Mensagens de Esquecimento
Eu quero esquecê-la...
O amor é para poucos...
Poucos que se amam.
Poucos que se apaixonam.
Poucos que se gostam.
Poucos que se adoram...
E são poucos que vão idolatrá-la...
E quero esquecer-te...
Eu preciso rasgar as fotos
Eu preciso apagá-la da mente.
Preciso sumir por aí,
Preciso beber por aí,
Preciso viajar por aí,
Preciso esconder por aí...
Seja o que for, é o que há!
Seja como for, é o que será!
Seja onde for, é o que tem!
Seja como existir, é o que foi...
Mesmo que não a esqueça, vou seguir com a vida!
Mesmo que não a esqueça, vou caminhar para outro rumo.
Mesmo que não a esqueça, vou semear outros frutos...
Mesmo que não a esqueça, vou buscar melhorar...
É a vida como ela quer, que eu a quero!
É a vida como ela quer, que eu a espero!
É a vida como ela quer, que eu a busco!
É a vida como ela quer, que eu a sinta!
Titânico Mello
São João é arte, São João faz parte
Cultura que nunca vai morrer
Que nunca vamos esquecer
Forró é bom pra danado
Por isso eu fico lisongeado
De fazer parte do nordeste
Onde só tem caba da peste
Mulher bonita nunca faltará
Nordeste é o melhor lugar
Onde eu nasci, me criei e quero ficar
É uma família irei formar
Época boa para curtir e brincar
São João, São Pedro e muito santo
Nem que eu queira, eu vou lembrar
E o forró não pode parar
Nordeste com muito milho assado
Comidas típicas, não pode faltar
Pé de moleque, cuscuz e mangunza
Cangica, amendoim e broa de fubá
Oh nordeste pra eu gostar
São João melhor época para visitar
Não faltará forró nem quadrilha pra dançar
Oh lugar bom de se morar.
Quando Deus criou a terra fez o sol as estrelas e o mar mais não esqueceu de mim fez você para me amar
Quando tudo que você vê são os meus erros, você esquece de reparar os seus,
Nós somos dois imperfeitos, querido
Não se mede o meu erro com o seu
E não piora os meus defeitos diminuindo os seus
Mas cabe a nós reconhecermos e nos concertar a cada dia
Nós temos que nos completar dando um pouco de cada para que seja 100% todos os dias
Você me julga e foge do seu julgamento,
Você aponta meus erros pra deixar os seus no esquecimento,
Você passa por cima da minha fala para me contradizer, e não consegue enxergar que não é uma luta entre eu e você
mas é uma luta para que nós dois possamos ficar juntos
É preciso coragem para enfrentar as tempestades da vida e nunca esquecer que o sol sempre volta a brilhar!
”Quando á alma entende quem é, não implora mais por lugares onde já foi esquecida e manipulada a viver por migalhas”
Roubaram minha casa,
nosso Deus foi esquecido,
a mãe Terra aqui sacrificada,
tudo debaixo dos olhos do sicário.
Dizem que em alguma floresta esquecida pelo tempo, vive um lobo que não caça por fome mas por saudade.
A cada noite, ele ergue o focinho aos céus e uiva. Não de dor... mas de desejo. A lua, suspensa no abismo escuro, é sua amante silente. Ele não quer possuí-la quer pertencer a ela. Queria ser constelação, estrela cadente, poeira cósmica... só para que sua pele selvagem brilhasse ao menor toque da luz dela.
Dizem também que esse lobo já foi homem. Ou mulher. Ou ambos. Que em outra vida dançou com a lua sob o véu de uma paixão tão antiga quanto o universo. Mas algo os separou. Talvez o tempo, talvez um erro, talvez só o destino brincando de desencontro.
Desde então, ele reencarna em pelos e ossos, uivando sua lembrança para o céu. Não pela resposta, mas pelo ritual. Porque amar, para ele, é lembrar.
E enquanto houver luar, haverá um lobo que não desiste de ser tocado por ela.
Nós éramos heróis. Mas, quando as luzes se apagaram, fomos esquecidos, junto com a lembrança dos dias de glória.
Quando as luzes se apagaram, fomos esquecidos. Mas nunca se esqueça de que nosso coração ainda arde e grita como se fosse explodir.
Se fosse para eu escolher entre não te amar e te esquecer, minha escolha seria te esquecer, pois eu não consigo viver sem amar você.
Entre família e amigos, viva a plenitude, não esqueça os perdidos na solitude. Gratidão e simplicidade no viver, pois o amanhã é incerto
para quem não crê.
Livro: O respiro da inspiração
era só um amor.
mas me fez esquecer
onde deixei minha dignidade.
não era fome.
mas parei de comer.
não era febre.
mas tremi quando ele disse que não sabia o que sentia.
eu, que sempre fui boa de ir embora,
fiquei.
como quem erra de propósito
só pra ver até onde aguenta.
abri mão do sono,
da lógica,
da escova de dente,
do aviso que dizia “não ultrapasse”.
troquei o arroz com feijão
por silêncios indigestos.
troquei o básico
por tudo que me fazia doer
mas que me fazia sentir.
e eu, no fundo, prefiro o que machuca
ao que não faz nada.
ninguém me avisou que
o amor que a gente aceita
diz mais sobre o nosso vazio
do que sobre o outro.
ele nunca prometeu.
mas também nunca foi embora.
e essa presença que não assume.
foi o que mais me corroeu.
me deixei amar como quem se deixa atropelar devagar:
primeiro a perna,
depois a vergonha,
por fim, a parte que ainda dizia
“isso não é amor”.
não é que eu não soubesse.
é que eu já tinha aceitado morrer bonita
na beira da estrada.
Juliana Umbelino
GRATIDÃO.
.
Palavra menosprezada por muitos, sentimento esquecido por outros...
Sentimento que me faz andar leve, sorrir alegre
Viver contente, caminhar reluzente
Prestar atenção nos momentos
Degustar os sentidos
Saborear os cheiros cheirosos
E deglutir o que vejo
Me faz amar sem ser contido.
Amém.
A intensidade dos momentos que se subrataem no esquecimento do tempo.
O que antes tinha importância, no presente é insignificante e cai no esquecimento.
Ciclos se encerram para que novas oportunidades aconteçam e o querer faz com que o inesperado se faça real, esteja aberto ao novo que a vida te proporcionar.
Servo do Eu
Seu vício alimenta-te, matéria corporose,
Esquece-te de teus movimentos,
Pois já não és senhor de ti — és servo do eu que te devora.
Teus olhos veem, mas já não contemplam,
Teus passos seguem, mas não mais escolhem.
És arrastado por correntes invisíveis,
Que tu mesmo forjaste, dia após dia.
O desejo vestiu-se de rei,
E tu, súdito fiel, curvado ao trono do hábito.
O espelho já não te reconhece,
Pois o reflexo é de um estranho sem vontade.
Corpo e mente em guerra silenciosa,
Onde o grito da razão é abafado
Pelo sussurro doce da repetição.
És o que repete. És o que consome. És o que se apaga.
E ao fim do ciclo, se fim houver,
Resta a dúvida sussurrada ao silêncio:
Quem é teu dono?
Ou foste tu quem se deixou possuir?
A gente por mais que tente, não esquece o desagradável quando se esforça pra esquecer, e quando chega um certo dia e lembra do que era pra ter esquecido.
