Mensagens Sábias
A quantidade de almas que sobe e, ascende em sábias, há você, que ninguém precisava arder, é pra você que vivemos por merecer, tudo em s de ser.
Inventares proibições pra proteger-te é de porquês do não se sabia da qualidade dos verdadeiros afazeres.
Sabia que um dia encontraria o homem mais inteligente e, por ele, não me apaixonaria pois, sempre me ria, ser não machucaria.
Eles não roubaram, não erraram, às vezes, não sabiam pra onde iam, embora servissem inquestionavelmente.
Cada um que de conta de suas próprias limitações, a natureza é sábia, e, não limita a sabedoria de sua ancestralidade em nãos.
Não diminuir as funções proficiais, desde que os costumes sejam sabiamente regidos, pela necessidade exposta, nas verdade dos seres, que necessitam de liberação dos grampos, e, não julgamentos, sem fundaMentos, dando prosseguimentos em falseadas realidades e pra não retornar faz-se necessário seu dicionário, pra simples dizereres dos ários.
Sabiamente, há homens, que não usam serviços lúdicos, mesmo assim, chegam à altura e sabedoria de nossos pais.
Se eras guia, use agora, vossa sábia energia, pra construir teus verbais, em materiais contínuos divinais, vossa alegria de estadas.
Passeando pelo liberar, pra limpar onde não puderes, sábia individualidade, portas das verdades, são como infinitas,e, únicas, corrigindo falhas em duais, multiplicação sistêmica.
José do Egito viveu CORAM DEO. Diante dos vários testes que passou, ele sabia que Deus o via e agradá-lo e honrá-lo era seu principal objetivo.
Um menino que não lia mas sabia imaginar
Não escrevia suas histórias mas sabia recitar
Criando seu próprio caminho pela arte do sonhar
Um pequeno garotinho sem medo de errar.
Sem muito conhecer fazia algo parecer que existia naquele instante mesmo sendo irrelevante para quem o via fazer.
E assim é a vida de quem ama viver.
E com um toque do destino um pequeno garotinho começa a aprender que mesmo sem recurso a vida segue o curso e vai nos formando alguém muito além de nossas histórias.
Antigamente...
Eu não sabia que a tristeza
Fazia doer o coração
O estômago
Dói a alma
Com o tempo tira as vontades
De fazer as coisas favoritas
E por fim
A vontade de viver
A tristeza ceifa o corpo
E por último a alma
Sabe aquele castelo
Que você construiu para mim
Com os detalhes que eu não sabia
O alicerce era de areia
Você foi embora de lá
Me deixou sozinha
Ele foi ruindo
E me levando junto
Fugi algumas vezes
Mas voltei
Voltei, voltei, voltei...
O castelo era falso
Seus sentimentos e promessas
Uma ilusão
E eu ainda vivo presa nelas
Me destruindo
A cada parte do teto que cai
Uma janela de vidro
Que além de rasgar meu corpo
Rasga minha alma
Tudo isso foi ceifando minha vontade de viver
Ela não sabia o que se passava com ela mesma. Estava chateada? - Não, não estava. Tinha um problema? - Não, não tinha. Foi então, que ouvindo suas músicas preferidas, sentindo a brisa e comendo uma coxinha... Que finalmente descobriu, que era fome o que ela tinha.
