Mensagens Engraçadas de Amor
Não existe uma idade certa, tempo certo, local certo,
o que tem de existir é amor verdadeiro para não desistir
de quem você ama.
Trocar tudo por amor é fácil. Difícil é quando trocam o seu amor por outro. Ai, o tudo que você trocou virou nada. E a única coisa que restou foi apenas um vazio.
🌿Morada
Que o amor volte a ser morada,
que minha palavra volte a ser ponte,
que meus passos voltem a ser firmes.
Que meu coração, antes campo de batalha,
agora seja jardim.
Que minha alma, antes ferida,
agora seja amanhecer.
E que toda energia que não me pertence
retorne para o tempo de onde veio,
para que eu siga leve, inteira, desperta.
Assim é,
assim será.
E assim se cura.
Eu não me deixo tocar sem amor.
O prazer sem sentimento é vazio.
Quando há entrega verdadeira, tudo ganha sentido.
E eu não uso o sentimento de ninguém
para me sentir viva.
O caráter de uma pessoa deve definir o lugar que ela ocupa na sua vida.
Não é o amor que você sente por alguém que determina esse lugar, e sim o caráter dessa pessoa.
Pessoas de bom caráter somam; pessoas de mau caráter sugam.
Por isso, quando você identificar alguém com bons valores, cuide, valorize, cultive essa relação, porque muitas vezes só percebemos o quanto ela era importante depois que perdemos.
Já quando perceber que a outra pessoa não presta, tire-a da sua vida antes que isso lhe custe caro demais.
O caráter de uma pessoa deve definir o lugar que ela ocupa na sua vida.
Não é o amor que você sente por alguém que determina esse lugar, e sim o caráter dessa pessoa.
Pessoas de bom caráter somam; pessoas de mau caráter sugam.
A cruz foi elo que me ligou a Cristo, ninguém faria o que Ele fez. Entregou-se a morte por amor a humanidade e até mesmo daqueles que diziam crucifique-o.
O amor é como uma chama que pode se apagar, mas também pode ser reacendida. Busque dentro de si e encontre novamente essa chama que um dia ardeu em seu coração.
Ódio e amor possuem uma relação de coexistência que não podem ser evitadas, são como as duas faces de uma mesma moeda.
Tornou-se o amor um fardo de ofício,
Qual pauta vã de lidas rotineiras,
Onde as almas, em horas passageiras,
Cobram o afeto como um sacrifício.
Mandamos, pois, a conta da saudade,
Como se o bem-querer fosse tributo,
E o coração, mendigo resoluto,
Rogue por parca reciprocidade.
Lembrar ao outro a própria existência
É triste laborar, pesar profundo;
Rogar uma migalha neste mundo
É dizimar do orgulho a decência.
Mas, ah! Se o dom não nasce da vontade,
E o sentimento exige vil cobrança,
É vão nutrir do amor a esperança;
O afeto imposto é mera falsidade.
Rasgo, portanto, a conta da ilusão,
Não sou credor de afeto ou de favor;
Se não for livre e dado com ardor,
Dispenso a esmola de outro coração.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Como um mendigo que lamenta e chora.
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Não há decreto que o faça mais doce.
Se o bem-querer não nasce por vontade,
Qualquer esforço é pura falsidade.
Rasgo, portanto, as folhas da ilusão,
Não sou o banco de outro coração!
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando afeto como vulgaridade. "Dai-me atenção", o peito assim implora,
Lembrando ao outro que ainda estamos vivos.
Mas tal súplica torna os amantes cativos,
Rogando carinho, suplicando clemência —
É o triste fim de toda a inocência. Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
AMOR PROPRIO
Amar só pode ser: desgarrar do "amor", e alçar voo pra outros cantos
E conhecer um mundo de encantos que não posso conter em mim.
Se fomos feitos pra voar, por que não o faze-lo?
Se o amor primeiro esta' nesta finalidade, fim.
Por que trancafiar-se em prol do cantar?..
Este amor e' egoísta! Querendo o canto,
Poe fim ao encanto, pois não se voa
Onde o choro molha as asas no mesmo tanto.
A perder-me de ti, e' crucial o resgate de mim.
Doce encanto de quem descobre de um pouco
Que não se tem por viver; o espirito a padecer.
Ate' que um dia... ah!.. um dia esse coração oco...
poeta_sabedoro
"Se ódio 'e o que sente agora, então ore para que venha o amor.
O tempo... ah!. O tempo sempre e' o melhor professor."
"Amor e' uma viagem que não se vive só, mas quando se vive e' amor próprio. Não se vive amor se não antes tenha vivido o próprio."
UTOPIA
Amor sem sal, num saleiro insosso
Sufoco d'alma, suspiro sem vida.
Amizade tal qual sem vinda nem ida.
Presença desbotada, sem endosso.
Ah, bem querer, mal querer; funciona!
Transporte-me para um oásis de luz.
Afasta-me deste abismo que nada reluz.
Leva-me pro céu que tudo vem 'a tona!
La' o amor e' pleno e sem medidas
Não há contagem de tempo vital.
No céu tudo e' verdade e formal.
Afinal, viver lá nas nuvens contidas!
poeta_sabedoro
AMOR MALOGRADO
Tu que lançares-te ao amor, lançaras-te ao mar
Tu levaste sol aos vales encantados do amor,
Bem sabes tu que o amor cria um espaço sonar,
Na frequência do amor não há rusga, estridor.
E no instante que a massa prima torna sintoma
O amor; este mesmo amor se reveste do torpor.
Se vem em demasia dor e' paixão que o toma.
O amor e' silente e chega como vento arpoador.
Não se sabe quando e como se deu o malogro
No amor tudo e' levado por primorosa afeição,
Num duelo transloucado, quem sacou "el logro"?
Quem pendeu-se a saber do baile no coração?
poeta_sabedoro
