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Mensagens de Saudades Eternas

Cerca de 9818 mensagens de Saudades Eternas

⁠Numa estrada
da memória
parei para comer
um Pastel
com Caldo de Cana
na mão do Beiradeiro,
Pois tive que seguir
adiante o dia inteiro
por este pedaço de chão
do meu "Brasil Brasileiro".

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Noite estrelada e de Lua
nas Pequenas Antilhas,
paira a memória garifuna
e no seu coração sou tua.

Na embarcação do peito
Ronde é o endereço
que fica em Granada onde
eu me acho e me perco.

Por sutil enredo te coloquei
nos sonetários das Américas
para ser habitante do seu peito.

E assim em silêncio tu abres
as portas da tua fortaleza interior
para me receber com todo o amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Balança a cortina de renda
toda feita da memória
e do Algodão de uma história
nas Pequenas Antilhas.

Na bela Petit Tobago
onde a Maior ave-do-paraíso
foi levada para encontrar
abrigo é sem dúvida santuário.

Minha imaginação para lá
voa e navega contigo
porque no final somos o destino.

Do jeito que você me quer
é exatamente que preciso,
por dentro o caminho foi escolhido.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sei de uns noivos que
não tiveram sorte na vida,
ali foi registrada
a memória numa ilha.

Na Ilha dos Noivos,
na tua companhia,
não serei surpreendida
e verei que o mundo gira.

Nenhuma superstição
nos pertence e só o quê
é de desígnio na imensidão.

Confio o nosso destino
ao Senhor do Universo
porque foi por Ele escrito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nas águas da memória os olhos
da mente leem ilha de Meiembipe,
Nas águas recentes é conhecida
por Ilha de Santa Catarina.

A história precisa ser contada
para que não seja apagada,
Vou deixando o Atlântico Sul
dando a direção até alcançar.

Com você e na vida eu sei onde
chegar sem precisar me exaltar,
nasci herdeira e conheço este mar.

As cartas e as regras sou eu
quem as dou e escrevo,
sei quem sou e o quê mereço.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠memória revisitada no barco
de pesca artesanal nas ondas
em plena Ilha dos Negros
enquanto liberto os medos

de como será o futuro
na heróica Baía do Babitonga
que o tempo nem conta
de tudo o quê o mangue suporta

de tudo o quê coração
precisa para a bater
e a gente continuar a viver

nas mãos a rede está
para capturar no teu olhar
indelével o mar de amor inabalável

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A tua memória tem agido
como buscando o ninho
na Ilha do Xavier haverá
de ser por mim e assim será.

Leio isso na dimensão
do meu Atlântico Sul,
pleno desta Pátria Austral,
num rito jamais visto igual.

Em ti a minha existência
habitante tem escrito
o seu secreto romance.

Espiando-me no buraco
da fechadura os teus olhos
meninos de amor têm inundado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A algazarra das araras
na memória do nome do rio
nem mesmo o tempo
apagou como foi escrito.

Os tempos mudaram
e ainda insisto na recusa
pela última dança
nas correntezas do destino:

O quê falaram ou faltaram
está ali tudo o quê pode ser visto.

A ginga que levou continua
a mesma de barco de pesca
que dança no rio ou no mar,
Por isso vou por onde desemboca,
encontra e naquilo que toca
e a esperança ninguém sufoca
e tem a grandeza do Atlântico Sul:

(Carrego o quê há ora verde e ora azul
do Rio Araranguá do Extremo Sul).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Cidade de Rodeio iluminada
pela Lua Quarto Crescente
que põe na memória os festejos
da ancestralidade e dos Santos
do mês de junho que celebra
a fé e os sabores do Brasil profundo
que ainda carrega no peito,
com a poesia e os pés na terra,
Assim sigo com os meus
sonhos que dizem que é coisa de poeta
com alma abraçada pela beleza
do infinito Médio Vale do Itajaí.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A memória de um tempo
como Caipora correndo
veloz e solto na mata
para desatar os nós
que os homens criaram,
Dá para perceber
que não não aprenderam
nada e que não desejam
nem nunca aprender,
Para não perder o brio
sigo o curso indicado pelo rio.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Persiste o rastro deste amor sofrido,

A tua voz pairando na memória

Sempre me tranquiliza;

Mesmo no meio da noite surgida,

Ela vem me cobrir de todo o (frio).



A lembrança das horas é o destino

A reavivar o tempo que nos amamos;

A minha fé sempre me reanima,

A ternura redesenha o novo caminho.



O brilho trêmulo das estrelas sinalizam,

Para que tu nunca emudeças de mim,

Que ainda há o vestígios desse amor

Fulgurante, cálido e perfumado;

Como o aroma das rosas que plantamos,

Neste nosso canteiro cultivado por anos.



A intensidade deste beijo jerez,

A bondade que me conquistou,

A carícia que você me fez,

A tua loucura você me entregou.



O infinito sempre nos consola,

Somos artesãos da nossa vida,

Médicos especialistas para curar

Toda e qualquer indiferença;

Escolhemos nos (amar)...



Tece quem se entrega,

Cura todo aquele que ama,

O amor cura com o tempo,

Quem ama não engana,

E jamais se engana;

O amor é puro

Poema aberto a todo momento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho na memória guardada,

Não há mais como dizer,

Talvez esteja sepultada,

Em terra longínqua,

Hei de um dia te contar,

Fizeram a gente esquecer,

Não é possível sequer falar.





Este poema é impublicável,

Mas é inevitável...

Ele fala de sobrevida,

Ele fala da Morte,

E da vida além da Morte.



Abraçando a lembrança,

Não há mais esperança,

Ylang-ylang é o teu perfume no ar,

Serena musa, não sei onde estás,

Talvez um dia você vai voltar,

Talvez pobre de você,

Algum dia o destino irá mostrar.





Esse poema não presta,

Eu deveria atirá-lo no lixo,

Ele não deu a cara a tapa,

Filho de alma covarde,

É quase uma denúncia...

Os ares e ‘as flores de abril’,

Uma música de Chico Buarque,

A imagem da mulher esfumaçada,

Talvez esteja desfigurada,

Teve a imagem desaparecida,

E alma roubada,

Não quero falar sobre mais nada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A rua acima
da minha rua
é o endereço
da memória
do amor de
muita gente
que migrou
para o infinito.

E todos nós
nos divertindo
com a tragédia
de quem não
nos entende,
e se colocou
num mundo
em guerra por
ignorar que
viver significa
fazer o bem
sem ver a quem.

Da rua acima
da minha rua
não olhamos
só para trás
e para quem
longe se foi,
Em noites
mui escuras
ali sempre
contemplamos
a luz da Lua.

Os que vão
contra o oculto
e o destino
são todos
os que creem
na vida curta,
nem no verdor
e no balanço
das árvores
poemas não leem.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Vai precisar de muita arte mesmo para apagar da memória que todo o dia passamos por um ridículo diferente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poema primogênito,
eco gutural ao vento,
da guitarra o lamento
de todo o mês feito
de memória e de mar.

Da memória nunca
vai apagar porque
não faz pacto
de rendição:
a vida ensinou
do que é justo não
se deve abrir mão.

A Bolívia e o Chile
continuam sem
o mar e com a tal
lei longueira que
não permite o povo
na vida se emancipar,
a história ainda não
voltou ao seu lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠LXXXIV

Tua gente veio
e o destino fundou,
a tirolesa cruzou
o céu da memória
que foi com amor
foi feita a História.

O sino da Matriz
a manhã brinda,
não deixa esquecer
que a herança de fé
é a coisa mais linda.

Tua gente cruzou
um Oceano inteiro,
o acorde na gaita
do tempo tocou:
tudo nesta terra
cada um superou.

O passo do teu
lindo folk trentino
ninguém parou,
em nós e aqui
mora a esperança.

Tua gente semeia
com boa vontade
e colhe com a bênção
das matas serenas,
não teme desafios
e faz a vida valer a pena.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No teu pensamento
as pétalas da tulipa
levadas pelo vento.

Na memória a duna
ondulante no deserto
em noite profunda.

No céu de açúcar
a Lua que foi partida
e em silêncio ensina.

Há pessoas íntimas
que viram estranhas
pelas artes e poesias.

No teu peito a chama
repleta de fortaleza
e com cartas na mesa.

Há pessoas estranhas
que viram íntimas
pelas poesias e danças.

No teu peito a chaga
aberta que não fecha
e o tempo que não volta.

No Forte Marechal Luz
a visão do Pavilhão Nacional,
da pedra fundamental
e no coração o teu país.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A memória não foi
apagada de toda
a estupidez envenenada,
A espatódea nunca foi
a verdadeira culpada,
A abelha pousa nela
se quiser,
Da sua estupidez só
se salva quem puder.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Dos quadrantes
de paz criados
pelo General
preso injustamente
da memória
nem o tempo
jamais há de apagar,...
Por causa de um
inimigo invisível
que aos poucos
o nosso povo
está tendo
que se recolher,
Ninguém sabe
ao certo o quê
vai acontecer;
Não admitindo
que a infante
foi levada
dos braços
do Vale da Utopia,
eu sou a cara
deste protesto,...
Em marcha
automática
rumo à liberdade
com os olhos
fixos na Lua,
No afã de se
refugiar daquilo
que nos tortura
de maneira
imparável
que vem nos
governando,
fechando
fronteiras,
aplaudindo bloqueios
_depois de nunca
ter do povo
cuidado direito
como tinha que ser.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Arte é o que diferencia memória e esquecimento. Arte é nossa alma perene, nosso único fragmento Imortal. Enquanto houver Arte, os parasitas estarão em perigo. Onde a Arte triunfar, estaremos imunes aos vermes.

Inserida por michelfm