é isso que sou, sou verdadeiro e justo..
Quero crer por encontro, não por bocas externas e vazias..
Quero uma fé que olhe nos meus olhos e diga: “Eu vejo você.. Com todas as suas dúvidas,
suas feridas, sua sede de sentido..”
Quero um Deus que não precise de microfone, porque Ele fala onde o grito humano não alcança..
E se minha fé não cabe no molde da religião,
é porque talvez ela esteja maior que os seus muros, que são envoltos em egoísmo e superficialidade..
Mais real que seus cargos..
Mais viva que seu culto de aparências..
Eu sou o que se cuida, o que corre, o que pensa, o que sente, o que quer ir além mentalmente e fisicamente..
O que não prega com palavras e ilusões, mas com atitudes e verdade..
O que limpa a casa e uma alma no mesmo dia, o que não aceita viver na mediocridade, seja do prazer fácil, da bebida alcoólica, ou da mulher com lascívia..
O que escreve, se conhece, se busca, se conhece, e se encontra todos os dias, indo contra a maré da superficialidade humana..
O que escolhe a verdade, porque ela só dói, quando você não se auto controla..
A minha fé não veste gravata..
Ela anda descalça, verdadeira..
Ela prefere a rua à tribuna..
Prefere o silêncio à performance.
Prefere ouvir e compreender, ao invés de se esconder atrás de status..
Prefere o Deus real ao “Deus do cargo”..
E se isso te incomoda, talvez o problema não seja a minha alma..
Talvez seja o espelho que você evita olhar..
Minha fé é inconformada..
Porque a Verdade que eu busco
não tem dono, nem placa, nem púlpito..
Tem profundidade, tem dor, tem beleza..
E é nisso que eu acredito, que podemos fazer melhor, sem máscaras ou títulos..
deixo minha mente livre para desejar ser oque ela possa imaginar .... sou desastrado porem eu vibro no meu coração.... sou organizado porem chamo atenção ...... sentir oque me faz bem e como se alimentar com que te faz mal ..... devemos esta em sintonia consigo !!
Nossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordemossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordem
- Relacionados
- Frases sobre a mente e o poder dos pensamentos humanos
- Serpente
- Sentido da Vida
- Pensamentos de Antonio Damasio
- Frases de meditação que acalmam a mente e elevam o espírito
- 57 frases sobre conhecimento para alimentar a mente
- Frases de arco-íris para iluminar sua mente e colorir seus pensamentos
