Mensagens para uma Linda Menina
Tente outra vez.
Tente as vezes que forem necessárias, mesmo que volte a errar.
Quem não tenta não erra, mas também não acerta!
Quando a noite sorri é de agradecimento, por Deus ter permitido mais um dia de vida à humanidade... apesar de tudo!
Sábias são as estações do ano, que não se importando com a opinião alheia, mostram-se tal como são.
Por trás de um homem desinteressado, há sempre um homem desvelado. Por isso, moça, abra os olhos, pense em você, meu bem!
Feliz é aquele que colhe seus próprios frutos. Se não ficarem uma boa recordação, certamente servirão de lição!
Olhe para trás, e recordará seu passado.
Olhe para a frente, e vislumbrará seu futuro.
Olhe para dentro, e verá tudo!
O que as outras pessoas pensam de mim, não está em mim, está na cabeça delas... Logo, não me pertence.
Alegria é acordar, respirar o novo dia, e saber que tem nova oportunidade para aprender a refazer sua vida.
Que eu abra janelas...
Senhor, tu que abres portas,
Deixe que eu abra janelas...Janelas
De violetas ,de girassóis, de quintais...
Aquelas que dão para o vôo dos pardais...
Que levarão meu olhar distante
Para os prados,para os horizontes...
Lá onde estão os meus sonhos,
onde vivem os meus ideais...
Senhor, e que abrindo janelas,
Faça que eu, de divisar seja capaz
pelas janelas da minha alma,
os campos onde floresce a paz!
Estabelece-se!
Fica estabelecido que as pessoas terão asas na alma e que alçarão voos em direção aos sonhos,que estarão pousados no galho mais baixo da árvore dos desejos, plantada no meio de um jardim,no campo onde floresce o impossível!
Soneto da flor da infância
Eu me lembro, eu me lembro, doce perfume da flor!
Brancas gotas perfumadas e tinham cheiro de amor...
Inebriavam as noites, da minha infância perdida,
Uma cascata verde e branca no verde da minha vida...
Lua serena no céu, a embranquecer minha ruazinha,
Sem saber que o jasmineiro por me ver assim sozinha,
Eu menina inocente, a me embalar em seus galhos,
Flores lançava aos meus pés, qual fina colcha de retalhos...
Foram-se meus verdes anos, cirandas e brincadeiras,
A doce lembrança da infância, da juventude que passou...
Joia que o tempo levou em leves asas ligeiras...
De menina me fiz mulher, mas na memória ainda há dor
Da doce lembrança dos dias, das minhas tardes trigueiras
Quantas saudades eu sinto, meu jasmineiro em flor!
