Mensagens para Pessoas que já Morreram
Há momentos em que alianças se rompem, pessoas mudam e decepções chegam.
Mas quem anda com Deus não para no meio da dor.
"A vida me ensinou muita coisa, inclusive a perdoar as pessoas...!"
Otávio ABernardes
Itumbiara, 5 de fevereiro de 2026.
O sofrimento é o termômetro da nossa existência. Desconfio de pessoas que dizem não sofrer, são amorfas. Sem sofrimento não há vida
Desconfie de pessoas que fingem te abraçar com um sorriso, mas que na verdade mancham de cólera a tua alma
Jamais revele seus segredos a estas três pessoas:
Ao seu melhor amigo, ele um dia poderá vir a ser seu inimigo
Ao seu a analista, a loucura é caminho traiçoeiro
Ao seu advogado, tudo que disser poderá ser usado contra você
No fim, a vida não é sobre quantas pessoas estão seguindo o mesmo caminho que você… é sobre a direção que você escolhe trilhar, com consciência, verdade e paz no coração
Tem coisas, e pessoas que nos desgastam tanto que, quando percebemos, já viraram um ciclo de repetições.
Batem, insistem, fazem a gente abrir a porta… mas, quando a gente abre, não permanecem, não cuidam, não fazem questão.
E esse movimento cansa.
Cansa a ponto de tirar a vontade de reagir, de falar, de tentar de novo.
A gente vai perdendo o interesse, a motivação…
e, quase sem perceber, escolhe o silêncio, se afasta, fecha um pouco mais a porta por dentro.
Não é frieza, nem falta de sentimento.
É excesso de desgaste.
É o corpo e a alma entendendo que nem toda insistência merece acesso,
e que insistir em certos ciclos dói mais do que soltar.
Então nasce o medo de abrir de novo…
mas junto com ele, nasce também algo importante: o cuidado.
Porque, às vezes, abrir mão não é desistir
é, finalmente, se escolher.
Julgar sem conhecer os bastidores é fácil. Só Deus conhece o íntimo das pessoas e as consequências das escolhas de cada um. Usar a dor como palanque político é desumano.
Janice F. Rocha
A fé me ensina que não estou no mundo para esperar o que as pessoas podem me dar, mas para oferecer o que Jesus já colocou em mim.
Amor, cuidado, palavras que levantam, gestos que curam…porque quem dá com o coração nunca fica vazio, sempre é preenchido pelo próprio Deus.
Existem pessoas que ferem e traem, mas ao invés de se arrependerem, preferem vestir a máscara de vítimas. São capazes de distorcer a verdade e tentar convencer o mundo de que você é o culpado da dor que elas mesmas causaram. Mas a mentira nunca terá a última palavra, porque a verdade sempre encontra o seu caminho.
As pessoas estão sendo enganadas pela falsa aparência de justiça.
Estão cegas diante da mentira que grita, sem perceber que só a verdade de Deus permanece.
Muitas pessoas vivem sustentando relações que as consomem, acreditando que amar é suportar, que ceder é sinônimo de fidelidade e que o perdão constante é prova de fé. Mas há um limite entre o amor que cura e o amor que adoece.
Os anos que já se foram guardaram suas alegrias e dores, levaram consigo pessoas, lugares e versões de mim mesma que já não existem.
Hoje, restam-me os anos que ainda posso florescer e isso me basta.
A pessoa pode até enganar o teu coração, mas não por muito tempo. Pessoas românticas são pessoas fortes e se refazem com mais facilidade porque são o próprio amor, acreditam nele e só permanecem ao lado delas pessoas verdadeiras.
"Há pessoas que mentem tanto, e de tal forma, que no meio de suas muitas mentiras, às vezes, até escapam algumas poucas verdades..."
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…
De tanto morrer a prestação.
Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.
A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…
E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.
Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.
Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.
Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.
