Mensagens de uma Querida Mae de Luto

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Querida, no fim o amor é... o que nos faz ver a vida de outra cor e, ultimamente, você só tem visto tudo preto.

Ó querida estou de volta,
venho-te um abraço dar;
Enxuga teus lindos olhos
se minha que eu sei-te amar.

A luxúria é como a avareza: aumenta a sua própria sede com a aquisição de tesouros.

A indiferença ou apatia que em muitos é prova de estupidez pode ser em alguns o produto de profunda sapiência.

A maioria das mulheres quase não têm princípios: conduzem-se pelo coração e, quanto aos seus costumes, dependem daqueles a quem amam.

As coisas maiores só devem ser ditas com simplicidade; a ênfase estraga-as. As menores precisam de ser ditas com solenidade; elas só se sustentam pelo modo de expressão, pela atitude e pelo tom.

Onde intervêm o favor e as doações abatem-se os obstáculos e desfazem-se as dificuldades.

Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito frequentemente de falar demais: máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.

Agrada-nos o homem sincero, porque nos poupa o trabalho de o estudarmos para o conhecermos.

As amoras

O meu país sabe às amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.

Eugénio de Andrade
O Outro Nome da Terra

Os homens de pouca inteligência não sabem encarecer a própria capacidade sem rebaixar a dos outros.

Faço dizer aos outros aquilo que não posso dizer tão bem, quer por debilidade da minha linguagem, quer por fraqueza dos meus sentidos.

Pouca ou nenhuma vez se realiza com a ambição coisa que não prejudique terceiros.

Todos os homens são bestas; os príncipes são bestas que não estão atreladas.

É preciso rirmos antes de sermos felizes, sob pena de morrermos antes de ter rido.

O nosso amor-próprio exalta-se mais na solidão: a sociedade reprime-o pelas contradições que lhe opõe.

É preciso que um autor receba com igual modéstia os elogios e as críticas que se fazem às suas obras.

Existem pais estranhos, dos quais a vida inteira não parece ocupada senão em preparar razões para os filhos se consolarem pela morte deles.

Desejamos fazer toda a felicidade, ou, não sendo isso possível, toda a infelicidade daqueles a quem amamos.

Há muita gente que, assim como o eco, repete as palavras sem lhes compreender o sentido.