Mensagens curtas de Amor
Sinto pela minha capacidade de sentir demais
Sinto por todas as vezes que perdi a paz
Sinto por correr desorientado na escuridão
Sinto quando precisei, mas soltei minha mão
Sinto pelas vezes que feri e fui ferido
Sinto quando não deixei que o amor fosse nutrido
E quando sinto dói bastante, não vou mentir
Mas a vida é sentir para viver e viver para sentir
Se é pra sempre não sei,
se for eterno, que bom!
Se meu futuro também é seu?
Sei lá! E se for?
Se for terei em mim a felicidade,
viverei eternamente o amor.
Se estiveres no meu futuro,
seremos cúmplices do amor.
Se continuarmos juntos,
não saberei mais o que é dor.
Livrai - me Senhor!
Da mágoa que fenece alma,
e entristece o coração.
Da cegueira dos incrédulos,
e da falta de união.
Do mal disfarçado de bem,
e da falta do perdão.
Da falta de amor ao próximo,
que envenena o coração!
O tempo que você dedica ao seu filho, é imprescíndivel para seu desenvolvimento pessoal. Especialmente na primeira infância. E quanto mais amor você oferece ao seu filho, mais amor teremos no mundo. Pense nisso.
A lágrima
"Agora a dor era lágrima,
que desceu do rosto amargo.
Escorreu por sobre a rosa,
deixando lá gosto de amor.
Sem querer levou consigo,
o perfume daquela flor.
Caiu em cima do verde,
e o fez brilhar de amor.
Para longe mandou beleza,
expressando o grande amor."
"Quando amamos de verdade, somos capazes até de renunciar em nome da felicidade do outro...
se assim não for, pode ser apenas egoísmo!"
Adepta aos quereres mais intensos, eu me entrego sempre ao "nós dois". Me entrego ao amor que furtivamente, a vida me trouxe, sarando e curando velhas dores, e fazendo de mim, um novo eu.
Mãe é o plural e o singular,
um tesouro do maior valor,
em nosso coração sempre irá ficar,
Mãe, meu primeiro amor !
Desejo Feliz Dia das Mães à todas, biológicas ou não.
Outono
As horas do dia se foram
em seu ritmo bem ensaiado
folhas e flores outonaram
em seu destino traçado
Pela janela tudo percebi
na magia do por do sol
e fiquei à espera de ti
que sempre vem junto ao arrebol
Hoje não vieste e chorei,
algo, sei, aconteceu e triste
- que outono cinza, pensei,
pois sei que me esqueceste...
Vejo a lua,
pequena e branca
pálida em sonhos
divagando em luzes
que esmaecem na madrugada fria
percebo essa lua,
assim em fascínio,
como mulher
frente ao sentimento puro
do amor e ao da ternura,
és mulher, ó lua!
entendes do coração
e pela noite leva sonhos
aos que prestam em ti
toda atenção.
Que saudade dos tempos bons
de alguém ou de momentos
foi pintada em vários tons
no meu arco-íris de sentimentos
Essa saudade que me invade
com ela posso dialogar
- não vá embora, saudade!
meu coração é seu lugar
Entre perdas e danos,
escrevia poemas a rodo
no livro de sua vida,
um desengano
Enganou-se sozinho,
pleno de ilusão,
nunca teve, nunca foi seu
aquele coração
Não soube distinguir
qual era a verdade,
nem perceber que ela
tinha-lhe apenas amizade
A tarde se vai,
e que não tarde !
mas enquanto ela cai
a nostalgia nos invade,
vem a noite sussurrando
nos ermos de sua escuridão,
todo tipo de saudade,
que sabe, temos no coração
Pense em teu querer,
mas sem muita ilusão,
lute pelo que deseje,
mas sem ferir o coração
O que hoje parece ser,
amanhã, talvez, não mais
e apenas sofrerá se quiser,
procure viver em paz !
Não é o poeta que faz a poesia, ela é quem o faz. Apesar dos pesares - em todo momento bom ou ruim - ela está junto a ele, num laço apertado envolvendo sua alma que não consegue calar.
Poesia é a arte, o poeta é apenas seu tradutor. Não pode fugir disso porque foi escolhido.
A poesia não tem explicação, não pode ser definida e cada um a sente de uma forma.
Havia algo no ar, enigmático,
desencontros, um vazio,
seria um adeus?
soando a melodia do cansaço
em compasso final, dolorido,
deixando desafinadas notas
a brindarem em acordes tristes
a saga do que foi, mas que talvez,
nunca tenha sido...
Na estrada um grão de poeira
nas retinas a balançar,
qual pássaro voando rasteiro,
pronto para partir e cantar
As marcas dos passos na terra,
miúdos, sem rumo, cansados,
qual andante sem nenhuma quimera
em busca do que há sonhado
Na boca o sabor de fel e mel
nos beijos há muito guardados,
no coração uma mortalha de véu
cobrindo um amor rejeitado
Segue o dia, segue o verbo
ditando nos casos e acasos
desta vida em ações -
guarida, riso, choro,
tropeços - ninguém merece -
nem eu mereço,
mas quando chega a poesia,
escrevo, a obedeço !
