Mensagens de Mar
Mar sereno
Que me acalma
Traz sua paz
Para minha'lma
Mar sereno que
Me seduz
Sua magia
Me conduz
Mar sereno
Que me encanta
Faz minha vida
Mais pacífica
A moça que eu quero casar
Já falei pra lua declarei pro mar
Que sem você não quero ficar
Você faz parte do meu respirar
É a moça que eu quero casar
Todo mundo ver todo mundo nota
Que você é a panela e eu sou a pipoca
Feito pra se misturar
Eu sou café e você é açúcar Ta na hora de se entregar Não deixe o amor passar Vem ficar juntinho de mim
Agente vai passear no jardim Porque amar é bom
E te querer é o meu dom
Não consigo te dizer não Porque meu coração
Te quer pra sempre
Eu te quero eternamente
Já falei pra lua declarei pro mar
Que sem você não quero ficar
Você faz parte do meu respirar
É a moça que eu quero casar
Poeta Antônio Luis
GUERREIRA VERDADEIRA
quero mergulhar nos teus beijos
dividindo o mesmos desejos
você é meu mar quero navegar
te amando oba
sou pescador de amor
tentei te visgar fui visgado
pelo elo da paixão
você deságua em mim uma louca sedução
é abstrato uma ficção
te chamar de mar
te chamo por que te amo
você é uma guerreira tao verdadeira
É por isso que eu te amo
você é uma guerreira tao verdadeira
É por isso que eu te amo
Antônio Luís Compositor
31/07/2015
VOU ATRAVESSAR O MAR
Eu não preciso muito pra ser feliz
O motivo da minha felicidade é você
É você
Sempre foi você.
No trabalho em casa na escola
Fazendo compras na feira trazendo sacolas
Você vai é vem pra lá e pra cá
Você vai junto no meu pensa
Qualquer obstáculo vou atravessar
Vou atravessar o mar
Só pra te amar.
Eu não preciso muito pra ser feliz
O motivo da minha felicidade é você
É você
Sempre foi você.
Poeta Antonio Luis
“Velejador, não tenhas medo! Eis-me cá, Flácido, o primogênito de Adamastor, regador deste mar de lágrimas.”
Às margens do teu ser.
Meu mar doce,
represá-la?
Não posso.
És livre, mar...
Navegantes?
Só os que permites,
mas
não há ainda quem
te desbrave.
És livre, mar,
de
ondas curvilíneas,
poente de toda luz.
Povoas a mente dos homens,
morada do desejo.
És livre, mar,
a ti, tenho
apenas
um pedido:
Afoga-me.
Meu mar doce,
represa-la?
Não posso.
És livre mar...
Navegantes?
Só os que permitiu,
mas
não há ainda quem
o desbrave.
És livre mar,
de
ondas curvilíneas,
poente de toda luz.
Povoa a mente dos homens,
morada do desejo.
És livre mar,
a ti, tenho
apenas
um pedido.
Afoga-me.
Filho
Olha a pedra
Olha a lua
Olha o mar
Olha lá!
Sua realidade atemporal me pede calma.
Assim, aquieto-me.
Quando olha me ensina a observar.
Quando imagina me ajuda a sonhar.
Mas quando dorme sou eu quem o carrega, agradecido por fazer algo por quem tanto me fez.
"Construí minha casa na areia, desde então deixei de existir. Fui ludibriado pela beleza do mar. Quis tornar o transitório permanente, ter o imponderável todo dia a minha frente. Não cogitei que o mar não aceitasse concorrentes.
Notei que o mar na areia apagou meu passo. E qualquer rabisco ou rastro que faço, num toque das águas desfaço.
O desenho só durou até ser tocado. O castelo se desfez quando foi alcançado. Meu pedido de socorro foi encoberto ao ser encharcado. E nada que não existiu pode ser contado.
No mar é onde hoje jaz o meu legado.
O mar não perdoa ninguém."
“Não há distância para o amor, pois o amor se faz no coexistir. Assim como o mar está para o ser marinho, assim também está o amante para com o ser amado. É nessa relação simbiótica que o amor garante a sua onipresença.”
Há um mar alto, em minha volta!
E ventos tempestuosos, elevam suas águas,
As quais, formam ondas de mágoas,
Qu´eis qu´alma esta, querem ver morta...
E o meu barco, esta-se partindo,
Com estas altas e rugentes ondas.
O meu espírito, se vai com dores consumindo.
Por estas correntes velozes, nestas do mar alto, zonas...
Mas, mas ainda que eu desça ao fundo dos abismos!
Oh tu mar revoltoso e impiedoso!...
E também vós outros arrogantes cataclismos!...
Sabei, sabei, vós, vós: Todos...
Que virá tempo, em que a águas mansas, e porto piedoso,
Morto por vós, mas vencedor, meu barco, ancorará neste porto, mais alto que vós, sois altos.
Eis que o tempo passou…
E o vento, findou…
O mar, já não ruge.
Nem a chuva, mais surge.
Mas só há o bem!
As crianças cantam…
Os pássaros dançam
E a Deus, louvam.
Os meninos e os homens, não choram.
Mas num rio de tranquilas, águas,
Sobre elas, caminham…
Eis que veio, o bem
O rio, já o mal, não tem.
Mas agora, veio a luz.
A dos meninos, pequeninos…
E dos homens e dos leões…
E a que vem, da cruz.
Há paz, para sempre…
Há paz nos corações,
Sem, que mais, haja tempo!...
,
Águas
Eis que me rodeiam águas do mar,
Águas negras, de ondas fortes.
Que me querem afogar,
Com suas imptuosas correntes.
São águas ocidentais e do norte,
Que me querem matar de morte,
Por eu do sul ser.
E a mar mais calmo pertencer!
Mas ficai sabendo,
Vós águas do sul e do norte,
Que ambas vós, não estão em mim poder tendo.
Mas sim águas mais altas que vós,
Águas de vida, sem morte,
Águas mais altas que todos nós!
Joaquim
Joaquim! O vento parou! O mar está sereno...
E nesse teu calmo, mar!
Olha! Olha os peixes, no seu nadar.
E com eles, vai! Sim! Nesse empenho.
Caminha nas águas que correm pr'a norte.
Nao mais, para o sul.
Mas nesse teu rio azul....
Em aguas de paz... segue a vida e deixa a morte...
Mas canta com os peixes, seus belos hinos.
Hinos de amor, sem dor...
Vai nas verdes algas. Nesses caminhos...
Então, vida terás ...
Eterna... eterna. Nesse nosso mar.
O MAR
E a terra lhe disse:
Mar porque me bates,
Com teu modo, esse,
Que de Deus, não tem artes?
Se de Deus ambos somos,
Porque me fazes mal,
Se os dois afinal,
Por ele fomos ordenados?
Ms como estás nele,
Se me fazes guerra,
A mim que sou dele?
Como podes de Deus ser
E a mim terra,
Com tuas ondas, tanto mal fazer?!
a razão
O mar levanta sua voz forte!
A terra clama desde o norte!
O sol levanta seu grande calor!
O homem grita de tanta dor!
As águas tudo destroem...
e os ventos, tudo levam!
Mas o que é isto!? Afinal?
Tudo está no seu final!
Para quem olhar então?
Para perguntar, qual a razão?
Olha para Deus, Jesus Cristo!
E então vencerás tudo isto!
Pois ele está vindo, nesta hora.
Aceita-o sem nenhuma demora!
Meu rio
Sinto paz no meu rio que corre, para o meu mar!
Meu rio é manso, lento no seu ao mar, chegar!...
Corre corre rio, nesse teu tranquilo correr.
Não tenhas medo do mar! Ele não tem poder!
Ondas altas eu vejo, que me querem matar!
Vai, rio, vai! Nesse teu lindo! Lindo andar!
Recebe o vento! Ele já vem do teu norte!
Deixa ele te guiar! Sem medo da morte!
Fortes são os rugidos, desse alto mar!
Mas o teu vento, é forte sem cessar!
Ao mar tu já vais chegar! Calmo sim!
E o vento, ao mar me fez chegar...
Sem medo nenhum do alto mar,
que bem me recebeu, assim!
"Sempre que houver tempo é necessário ouvir a brisa do mar e que o vento seja mais forte para acalmar o brilho das estrelas."
Maré Ancestral
O quilombo é mar aberto,
profundo e vivo
roda acesa de memórias, de tempos:
os ecos dos ancestrais ressoam,
guiando o povo
na maré da história
e da luta contínua que navega mesmo em tempestade.
Nas encruzilhadas das águas,
entre travessias, cantos e tambores,
seguem,
celebrando a vida,
a força do coletivo.
Invisível
No mar de rostos, sou a sombra esquecida, um eco perdido, sem voz, sem vida.
Mas em meu silêncio, encontro a beleza, a força de ser invisível, uma sutileza.
Nas entrelinhas da multidão que passa, eu me escondo, observo sem ser visto.
É nos detalhes que encontro meu encanto, na solidão, sou livre, um ser em pranto.
Não ser notado é uma dádiva secreta, um refúgio para a alma que inquieta.
Pois na quietude encontro meu abrigo, e na invisibilidade, sigo meu caminho.
Não busco aplausos nem olhares atentos, prefiro a paz dos cantos mais desertos.
Sou o verso esquecido nas páginas do tempo, um segredo guardado no vento.
Então sigamos na sombra do anonimato, descobrindo a magia do ser ignorado.
Pois é no silêncio que encontramos a luz, e na singeleza do invisível, somos conduzidos à cruz.
