51 textos e mensagens para profissionais da enfermagem com homenagens inspiradoras

⁠⁠Quem quer queimar
o direito de reconquista
do Esequibo Venezuelano,
Vai acabar queimado
e ficar na vida feito
gelo derretido
eternamente,
Nada será necessário
desejar ou fazer,
Porque coloquei
nele o meu olhar
e tenho mais de
um poema escrito,

(Mesmo estando
a distância
não perco a esperança)

dele libertar da mesma
maneira que desejo
liberdade igual
à um General
e uma tropa que
seguem aprisionados
injustamente,
e meus poemas enquanto
isso seguirão
sendo os mesmos
e de espírito intermitente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não me surpreendeu
a sua estratégia
híbrida de ferir quem
pensa diferente,
Silenciando vozes,
quebrando os frágeis
e prendendo quem
enxergou a verdade.

Se é passado
não adianta só dizer,
não fique parado,
a hora é agora:
é preciso soltar
o General e a tropa
injustamente aprisionados.

Não adianta continuar
com jogos perversos,
Dizer que tudo é passado
neste país que não
foi de fato reconciliado
e o Esequibo ainda não foi resgatado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Onde eu amarrei
minha alma pegando
até inspiração como
esta emprestada
para fazer a consciência
da América Sul libertada
diante de um rumo
incerto e não sabido.

Desde o dia que você
deixou de acreditar
na sua Nação estamos todos
nadando em céu naufragado,
e ouvindo o eco da nossa voz
em pleno Oceano Atlântico
pedindo que resgatem o Esequibo.

Muitos estão se distraindo,
imobilizando o tempo no exílio
e eu um poemário épico
tenho escrito pela liberdade
de um General e uma tropa
presos por causa
de um brutal autoritarismo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Vestida de luto intenso
por quem reluta
em reconhecer o mapa
que inclui o Esequibo,
Com o coração ferido
pelo General injustamente
acusado de instigação
a rebelião e por uma
tropana prisão igualmente
por motivos políticos.

Quem não se sensibiliza
com tal situação
não ama a própria Nação,
e não é difícil entender
o porquê de tudo isso.

Dá para perceber que
não ama a si mesmo,
Vive o vazio existencial
mais profundo do tempo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os quatro jovens
foram liberados,
Espero que um
novo e cordial
capítulo seja
entre os lados
inaugurado.

Porque há
muito o quê
se caminhar
para fazer
uma Nação
libertada,
e ter o Esequibo
recuperado.

Agora só falta
saber quando
o velho tupamaro,
a tropa e o General
(vítima de uma
falsa acusação
de instigação
a rebelião)
serão libertados.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O capítulo sombrio que
se avizinha do mundo
e do nosso continente,
vem chegando com
um intrigante prato
de entrada indesejável,
Só sei que nós nesta
América do Sul precisamos
dialogar e proteger
com raça a nossa gente.

Sem mordaça continuo
pedindo a liberdade
de um General acusado
falsamente de instigação
a rebelião e pedindo a liberdade
de uma tropa igualmente,
não tem dado para ignorar
a solidão Waraó e Pemone
no Esequibo que está no limbo
da Justiça indevidamente.

Sem entender a receita que
no guia é muito difícil de aceitar
a continua prisão dos jovens
presos da revolta do Chile
que lutaram pela Nova Constituição,
não dá para fingir que é
injusta a mapuche reclamação.

No tempo se diluindo
como creme de abóbora
nos ponteiros do relógio,
gostaria de estar lendo outro
futuro para todos nós
ou mesmo até o reescrevendo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Independência de uma
Nação é uma aliança que
deve ser sempre renovada
com a sua própria História.

Por isso peço encontro,
diálogo e reconciliação
com o General e toda a tropa.

A Independência de uma
Nação pelo mundo
afora sempre deixa alguma
questão pendente
ou até mesmo implícitas
mais de uma que pedem
união cívico-militar
sempre que for preciso.

Jamais país algum deve
desistir de proteger e até
mesmo deixar de reinvindicar
por aquilo que o pertence:
A recuperação
do Esequibo Venezuelano
deve ser tratado
com interesse realmente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Aprenda a entender
que para uma Nação
subsistir a sua doação
não pode ser miserável,
É claro que o oxigênio
no sentido figurado
que é a liberdade em todas
as formas deve ser essencial.

Só que a liberdade para ser
o suficiente deve vir unida
com o real sentimento de amor,
E amparo em relação ao velho
tupamaro em ato revolucionário
de autoprivação diante
de tanta tamanha agressão.

Aí onde poucos se sentem
sem liberdade, sem amor
e todos assistem uma tropa
e um General que estão
presos sem perspectiva
de diálogo, encontro e reconciliação.

E tudo que você me deu (subjetivamente),
e objetivamente
para a sua Nação,
Crendo nas leis da vida ainda
me esperanço no celeste índigo
que você vai corrigir o rumo
de tudo e espalhar
o Mapa com o Esequibo incluso.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O General continua
preso injustamente,
Poemas históricos
são meu hábito diário
faz muitos anos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O tempo está passando
o velho líder tupamaro
segue em desamparo
sem ver o sol da justiça,
São dezoito dias em calvário
no afã de ser escutado
pela fera da revolução
que vem devorando
pouco a pouco os seus filhos,
Um mártir e outros
para ela não foi o suficiente,
Os olhos de Baduel
aparecem na minha mente.

Por insistência lembro
do General preso injustamente
por causa de um falsa acusação
de instigação a rebelião contra ele,
Já passaram mais de quatro anos,
nada foi provado
e o processo continua paralisado.

Não esqueço nunca dos paisanos
e da tropa que estão passando
pelo mesmo horror,
Não adianta fazer festa
para o Esequibo e no dia seguinte
continuar usando o mapa errado.

Sem retórica nenhuma de poesia contemporânea já deveriam
ter aprendido que a Guiana é plana,
E a cantar como Lulú Basanta
e cultivar na vida a esperança.

No Kukenan-tepui
do Esequibo Venezuelano
os meus versos latino-americanos
com intimidade ali transitam
e nos outros onze tepuis habitam.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Daqui onde se fecharam
muitas bibliotecas,
Vem virando um grande
gabinete a céu aberto
de mentes vazias
que só têm nutrido
as almas com idolatrias.

Para tentar salvar a mim
mesma e quem me lê,
E por ambição encontrar
uma luz no final do túnel
para os presos de consciência,
aqui estão os meus
versos latino-americanos
à um General e uma tropa
porque eles estão presos onde
o tempo não passa e sufoca.

Não é fácil, entendo e respeito
e eu sei que leva tempo
segurar firme os rumos
para que os distraídos não
se deixem ir pelas águas aparentemente tranquilas
e nas delícias saborosas
que na verdade não
passam de armadilhas.

Só sei que enquanto não
houver uma resposta
satisfatória ao velho tupamaro,
ao General injustiçado,
aos presos políticos como eles
e o mapa e rumos continuarem
sem ser corrigidos:
serei a continental inquietação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As artes postais que
pediam basta de guerra
foram recusadas em prédios
públicos na Argentina,
Fiquei muito perplexa
quando soube da notícia.

No meio da praça cada
arte foi parar como
alma exposta no varal
graças ao esforço sem
igual da artista coerente
com a soberania pátria
sobre as ilhas Malvinas.

A América Latina vem
sendo rodeada por
detestáveis sombras
e o interminável
pesadelo de olhos
abertos de todo o Haiti:

(Não é exclusivo daí,
é sobre tudo o quê
se avizinha sobre nossas vidas).

Todos estamos sitiados
por relapsos,
e como isso dói daqui.

Deixo tudo isso registrado
nestes versos latino-americanos
enquanto o tempo passa
e vejo a partida do velho tupamaro,
a injustiça operante contra
paisanos, uma tropa e um General,
e toda a nossa região mergulhada num interminável caos e desgraça.

E ainda há de se consertar um mapa,
e quero que você saiba que noGuadacapiapu-tepui
os meus versos latino-americanos
com intimidade ali transitam
e nos outros onze tepuis habitam.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ninguém pode pisar
na Bandeira do meu País
cantando, dançando
e em nenhuma hipótese;
A Bandeira do meu País
e sagrada como a poesia
que a liberdade prega.

Defendo as tradições
da minha Pátria,
de muitas outras
e da nossa América Latina.

Em mim também
vive o Libertador
em cada reclamo pelo General,
pela tropa, pelo velho
tupamaro e por paisanos
que tenho feito com ardor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tudo aquilo que
não gera direito
de restituição,
Não cabe lembrar
para ferir a alma
por provocação.

Reclamação é
dizer algo que não
está bom ou que
nunca esteve bom.

Provocação é ferir
a alma do outro
para cair no vazio
do banquete de ego
e perder a razão.

Prefiro sempre
reclamar porque
uma reclamação
pode ser a ponte
para a solução.

Longe de mim
fazer qualquer
tipo de provocação,
é preciso dizer
que o velho tupamaro
está chegando a exaustão,

é preciso dizer
que há uma tropa, um General
e paisanos em igual exaustão;

é preciso dizer que tudo
isso vem sendo reclamado
por causa de uma
cultura de forte repressão.

Há parte de um território
que virou zona em reclamação,
e muitos continuam fechar
as mentes, os olhos e os corações.

Pois no Ilu-tepui e nas estações
os meus versos latino-americanos
com intimidade ali transitam
e nos outros onze tepuis habitam.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Um passo para frente
e dez passos para trás...

Depois de quarenta
e nove dias de greve
de fome levaram
o velho tupamaro
para o hospital,
e tudo continua igual.

Um passo para frente
e dez passos para trás...

Sem desejar flertar
com a precipitação
vejo que defensores
de Direitos Humanos
não estão desfrutando
de plena satisfação
no exercício da missão.

Um passo para frente
e dez passos para trás...

Vários casos estão
sendo julgados na frente
e outros ninguém comenta mais.

Um passo para frente
e dez passos para trás...

De muitos da tropa
e do General preso
injustamente não
se lê e nem se ouve
ninguém falar mais.

Um passo para frente
e dez passos para trás...

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Sendo a rosa de Evita
no bico da pomba
que entreguei
nas mãos argentinas,
Não me esqueço jamais
das ilhas das Malvinas
e que nosso continente
e região merecem
desfrutar de plena paz.

O quê dói na Argentina
também me dói
a falta de paz e liberdade
constituem uma dívida
sem paz quando porque
existe dentro de casa
a ocupação colonialista.

Estes meus versos
latino-americanos
são feitos da poesia
da dupla fronteira
venezuelana e brasileira:
Não deixam passar
nada esquecido
e reclamam por cada
venezuelano que cabe saber
que é dono do Esequibo.

Refletindo os fatos distantes
e atuais em alta rotação:
(Não me esqueço da tropa
e do General que continuam
injustamente na prisão),
E sigo clamando pela libertação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nada mudou em relação
a vida dos presos
consciência e por todos
a minha poética memória
sem escolher a quem:
conta a trágica História
e tem escrito incansáveis
Versos Latino-Americanos
ao General e à uma tropa.

Esta questão interna
não deve impedir a reconquista
do direito territorial,
O Esequibo é da Venezuela
e o Ministro da Guyana
quer tirar o mapa desta visão
histórica e geográfica
muito antes da decisão
da Corte Internacional.

Mesmo sendo o Esequibo
um território em reclamação
o mapa não pode ser ocultado
o povo pode ser calado
e igualmente os meus poemas:
os insatisfeitos que aprendam
a resolver os próprios dilemas.

Que não haja nenhuma
previsão de libertação
para a tropa e o General:
os meus poemas seguirão
falando até encontrar
o mapa do Sol da Justiça
que dê a pacificação
e a mais do que justa libertação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando a liberdade e a vida
estão em jogo
seja a de uma tropa
ou de um General
lá na Venezuela,
Ou alguém precise
de uma palavra
em Tigray, na Ucrânia,
na China ou na Palestina,
Não aposto na uma
última tentativa,
Todo o dia sempre
é um novo dia
para ser a poesia até o final.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠De cada letra deste poemário
a minha responsabilidade
assumo e conheço bem;
Escrevo para que do tempo
não seja apagada a História
da memória de um General,
de uma tropa e outros fatos
da nossa América Latina.

Está chegando o Natal
e nada se sabe da liberdade
da tropa, do General que
está preso injustamente
há quase cincos anos
e dos presos paisanos
que também são
presos de consciência.

A cada dia a cena
mais se agrava na região,
parece que ninguém não
se consegue mais viver
na vida sem tensão.

Em quatro anos caíram
seis presidentes peruanos
e o último teve o golpe
desfeito em duas horas,
convivemos com uma
incógnita política
em cada Nação da região.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sem ser vista venho
silenciosa prestando
atenção no mantra
"Eu acendo uma vela"
repercutido por quem
está com o coração
ali aprisionado também
no inferno de cinco letras.

Buscando o caminho
relembro que está
próximo do Natal,
e nada se sabe da liberdade
da tropa e do General.

Ouvindo a distância a voz
de quem ainda canta
a famosa canção
"Eu te chamo liberdade":
busco escrever poemas
como quem acende
no Universo as estrelas.

Numa cruzada sem
par o TC Chaparro
repete a greve de fome
e faz o calvário aumentado
na tentativa de ser escutado.

Nada está solucionado,
o espaço existencial
para a tropa e o General
está a cada dia mais apertado
e ninguém sequer sabe
de como e quando será o final.

Inserida por anna_flavia_schmitt