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⁠O ide de Jesus não é só pregar, evangelizar, cantar e ensinar; mas também dar o pão, vestir o nu e visitar os oprimidos.

⁠Não há vento, tempestade, furacão ou tornado que não obedeça quando Jesus diz: “Aquiete-se”.

O selo do Santo é que ele pode renunciar aos seus próprios direitos e obedecer ao Senhor Jesus.

Os hipócritas nunca afastaram Jesus da sinagoga; por que afastariam você da comunhão?

Enquanto Jesus abençoa, há multidões. Quando Ele pede renúncia, restam discípulos.

Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia.

A essência do Evangelho não é usar Jesus para corrigir seus planos terrenos, mas render-se à Pessoa dEle, pois o gozo da Sua glória é o maior tesouro. Em Cristo, você não encontra um mero 'complemento', mas a própria vida e o contentamento.

Nada serve melhor ao diabo do que uma Bíblia usada para dizer o que Jesus nunca disse.

Seguir Jesus é o processo de autonegação diária, onde você é desconstruído pela graça a ponto de morrer para si mesmo. É quando o seu 'eu' perde o trono que Cristo ocupa espaço em você.

Seguir Jesus não é um compromisso de domingo; é uma rendição diária que atravessa todos os dias da nossa vida nesse mundo caído.

Se Jesus acalmou a fúria do oceano com apenas uma palavra, o seu coração também pode encontrar descanso na mesma voz poderosa.

Se a Palavra de Jesus ordena ao mar da nossa vida que se aquiete e as ondas obedecem, por que cargas d'água a ansiedade ainda insiste em agitar nosso próprio coração? O mesmo Cristo que cessa a tempestade lá fora é quem nos convida a aquietar a alma e a descansar na plena certeza do Seu amor.

Nunca foi obstáculo para Jesus curar a rudeza impetuosa de Pedro, dissipar a névoa intelectual de Tomé, ou refrear a vaidade terrena dos filhos de Zebedeu. O calvário de Cristo não repousava na fraqueza dos homens sinceros, mas na farsa letal dos religiosos que simulam uma santidade que o coração desconhece. Jesus transita com graça compassiva por entre as feridas da nossa humanidade caída, mas ergue-Se em severo juízo contra a sepulcral hipocrisia da religiosidade formal.

Para Jesus, a limitação da natureza caída humana nunca foi um obstáculo intransponível para o perdão. Sua severa oposição, contudo, dirigia-se à falsa religiosidade e ao legalismo dos fariseus e escribas, que mascaravam a dureza de coração com uma falsa piedade.

O marketing do mundo prega a autoidolatria; o Evangelho de Jesus exige o autoesvaziamento.

O Jesus dos Evangelhos caminhava entre o povo, curando, ensinando e acolhendo a todos gratuitamente. Sem palcos, outdoors, pulseiras VIP ou ingressos para "eventos" em Seu nome, Ele agia de forma oposta aos mercenários contemporâneos. Essa mercantilização da fé é fruto de um mercado ganancioso, a mesma hipocrisia religiosa que Ele mesmo combateu e desmascarou em Sua época.

O Evangelho puro e simples não entra no balcão de negócios da indústria religiosa. Jesus caminhava com o povo, partilhava a vida, curava as dores e manifestava a graça de graça. Ele jamais privatizou o Reino de Deus ou colocou uma catraca no mover do Espírito para lucrar com a fé alheia.

Jesus advertiu que Sua volta aconteceria num piscar de olhos, em meio a um momento de absoluta distração humana; e, francamente, nunca existiu uma geração tão anestesiada, dispersa e entorpecida pelo espetáculo da própria mediocridade quanto a nossa.

Jesus proclama verdades duras porque a realidade do pecado é severa. O amor confronta com a verdade; a bajulação conforta para a destruição.

Quanto ao que os apóstolos escreveram sobre Jesus, será que ele disse tudo o que eles afirmaram? Ou terá dito uma parte? Ou não disse nada daquilo? Ou ainda ele poderia estar se referindo às lições do tio Bantuf. Em verdade, acreditamos no que agrada aos nossos preconceitos. A verdade é o que parece verdade.