Mensagens sobre Pessoas Infelizes

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Aprenda uma coisa não tem quem controle você, nem religião, nem pessoas, nem entidades, nem signos ou qualquer outra coisa que diz conduzir seus caminhos. Tudo o que você é é resultado de escolha pessoais onde você mesmo tinha e tem a opção de escolher ou não.

Às vezes, nem tudo é sobre você.


As pessoas são diferentes, voláteis, sensíveis e, por vezes, estão enfrentando batalhas que ninguém vê. Dias difíceis chegam para todos.


Então, respeite quando alguém sente tudo de forma intensa. Só quem carrega uma dor no coração sabe o peso de lutar contra os próprios sentimentos, de sentir que perdeu o controle de si.


Antes de julgar, escolha compreender. Antes de apontar, escolha acolher.


Que tipo de humanidade estamos construindo se nem o básico conseguimos ser: humanos?

Seja o amor da sua vida: afinal, de todas as pessoas do mundo, você é a única que estará com você do início ao fim da jornada.

"Já dizia Jalison Santos:


Às vezes sofremos mais do que deveríamos por pessoas que nem vale a pena sofrer."

"Como dizia Jalison Santos:


Todas as pessoas que conhecemos na vida são uma folha que enriquece a sua árvore. Muitas se perderão com o vento, outras nunca irão cair."

"Como disse Jalison Santos:


"Os médicos são as pessoas que mais salvam vidas, mas Deus é o único que nunca perde uma vida."

"Às vezes salvamos pessoas que nem conhecemos, e deixamos morrerem a nossa família."


—pensador Jalison Santos

O tempo costuma mastigar lentamente as crenças, as verdades absolutas, as pessoas, até devorar por completo.

"Há pessoas que esperam pelo dia em que o destino lhes sorrirá. Outras acordam todos os dias e trabalham para que, quando esse dia chegar, possam retribuir o sorriso. A diferença entre elas não está na sorte; está na preparação."

Existem pessoas que são carniças pulsantes, infestadas de vermes, esquecidas na escuridão do próprio ser. Ao menor sinal de luz em alguém, avançam como pragas vorazes, dilacerando sem piedade até o último resquício de brilho, apenas para ocultar a imundície que as devora por dentro.

As pessoas vivem em modo de sobrevivência, zumbis funcionais, presas a rotinas que já não questionam. São espectros de si mesmas, movem-se, mas não despertam, respiram, mas não vivem.

As pessoas me perguntam por que minhas frases nascem sempre cobertas de tristeza, por que falam tanto de dor. A resposta é simples e cruel. Eu sou fruto do abismo. Fui moldado nas pedras frias da cachoeira. Senti a água gelada arrastar a infância de mim, como se o tempo me afogasse antes de eu aprender a respirar. Ali, o antigo eu morreu, silencioso, afogado em medo e inocência. E o que subiu de volta pela encostar pedregosa, já não era uma criança… era um sobrevivente, meio homem, meio sombra, aprendendo a existir entre o que restou e o que se perdeu.

É uma perda de tempo esperar a aceitação integral de quem só consegue conceber a vida e as pessoas em fragmentos.

As pessoas que julgam a sua jornada com o rigor de quem nunca calçou seus sapatos são apenas ecos vazios de uma realidade que não lhes pertence, vozes sem peso no palco da sua história, e o erro fatal é dar a essas opiniões o poder de ditar o ritmo ou a direção do seu próprio barco. Feche os ouvidos para o barulho da plateia desinteressada e ajuste as velas para o rumo que só você vê, pois a aprovação dos outros é um prêmio ilusório que se desfaz ao primeiro sinal de sua autêntica vitória, e a paz que importa é aquela que você encontra quando se deita, certo de ter sido fiel à sua essência.

A maioria das pessoas se preocupa mais em parecer feliz nas redes sociais do que em construir uma alegria real e inabalável dentro de si.

É alarmante ver pessoas falando sem conversar e ouvindo sem escutar, uma multidão absorta que prefere manter o som do silêncio.

Às vezes, o que as pessoas chamam de "cura" é apenas o hábito de carregar a dor sem mancar tanto, um jeito de esconder a deficiência da alma para não incomodar a estética alheia. Eu prefiro mancar abertamente, exibindo minha humanidade defeituosa como uma bandeira de resistência.

Há uma solidão que não depende da ausência de pessoas, ela se instala mesmo em meio à presença, porque não é sobre estar acompanhado, é sobre ser compreendido, e isso é algo que raramente acontece de verdade.

As pessoas são muito boas em me decepcionar, mas o tempo me ensinou que a maior mudança não está nelas, está na minha coragem de enxergar quem realmente merece permanecer, e na força de deixar ir quem nunca soube ficar.

O problema de ser forte o tempo todo é que as pessoas esquecem que o aço também cansa, que as vigas também rangem sob o peso da estrutura e que, às vezes, o que o herói mais precisa não é de uma capa nova, mas de um colo onde possa finalmente desabar sem julgamentos.