Mensagens Profundas
Se eu tivesse que fugir,
eu nunca teria ido.
Estaria de corpo lá,
e alma cá.
Com o despeito em si
e um pedido despido.
Sonho com uma escola que não ensine, e sim, com uma escola que seja o aprendizado. Uma escola com conhecimento nos espaços e nas interações com todos. Um local para viver com vontade de aprender, de pertencer, de Ser .... e quem sabe, poderá até mesmo haver conhecimento nas aulas também.
(Almas gemeas)...Dizem qui as almas sao feitas juntas e ao nascerem se separam, cada uma para o teu patio e ao crescerem voltam a se procurarem e por fim ficam juntas para sempre. Gostaria muito qui fosse a minha alma gemea!
Quando o amor chega e enconctra as nossas almas e tomar conta delas melhor nao lutar em lhe afugentar, deixa o comanda-las...
Ter te ao meu lado foi o meu sonho da infancia, beijar-te, tocar-te, amar-te foram os meus desejos desde o dia em que te conheci...entao imagina se nao existisse o dia em que te conheci e se nao tivesse infancia...?
Grande mente profunda destruída por uma vivência danosa, agarro-me a um sentido que me conforta, inexplicavelmente faz-me sentir ímpar, ao mesmo tempo passo um grande período refletindo, e parece nunca chegar a uma resposta, nunca encontro o núcleo do meu EU, dos problemas e explicações para minhas inúmeras dúvidas, e guardo num pequeno arquivo mental todos feedbacks da minha gana diligência. Viver abrigando-me em refúgios mentais, sem tanta ganância e assocializacão, percebo o deslocar para a cabeça do mundo, o comum e o geral, ser uma pessoa de poucas emoções e ao mesmo tempo cheio de desejos e sentidos, sentir tanto e ao mesmo tempo não sentir nada. Subsistir apenas pra enfrentar-se cotidianamente e sentir ser um trabalho exaustivo e sem parecer, apenas deixando sequelas presumivelmente irreversíveis.
É quase ressonante sua alma debilitada, que revés sua vida, pormenor sua ossaria pútrida sob a terra traiçoeira do cemitério, diante de sua existência epíloga; acabada, e dizia sua lápide esquecida, aqui jaz sua expectação.
Mísera Alma combalida que reconhece os danos da vida, desapossa do que lhe é essência, e perdes a cor da vida pra te afogares no negro completamente opaco, o pouco que experimentastes por tanto tempo e perpassou, te ausentou a bondade pra te sobrares o pior. Desprezam-te a virtude, desaprenciam tua particularidade. Torna tua complexidade nula, dar-te ei a espada e que teu coração seja teu escudo, teu brasão tuas cicatrizes e tua força o pesar.
Cogitei hoje cedo ao acordar, a cerca dos meus lares mais privativos; complexos e profundos, reprofundei ainda mais, então tive a sensação de percorrer vários vestibulos cromados que refletiam-me como poeira, lembranças e clarões, então reuni em mim minha grandeza, pra não ruir e findar-me ao acaso, e cair no mesmo despenhadeiro do autodesprezo.
A brisa de desesperança me envolve, um vento gelado que corta minha alma e me sussurra segredos sombrios. Caminho pelos bosques sem fim de desespero, onde as árvores retorcidas ecoam meus pensamentos mais sombrios. A solidão é minha única companhia, uma paz que é ao mesmo tempo meu refúgio e minha prisão. No silêncio, ouço o eco do meu próprio vazio, um eco que ressoa como um lamento solitário. Cada passo que dou na escuridão é como um passo mais profundo na espiral do desespero, onde as sombras dançam ao redor de mim, como fantasmas de sonhos quebrados, a esperança parece sempre distante, uma estrela fraca no horizonte, e eu me pergunto se algum dia vou encontrá-la novamente. Enquanto a noite avança, eu me entrego à melancolia que me envolve, um abraço triste que se tornou meu lar. E assim, continuo a vagar por entre os bosques sombrios da minha própria mente, perdida na tristeza, em busca de mim mesma.
Livros são portais onde almas navegam, histórias acariciam, onde corações se abrigam. A arte é o eco de sentimentos profundos em telas, palavras e notas, que revelam-se em segundos.
Melodias, como fios de um tecido celestial, tecem a trama do refúgio, um abraço musical. Cada nota é um suspiro, um consolo na solidão, onde a alma encontra paz, como em uma canção.
A melancolia, doce como um vinho envelhecido, é a tinta que colore o quadro, sutil e destemido. Na paleta da vida, sentimentos se entrelaçam, e na tristeza, a esperança, como uma chama, abrasa.
Assim, a arte sussurra segredos ao coração, recorda que, na melancolia, talvez haja renovação. Entre páginas, pincéis e acordes em sintonia, descobre-se que, na tristeza, floresce a poesia.
Na cela da alma, meu manicômio interior, danço nas linhas tortuosas da noite estrelada de Van Gogh. A janela da percepção, outrora trancada, agora aberta para o cosmos das emoções. Minha caneta, pincel da mente, traça constelações de palavras que desvendam a loucura em sinfonias de tinta e papel. Entre as sombras da depressão, encontro a luz das estrelas, transformando o caos interno em um universo poético. Em cada traço, ressoa a liberdade de expressão, um grito de esperança na escuridão da alma.
Embora meus sonhos se voltem para o amanhecer, minha existência permanece envolta em sombras. Minha razão de respirar é tão fugaz quanto a essência do vazio, um enigma inconstante. A cada reflexão, sinto o tempo deslizar como areia, uma contagem regressiva é o que me parece, como segurar uma vela na escuridão, sabendo que sua chama se extinguirá, é o reflexo da minha mente em constante jogatina.
Quando me entrego à música, ao clássico em sua essência mais profunda, minha mente se torna uma dança etérea, suave ao ponto de sentir meu corpo levitar entre nuvens e estrelas. Em devaneios, vejo duelos de esgrima em um vasto tabuleiro de xadrez cósmico, onde duas peças movem-se em como um inveterado balé. Sonho com estrelas tão pequenas que repousam na palma da minha mão. Minha mente vagueia por mundos repletos de luzes macromáticas e melodias transcendentais, onde serenatas ressoam em calçadas de pedra. O aroma do café numa tarde ensolarada se mistura à brisa que também trás maresia. Consegue perceber a sinfonia de sentidos e significados?
Canções eternas,
que não morrem jamais,
sempre voltam pra navegar
os nossos sonhos,
fazendo o coração esquecer os ais...
Que a paz crie asas
E se espalhe entre todos
Rompam as fronteiras,
E que tenhamos novos sonhos,
De viver todos em harmonia, com palavras,
Que edifiquem para a União!
Eu estava ali diante dos meus pensamentos
e tudo era sonhos,
imaginei um paraíso
e foi aí que lembrei do teu sorriso!
tua poesia me alimenta,
é minha refeição,
uma janta
que devoro em doce Reflexão,
e sonhos adormece o meu coração!
Viajando entre paisagens,
recolhendo flores
em forma de versos,
somente pra descrever os sonhos
que imagino viver ao teu lado!...
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