51 textos e mensagens para profissionais da enfermagem com homenagens inspiradoras

Só a verdade de si mesmo faz o homem refletir sobre a vida, e a necessidade de viver melhor requer uma atitude decisiva para superar as adversidades.

Inserida por Valdeci-Nogueira

O homem determina alto valor para as coisas fúteis e improváveis, espirituoso em seu desejo, requer um Deus aprovador a dar legitimidade a aquilo que se fideliza.

Inserida por amaurivalim

⁠Amar uma mulher,
requer paciência, cuidado
amor, carinho, atenção
e comportamento de
homem 💥

Inserida por AlvaroSilva

⁠Só lembrando aos predesticionista que obediência requer voluntariedade do homem.

Inserida por VerbosdoVerbo

Dor

Passa-se um dia e outro dia
À espera que passe a Dor,
E a Dor não passa, e porfia,
Porque trás dia, outro dia
Que traz Dor inda maior;

Porque embora a Dor aflita
Calasse há muito seus ais,
Ainda, fundo, palpita
Uma outra Dor que não grita:
A Dor do que não dói mais.

(in "Dispersos e Inéditos")

Tornamo-nos realmente adultos no dia em que conseguimos rir de fato... de nós mesmos.

O pensamento, apesar de tudo, é uma esterilização. Não há perigo de que ele venha, algum dia, a triunfar sobre a natureza, que é a vida.

São incalculáveis os benefícios que provêm da noção de incerteza do dia e ano da nossa morte: esta incerteza corresponde a uma espécie de eternidade.

Dia a dia ia-se agravando a minha secreta aversão por tudo aquilo de que se tira proveito. Ler e sonhar, estes narcóticos, eram os meus antídotos, mas as regiões onde são possíveis os atos pareciam-me definitivamente fora de alcance.

Um dia virá em que o trabalhador poderá ser um artista, senão pela expressão (o que cada vez importará menos) mas pelo menos para sentir o belo.

Economia significa ficar sem alguma coisa que se deseja intensamente, caso um dia se venha a querer algo de que provavelmente não se terá necessidade.

Em cada vida, em cada coração, um dia - por vezes com a duração de um instante - ressoa a dor do mundo. E o homem fica justificado.

E virá um dia em que nos falta uma única coisa e não é o objecto do nosso desejo, mas o desejo.

Ter espírito cada dia, cada hora, é quase prova segura de mediocridade de engenho.

Os maiores amores não são aqueles planejados e sim aqueles que acontecem derrepente, aqueles que acontecem por um sorriso, por um olhar, por um simples olá. Sendo assim, não planeje seu amor, só o viva, aproveite e não faça grandes planos, faça grandes ações.

Pense menos, aja mais, porque é melhor se arrepender de ter errado do que arrepender-se por não ter feito o que queria.

Nós passamos a vida toda querendo que alguem nos ame, mas quando essa hora chega, a gente não tem a mínima noção do o que fazer.

Amei-te? Sim. Doidamente!
Amei-te com esse amor
Que traz vida e foi doente...

À beira de ti, as horas
Não eram horas: paravam.
E, longe de ti, o tempo
Era tempo, infelizmente...

Ai! esse amor que traz vida,
Cor, saúde... e foi doente!

Porém, voltavas e, então,
Os cardos davam camélias,
Os alecrins, açucenas,
As aves, brancos lilases,
E as ruas, todas morenas,
Eram tapetes de flores
Onde havia musgo, apenas...

E, enquanto subia a Lua,
Nas asas do vento brando,
O meu sangue ia passando
Da minha mão para a tua!

Por que te amei?
— Ninguém sabe
A causa daquele amor
Que traz vida e foi doente.

Talvez viesse da terra,
Quando a terra lembra a carne.
Talvez viesse da carne
Quando a carne lembra a alma!
Talvez viesse da noite
Quando a noite lembra o dia.

— Talvez viesse de mim.
E da minha poesia...

À volta de incerto fogo
Brincaram as minhas mãos.
... E foi a vida o seu jogo!

Julguei possuir estrelas
Só por vê-las.
Ai! Como estrelas andaram
Misteriosas e distantes
As almas que me encantaram
Por instantes!

Em ritmo discreto, brando,
Fui brincando, fui brincando
Com o amor, com a vaidade...

— E a que sentimentos vãos
Fiquei devendo talvez
A minha felicidade!

Para te amar ensaiei os meus lábios...
Deixei de pronunciar palavras duras.
Para te amar ensaiei os meus lábios!

Para tocar-te ensaiei os meus dedos...
Banhei-os na água límpida das fontes.
Para tocar-te ensaiei os meus dedos!

Para te ouvir ensaiei meus ouvidos!
Pus-me a escutar as vozes do silêncio...
Para te ouvir ensaiei meus ouvidos!

E a vida foi passando, foi passando...
E, à força de esperar a tua vinda,
De cada braço fiz mudo cipreste.

A vida foi passando, foi passando...
E nunca mais vieste!