Mensagens Filosóficas

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⁠Preenche todas as tuas horas! Se tomares nas mãos o dia de hoje conseguirás depender menos do dia de amanhã.

Inserida por fernando_cesar_4

⁠⁠O único porto onde pode abrigar-se esta vida agitada e conturbada está em saber desprezar as casualidades, em mantermo-nos firmes, em estar preparados para receber em pleno peito os golpes da fortuna sem nos encolhermos nem virarmos as costas.

Inserida por fernando_cesar_4

⁠Não imagines nunca que poderá proteger-te com armas dadas pela fortuna; luta, isso sim, com as tuas.
A fortuna não fornece a ninguém meios de defesa contra ela própria.
Por isso é que os homens estão bem defendidos contra os inimigos, mas se veem inermes perante a fortuna.

Inserida por fernando_cesar_4

Quando um homem não sabe a qual porto ele está indo, nenhum vento é o vento certo.

Sêneca
Cartas de um estoico, volume II. São Paulo: Montecristo Editora, 2017.

Nota: Trecho da carta 71 (LXXI), Sobre o bem supremo.

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Inserida por pensador

⁠O sábio, porém, não se sente menosprezado por ninguém, conhece sua grandeza e afirma para si mesmo que ninguém tem poder sobre ele.

Sêneca
Sobre a brevidade da vida / Sobre a firmeza do sábio. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

Nota: Trecho da carta Sobre a firmeza do sábio.

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Inserida por Ketteiteki

⁠O que torna longa sua vida [do sábio] é a concentração de todos os tempos em um único.

Sêneca
Sobre a brevidade da vida / Sobre a firmeza do sábio. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

Nota: Trecho da carta Sobre a brevidade da vida.

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Inserida por MalonLogico

⁠Eu estava despreparado quando a Fortuna me desferiu o golpe repentino. Agora é a hora de você refletir, não apenas que todas as coisas são mortais, mas também que sua mortalidade não está sujeita a nenhuma lei fixa. O que quer que possa acontecer a qualquer momento, pode acontecer hoje.

Sêneca

Nota: Trecho da carta LXIII, Sobre sofrimento por amigos perdidos.

Inserida por fernando_cesar_4

Deve-se dar à alma algum descanso. Repousando, ela se torna mais atilada para a ação.

Sêneca
Da tranquilidade da alma. In: Da vida retirada; Da tranquilidade da alma; Da felicidade. Porto Alegre: L&PM, 2011.
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Inserida por pensador

Assim como não se deve exigir demais dos campos férteis, porque uma fertilidade nunca interrompida os esgotaria, também o trabalho contínuo abate o ímpeto das almas, cujas forças se recuperariam com um pouco de descanso e de distração. Quando o esforço é demais, ele transmite à mente certo esgotamento e frouxidão.

Sêneca
Da tranquilidade da alma. In: Da vida retirada; Da tranquilidade da alma; Da felicidade. Porto Alegre: L&PM, 2011.
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Inserida por pensador

Se alguém disser que navegar é ótimo, mas, em seguida, advertir que não se deve fazê-lo por águas onde são frequentes os naufrágios e nas quais as tempestades desorientam os pilotos, concluo que esse indivíduo me aconselha a não enfrentar o mar, por mais que louve a navegação.

Sêneca
Da vida retirada. In: Da vida retirada; Da tranquilidade da alma; Da felicidade. Porto Alegre: L&PM, 2011.
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Inserida por pensador

⁠Mas como um homem pode aprender, na luta contra seus vícios, uma quantia suficiente, se o tempo que ele dedica a aprender é apenas a sobra deixada por seus vícios?

Inserida por DanielAlbachVerga

⁠Mortal você nasceu; mortais você dá à luz. Não se surpreenda com nada, espere tudo.

Sêneca
Botton, Alain de. As consolações da filosofia. Porto Alegre: L&PM, 2021.
Inserida por Ketteiteki

Vamos preparar nossas mentes como se tivéssemos chegado ao fim da vida. Não adiamos nada. Vamos equilibrar os livros da vida todos os dias (…) Quem dá os retoques finais em sua vida todos os dias nunca fica com pouco tempo.

Sêneca

Nota: Trecho da carta 101 (CI), Sobre a futilidade do planejamento prévio.

Inserida por BAObino

⁠Ninguém tem o direito de desenhar para si mesmo seu futuro. Aquilo que nós seguramos desliza através de nossas mãos, e a sorte nos corta exatamente na hora que estamos com estoque cheio.

Sêneca
Cartas de um estoico, volume III. São Paulo, SP: Montecristo Editora, 2017.

Nota: Trecho da carta 101 (CI), Sobre a futilidade do planejamento prévio.

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Inserida por pensador

⁠A maior falha na vida é que é sempre imperfeita e que uma certa parte dela é adiada. Aquele que diariamente coloca os toques finais de sua vida nunca está com falta de tempo.

Sêneca
Cartas de um estoico, volume III. São Paulo, SP: Montecristo Editora, 2017.

Nota: Trecho da carta 101 (CI), Sobre a futilidade do planejamento prévio.

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Inserida por pensador

⁠O ponto é, não quão longamente você viva, mas quão nobremente você viva. E, muitas vezes, essa vida nobre significa que você não pode viver por muito tempo.

Sêneca
Cartas de um estoico, volume III. São Paulo, SP: Montecristo Editora, 2017.

Nota: Trecho da carta 101 (CI), Sobre a futilidade do planejamento prévio.

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Inserida por pensador

⁠Você nunca precisa acreditar que qualquer pessoa que dependa da felicidade esteja feliz!

Sêneca
Cartas de um estoico, volume III. São Paulo, SP: Montecristo Editora, 2017.

Nota: Trecho da carta XCVIII (98), Sobre a inconstância da fortuna.

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Inserida por pensador

⁠A liberdade não pode ser gratuita. Se você definir um alto valor para a liberdade, você deve definir um valor baixo em tudo o resto.

Sêneca
Cartas de um estoico: volume III. São Paulo: Montecristo, 2017.

Nota: Trecho da carta CIV (104), Sobre o cuidado com a saúde e a paz mental.

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Inserida por pensador

⁠Até que tenhamos começado a viver sem elas, não conseguimos perceber o quão desnecessárias muitas coisas são. Nós vinhamos usando-as não porque precisávamos delas, mas porque as tínhamos.

Inserida por AeonV

⁠De uma choupana pode sair um grande homem, num pobre corpo disforme e franzino pode morar uma alma grande e bela.

Sêneca

Nota: Trecho da carta LXVI (66), Sobre vários aspectos da virtude.

Inserida por BarrosFlavia