Mensagens para Filhos
A felicidade e os sorrisos que vocês estampam espontaneamente, é o retrato mais belo e perfeito sem retoque.
As preciosidades mais valiosas que guardo são invisíveis aos olhos, mas palpáveis ao espírito, eles residem nos sorrisos e no brilho dos olhos dos meus filhos, em suas pequenas vitórias e nos momentos compartilhados de brincadeiras e risos.
A felicidade que irradiam enriquece-me, preenche-me.
Sou grata por ser agraciada com os tesouros mais preciosos e duradouros que
Deus me concedeu.
"O que é bom já nasce feito, o que é ruim também!
-Então, tudo que os pais transmitem aos filhos é a Genética!"
✫Haredita Angel
"Um dia a gente aprende que filho não se faz a nossa imagem e semelhança.
Eles são o que são!"
☆Haredita Angel
"Não é dado à nenhum filho,
o direito de pedir prestação
de contas aos seus pais.
Este direito é apenas e tão somente, de Deus!"
☆Haredita Angel
"E, não cobre do seu filho o que você negou à sua mãe: carinho, respeito, amizade, obediência...
-Isso é corrupção de valores!
-Isso é desvio conduta!
-Isso é hipocrisia!
-Isso é imoral!"
☆Haredita Angel 💋
"Ter um filho é muito cansativo.
São noites mal-dormidas, dificuldade na hora de impor limites.
Educar não é tarefa fácil...
Mas, aquele sorriso lindo...
Aquele abraço inocente...
Aquele carinho compensa tudo!.
Até o sofrimento de vê-lo crescer.
☆Haredita Angel
" Filha(o), quando eu não estiver mais aqui,
não precisa lembrar de mim, nem colocar
meu retrato na parede.
- Ao meu espírito bastará saber que:
- Ninguém, ninguém... falar-te-á
um EU TE AMO, como eu!"
☆Haredita Angel
Os espiritualistas falam que todo o planejamento de uma vida, se dá no plano espiritual.
Mas, eu estou planejando desde já.
Desejo ser mãe de cinco filhos e criá-los ao vennnnnto!
Quero ver se assim me acerto como mãe!
☆Haredita Angel - 07.10.2015
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A cultura atual, caracterizada por uma abordagem utilitarista, capitalista e egoísta, está influenciando as pessoas a hesitarem em ter filhos, enfatizando apenas os desafios financeiros, parentais, emocionais, profissionais, educacionais e sociais associados à parentalidade. Além disso, há uma preocupação com a falta de garantias de apoio na velhice e a incerteza sobre a verdadeira contribuição dos filhos para a sociedade.
Tudo isso contribui para a crescente preferência por ter animais de estimação, uma vez que as responsabilidades são menores do que filhos, proporcionando companhia e afeto sem a complexidade da criação de uma criança. Os custos são relativamente menores, há mais tempo para focar na carreira, e, sobretudo, os animais são mais passivos.
Às vezes, a busca incessante pelos motivos que nos trouxeram ao mundo cria um abismo entre pais e filhos.
As expectativas pré-natais dos pais e os projetos que envolvem a criança podem exercer pressão sobre ela, afetando seu desenvolvimento e bem-estar ao longo da vida.
A autoridade parental, fundamentada no pátrio poder, não se limita a bons exemplos; estes, por si só, não asseguram uma educação completa, e eventuais discrepâncias comportamentais dos pais não a diminuem.
A importância da reciprocidade nas relações familiares é evidenciada, reservando-se o apoio incondicional aos filhos pequenos, ao passo que, à medida que amadurecem, espera-se uma atitude correspondente.
Ser excessivamente condescendente, dando presentes ou realizando todas as tarefas pelos filhos sem que estes retribuam, não é salutar.
É essencial fortalecer os vínculos familiares e fomentar a gratidão, instruindo os filhos acerca da importância dos laços familiares e das obrigações mútuas.
O suporte não pode ser unidirecional; deve ser condicional e recíproco, e os pais têm o direito de demandar tal comportamento sem hesitação.
Para uma educação eficaz das crianças, é imprescindível dispor de ferramentas apropriadas, como o diálogo, que fomenta a reflexão e o entendimento. Na ausência de resultados satisfatórios por meio do diálogo, torna-se imprescindível recorrer à imposição de limites.
Além disso, a habilidade de ajustar abordagens para corrigir rotas de comportamentos inadequados assume um papel fundamental no desenvolvimento saudável dos jovens.
Quando uma criança demonstra comportamentos desviantes, como agressividade ou brigas constantes com irmãos, alguns pais tendem a recorrer desnecessariamente à terapia.
Entretanto, é importante salientar que a intervenção psicológica é indicada especificamente para casos de transtornos mentais, não sendo apropriada para situações em que os pais enfrentam dificuldades em educar e estabelecer limites para seus filhos.
Além de instruir competências socioemocionais, como estabelecer limites e demonstrar amor, os pais desempenham um papel fundamental na formação moral e ética dos filhos.
Eles são os primeiros educadores e modelos de comportamento, influenciando diretamente no desenvolvimento emocional e social das crianças.
Já a escola, não apenas transmite conhecimentos acadêmicos, mas também promove o desenvolvimento integral dos alunos.
Isso inclui a promoção da autonomia, da criatividade, do pensamento crítico e da convivência democrática, preparando os estudantes para lidar com os desafios do mundo contemporâneo.
Assim, a educação socioemocional e o cultivo do amor não apenas complementam os objetivos da escola, mas são pilares essenciais para um processo educacional verdadeiramente completo e enriquecedor.
Quando pais e escola trabalham juntos, oferecendo um ambiente de aprendizado e convivência positivo, os alunos têm mais chances de alcançar seu pleno potencial e se tornarem cidadãos responsáveis e conscientes.
Os pais têm o poder de decidir sobre a mudança das regras, enquanto a escuta requer respeito, não desafio. Seguir regras é parte natural da vida e não prejudica.
Teorias progressistas da psicologia e da pedagogia propuseram limitar a voz dos pais e ampliar a dos filhos. Agora, diante dos vendavais contemporâneos que assolam a nova geração, a culpa é só dos pais?
