Mensagens de reflexão sobre a Natureza

Cerca de 8865 mensagens reflexão Mensagens de sobre a Natureza

⁠Bem aventurado os que respeitam a "mãe terra ". Preserve, defenda, denuncie!

Inserida por celinamissura

⁠A preocupação com o meio ambiente demonstra quão humanos e sensíveis somos em relação à vida.

Inserida por celinamissura

Jamais emPodera

Tudo o que Deus criou o homen jamais poderá tomar posse..
Vemos a água.. coloque em suas mãos, feche-as e tire suas conclusões.

Inserida por RodolfoNeuton92

Enquanto andava na praia, fui materializando Deus através do meu pensamento:

As ondas do mar... eram Deus.

No céu escuro, as estrelas... eram Deus.

Com os pés na areia - vida... era Deus.

A brisa do vento suave... era Deus.

A dádiva foi grande ao distinguir Deus em tudo que é simples, belo e gratuito.

Inserida por walaguia

⁠Vibre com a beleza da flor,com o agradável frescor da manhã, com o sol que nasce ainda cálido,acariciando as primeiras horas do dia. Não deixe de observar, de se encantar com a natureza ao redor, que tudo tem para extasiar, nos dando de graça todos os dias incomparáveis espetáculos dignos de se olhar.

Inserida por MirnaRosa

⁠"A maioria das pessoas vivem em uma eterna propaganda, demonstrando o que não são e omitindo sua verdadeira natureza"

Inserida por Luizdavi

⁠"Aquele que busca a vida eterna por suas virtudes e seus méritos não reconhece sua própria natureza e nem a natureza de quem o criou"

Inserida por Luizdavi

⁠Em uma casinha de taipa, uma garota corre feliz,
E, rajado de som, o silêncio é interrompido em uma pausa feroz.
O céu celeste, em rosa, se transforma, e o som vem, cheio de sentido e coração.
A menina, que corre, é uma senhora em um campo no outono,
Sem uma casa, mas com uma lagoa entre pássaros.
O céu rosa é celeste, e o som, mais feroz, vem à tona.
Embora o correr da menina senhora sinta falta,
O bem te vi voa, voa, em um quintal entre risos

Inserida por gildersonsantos

Quando ⁠você pensar em dinheiro, automaticamente pensará em dívidas e compras.
Quando você pensar em sentidos, verá que a natureza é gratis.

Inserida por Delamandra

Solidária, solidária, são as galinhas...quando uma bota, fica feliz, em coro todas catam ... cocorocó...

Inserida por nereualves

Penso que, a coisa mais importante do mundo é Ovo! Quase tudo vai Ovos! O que será do mundo se as galinhas (vamos considerar todas as aves) deixar de botar? Os Ovos é tipo de uma liga, se não tem, não liga... Ai, os Ovos da minha vida e da minha liga....

Inserida por nereualves

Abri as janelas de casa e logo entrou o cheiro de DEUS, que impregnou-me com o melhor perfume que exite sobre terra...

Inserida por nereualves

⁠A chuva derrama em as lágrimas do mundo desde o pecado, e o oceano guarda as lágrimas de Deus desde o dilúvio. Pois há um segredo escondido de baixo de tanto amor.

Inserida por rafaelrfigueiredo

⁠O céu de Tupã
já não é mais o mesmo.
Morrem as florestas...
Olhamos a esmo,
Estragos causados
Por devastação.
Adeus, ,passarinhos,
Adeus, fauna e flora!
Toda a natureza
Emudece... Chora!
Preço muito alto,
O da evolução.

Inserida por mariadosocorrodoming

⁠O mais passarinho de todos

O mais passarinho de todos soprou o vento,
e o pardal achou onde ficar.
Até a andorinha, sem mapa nos olhos,
desaprendeu a se perder.

O mais passarinho de todos bordou os rios,
escreveu caminhos sem pressa.
Fez o tempo andar de pés descalços
e me ensinou a brincar de novo.

O mais passarinho de todos acendeu as folhas de verde,
e o chão se ajoelhou em raiz.
Até as pedras, duras de silêncio,
aprenderam a escutar o orvalho.

O mais passarinho de todos desfez a distância do céu.
Coube no voo, na seiva, no barro,
e até na palavra que eu não sei dizer.
Eu, pássaro de asa murcha,
com sua ajuda, encontrei pouso.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Deságua

Sou rio, mas não mando em mim.
Nasço tímido entre pedras,
um fio d’água sem dono.
Aprendo cedo a correr,
a buscar o mar sem perguntar.

As pedras me ensinam desvios.
As margens me lembram limites.
Aceito ser água que passa,
que abraça, que perde e que segue.

Se um dia seco, o barro me guarda.
Se transbordo, o mundo me teme.
Mas a vida não me espera—
ela deságua mesmo quando eu já não estou.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Não culpe os ventos; são eles que possibilitam a contínua dança das flores. A chuva, além de lavar o ar e reviver o chão, é água que conta história. O escoamento das águas, sempre ignorado, é como o leito de um rio que sonha. E o luar, esse é o poeta dos mares, que escreve versos nas marés e determina suas próprias beiras e bordas. A natureza é fúria e afeto, início e fim. Importante para nós é aprender a viver em harmonia com os segredos das árvores e das pedras, pois quando o assunto é o meio ambiente, a única opção além de coexistir é desaparecer.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Fotossíntese

Assim que a vida floresce, dissipa-se a névoa,
Sentimento de raiz, movimento de folha.
Aprofunda-se na terra, água e sais. Embriaga-se e se perde em si.

No tocar dos raios, folha e fruto,
A luz que amadurece o verde,
Alimenta a distância. Clorofila.
As folhas umedecem as margens.
Deixe-as,
Em silêncio, crescendo.

A luz não carrega limites. Transcende e vira sentido. Sacralidade.
Para a savana de herbívoros pastando,
Alimento. Para um rio sem correnteza, Continuidade.

Serve de abrigo nas copas,
Sombra em seus meios.
Em feixes e cores, no desabrigo de Imagens encontra-se o manto verde.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Mundo Azul

Ele caminha devagar na calçada,
como quem mede o peso do dia.
Apressados tropeçam nele,
mas ele nunca tropeça
na pressa do mundo.

Disseram que era estranho,
porque via o mundo por ângulos tortos.
Que culpa tem um espírito sensível,
se a sociedade se crê reta demais
para enxergar a beleza do desvio?

No intervalo entre duas palavras,
ele enxerga um poema inteiro.
No espaço entre um toque e outro,
ele sente tudo o que existe.

A falta de respostas assusta os outros,
mas o silêncio dele não é vácuo: é morada.
Ali dentro, onde poucos chegam,
há um universo à espera de tradução.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠O Silêncio dos Vagalumes

Foram-se os vagalumes,
não por medo da noite,
mas porque sua luz já não cabia
em mãos que desaprenderam o assombro.
Foram-se como preces mudas,
sem rastro, sem vestígio,
levando consigo a infância dos olhos
e a última centelha do espanto.

A cidade caminha sobre sombras,
e os passos ressoam na ausência do que era vivo.
Onde antes um lampejo fugaz
rasgava a pele do escuro,
agora há um breu domesticado,
submisso ao clarão sem alma
das lâmpadas que nunca dormem.

Mas quem sabe, em outra noite,
quando os homens cessarem o peso
sobre as coisas miúdas,
eles voltem.
E, sobre as ruas, redesenhem em claridade
o que o silêncio agora esconde:
o simples milagre
de brilhar sem porquê.

Inserida por Epifaniasurbanas